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Trofa associa-se à recolha de vestuário masculino para refugiados de Mória

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A Humans Before Borders (Hubb), plataforma de apoio aos migrantes e refugiados, lançou uma campanha de recolha de vestuário de inverno para homem e produtos de higiene pessoal, para enviar para o campo de refugiados de Mória, na Grécia.

Os donativos podem ser feitos ate 20 de janeiro. Na Trofa, há dois locais de recolha desta campanha: a EB 2/3 do Castro, em Alvarelhos, de segunda a sexta-feira, das 9h00 às 17h00, e a sede dos Escuteiros de S. Martinho de Bougado, nos dias 12 e 19 de dezembro, das 10h30 às 12h00, e no dia 30 de dezembro, das 18h30 às 20h00.

Todos podem ajudar doando roupa de homem, de inverno, tamanho XS, S e M, bem como produtos de higiene pessoal, tais como champô, pasta de dentes e sabão.

Para além disso, podem contribuir para a campanha de crowdfunding para levarmos estes bens até Moria 2.0, no seguinte link: https://www.gofundme.com/f/enviar-esperana.

“HuBB – Humans Before Borders é uma plataforma para acção e sensibilização relativamente ao tratamento desumano e ilegal de migrantes e refugiados. Somos um grupo de cidadãos que quer relembrar a União Europeia dos seus valores fundamentais, a Declaração Universal dos Direitos Humanos, entre os quais o direito ao asilo. O HuBB nasceu em Setembro de 2018 de uma vontade comum entre pessoas de várias nacionalidades de trazer informação fidedigna para o debate político. Desde então temos organizado eventos, criado campanhas de sensibilização e convidado inúmeros especialistas nas várias áreas ligadas aos direitos humanos e, em particular, às questões relacionadas com fronteiras e refugiados. Este colectivo preza-se pela sua abertura dado que um dos princípios mais significativos que nos unem é a crença de que a acção individual faz a diferença e a acção colectiva pode mudar o mundo.”

HuBB – Humans Before Borders
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Incêndios: Governo vai declarar situação de alerta a partir de sexta-feira

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“O Governo irá acionar a declaração de alerta para limitar todas as ações que possam pôr em risco as populações e criar todas as condições que permitam garantir a mobilização dos recursos necessários e indispensáveis para o esforço que os próximos dias irão exigir”, disse José Luís Carneiro aos jornalistas.

O ministro avançou que, nos próximo dias, existirá um elevado grau de severidade meteorológico em que os níveis de humidade vão estar muito baixos e as temperaturas muito altas com vegetação muito seca.

O governante acrescentou que vão ser dias “muito exigentes e preocupantes” no que toca ao risco de incêndio rural.

José Luís Carneiro, juntamente com o ministro do Ambiente e da Ação Climática, Duarte Cordeiro, e a secretária de Estado da Proteção Civil, Patrícia Gaspar, participou hoje de manhã na reunião do Centro de Coordenação Operacional Nacional (CCON), na sede da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), em Carnaxide.

O ministro sublinhou que “a determinação da situação de alerta deve ser sempre adequada e proporcional aos indicadores que estão disponíveis, o que corresponde a uma resposta graduada e será adotada pelo tempo considerado necessário às circunstâncias que sejam determinadas”.

“Está mesmo previsto para os próximos dias noites tropicais, o que significa noites muito quentes e um esforço acrescido do dispositivo que tem que se prolongar em regime de horários mais exigentes”, precisou, acrescentando que a ANEPC tem “um conjunto de medidas de antecipação operacional para garantir uma resposta rápida e eficaz” às ocorrências de incêndio.

O ministro alertou para que a população evite comportamentos negligentes e sustentou que “a tolerância é zero relativamente ao uso do fogo”, sendo proibido, nos próximos dias, a realização de queimas e queimadas, fazer fogueiras e fumar ou fazer lume nos espaços rurais, além do uso de maquinaria agrícola ou de corte de mato.

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O governante relembrou igualmente que “qualquer ignição pode rapidamente transformar-se num incêndio de grandes proporções”.

O ministro disse também que o Governo não exclui “a adoção de outras medidas” necessárias para proteger o país dos incêndios, que serão tomadas em função do diagnóstico que é “feito hora a hora” pela ANEPC.

O governante garantiu que “Portugal está melhor preparado para o combate aos incêndios florestais” do que em 2017, destacando o reforço dos meios de combate e de natureza preventiva.

José Luís Carneiro deu ainda conta de que a GNR registou este ano 600 contraordenações por falta de limpeza dos terrenos e notificou mais de 11 mil proprietários.

Por sua vez, o presidente da ANEPC, Duarte Costa, afirmou que há um conjunto de medidas e de meios que estão a ser equacionados, considerando que existe uma “perspetiva evolutiva com as cartas de risco”.

“Nada está definido e nada é fixo. A palavra-chave é a flexibilidade”, disse.

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Edição 769 do Jornal O Notícias da Trofa

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Edição de 07de julho de 2022

 

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