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Edição 463

Quim Barreiros na segunda parte da Feira Anual

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Com o adiamento das provas equestres da Feira Anual, a Junta de Freguesia de Bougado teve que adaptar o programa e contratar Quim Barreiros para animar a noite de sexta-feira.

Músicas como “A Cabritinha”, “A Garagem da Vizinha” ou “Mestre da Culinária” vão soar no recinto da Feira e Mercado da Trofa, na noite de sexta-feira. Quim Barreiros foi a contratação “relâmpago” da Junta de Freguesia de Bougado para compor o programa de atividades equestres da Feira Anual, que tiveram de ser adiadas devido à chuva que caiu durante grande parte do fim de semana de 1 e 2 de março.

As atividades equinas foram reagendadas para 7, 8 e 9 de março e nos dois primeiros dias foram introduzidos espetáculos musicais para animar o recinto. Na noite de sexta-feira, pelas 22 horas, entra em palco Quim Barreiros e, depois, são DJ Trofenses que vão dar música aos visitantes, pelas 23.30 horas de sexta-feira e sábado.

Para sexta-feira, a única prova que vai realizar-se no picadeiro é a prova de ensino da Equitação de Trabalho, pelas 17 horas.

O Concurso de Modelo e Andamentos preenche grande parte do dia seguinte, com início pelas 9.30 horas – para as fêmeas – e continuação pelas 14.30 horas – para os machos. Às 19 horas, há um jogo de horseball e para as 21.30 horas está marcada o desfile da Confraria do Cavalo, seguido da Gala. As cavalhadas, previstas para as 23 horas, são a última prova de sábado.

Domingo começa com o derby de atrelagem, às 9 horas, e prossegue com o horse paper (10.30 horas), prova de maneabilidade da Equitação de Trabalho (12.30 horas), a hora dos campeões do Concurso Modelo e Andamentos (15 horas), a prova de velocidade da Equitação de Trabalho (16.30 horas) e Horseball (18 horas).

 

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Adiamento

A “preocupação pelo bem-estar animal” e as perspetivas de “pouca assistência”, devido à chuva que caiu durante o passado fim de semana, motivaram a decisão da Confraria do Cavalo de adiar as atividades equestres. A chanceler da Confraria do Cavalo, Joana Matos, referiu que “todas as organizações envolvidas colaboraram” e “entenderam a situação”. “Todos os participantes estão avisados e voltarão no próximo fim de semana. Agradeço a colaboração da Junta de Freguesia, da Câmara Municipal, da APSL (Associação Portuguesa de Criadores do Cavalo Puro Sangue Lusitano), da Equitação de Trabalho e do Clube de Atrelagem”, afiançou.

 
Quem traz mais pessoas à Feira?

 

O adiamento das atividades equestres pode ser a prova dos nove para saber qual das vertentes da Feira traz mais pessoas. “Sendo o próximo fim de semana só relacionado com os cavalos, vamos ver a mobilização que vai trazer”, afirmou Sérgio Humberto, presidente da Câmara Municipal.

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Por seu lado, Luís Paulo, presidente da Junta de Freguesia de Bougado, preferiu ser comedido e afirmar que “não há rivalidade” e que “uma vertente complementa a outra”. “Acho que a feira sem cavalos não é feira e o inverso (sem vacas) a mesma coisa”, frisou.

O autarca afirmou que a organização “vai fazer tudo para criar” as condições solicitadas pela Confraria do Cavalo para receber todos os participantes.

Mesmo com as provas equestres a decorrerem no mesmo recinto, a Junta de Freguesia de Bougado assegura que a feira semanal vai realizar-se normalmente.

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Edição 463

“É tão fácil o prometer, e tão difícil o cumprir…”

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atanagildolobo

 “É tão fácil o prometer, e tão difícil o cumprir, que há bem poucas pessoas que cumpram as suas promessas.”

Marquês de Maricá

Ficamos a saber, no decorrer da última assembleia municipal, pelas intervenções de Nuno Félix, Paulo Queirós e dos presidentes de junta da união de freguesias de Alvarelhos e Guidões, da união dos Coronados e do Muro os seguintes factos: primeiro, na atribuição das verbas para as despesas correntes para o cumprimento das delegações de competência da C.M. Trofa, a União das freguesias de Alvarelhos e Guidões passa a receber menos dois mil e poucos euros por mês do que aquilo que foi atribuído no ano passado para o mesmo território. No presente mandato, esta nova freguesia receberá menos 120 000,00 €; segundo, a proposta das verbas atribuídas que foi inicialmente acordada em reunião efetuada entre a CM Trofa e os presidentes de Junta, foi posteriormente unilateralmente modificada pelo executivo camarário, sem que tenha havido sequer uma nova reunião entre todos para esse efeito; terceiro, os valores apresentados não foram fundamentados por estudo sério baseado em pressupostos razoáveis, nomeadamente em critérios sociais e económicos, acessibilidades, educação, e outros fatores relevantes.

Sem dúvida, existe uma discriminação objetiva de uma freguesia. A União das freguesias de Alvarelhos e Guidões é prejudicada em relação ao passado e às outras freguesias. Além disso a CM desenvolve esta posição à revelia do que tinha acordado anteriormente com os presidentes da junta. Deu o dito pelo não dito e faltou à sua palavra demonstrando falta de carácter. O Sr. Vice-presidente tentou, num esforço dilatado e sacrificado, justificar o injustificável, explicar o inexplicável. Meteu os pés pelas mãos, enrodilhou-se, torceu-se…mas o pecado era demasiado óbvio. Bem tentou o Sr. Presidente salvá-lo. Olhem que a junta até é da mesma cor da câmara. Daquelas justificações que, a contrario, revelam bem o entendimento que se tem da democracia e do respeito nutrido pelo sentir das populações. Mas de nada valeu, está consumado. Afinal, cai por terra a primeira promessa do PSD/CDS: o de tratar com igualdade todas as freguesias.

Com certeza, não será a última. Daquilo que ouvimos, nada de bom poderemos esperar. Os discursos são muito “socráticos”. Muitas promessas de se fazer isto e aquilo… As grandes obras do poder central: a variante à 14 e o metro até ao Muro e depois, mais uma rotunda e outra rotunda. Mas, de facto, apenas promessas. Da realidade, ficamos com os € 85 000,00 para feira anual, a certeza de que a confraria do cavalo receberá € 36 000,00 e com a criação da “marca Trofa”, a remodelação do visual, com logotipos jovens, cores novas e, pela primeira vez, fardas para os funcionários. Simultaneamente, as estradas e ruas das nossas freguesias estão num estado lastimável, começam a surgir dificuldades com a educação e alimentação das nossas crianças e jovens, começa a escassear o dinheiro aos velhos para a compra de medicamentos, aumenta o desemprego, cresce a insegurança, o rio Ave continua poluído, os nossos monumentos, nomeadamente o castro de Alvarelhos, continuam ao abandono…No entanto, desenvolve-se a propaganda. Além da tal “marca Trofa”, também existe um ideólogo que, na assembleia municipal, saltando a terreno em promoção do executivo lá vai publicitando, repetindo à exaustão que nunca, “com tão pouco ou quase nada”, se fez tanto, sendo a atual edilidade uma máquina de poupança. Pode o Sr. Relvas ficar sossegado que tem na Trofa homem para lhe seguir os passos. Mas com “tanta poupança” e afinal com tanto gastos na feira anual, bem podia a vereação ter mantido o acordado com os presidentes de junta e suportar as mesmas verbas para as freguesias, sem discriminações. Mais que não fosse, para firmar a promessa eleitoral de tratar com igualdade todas as freguesias. Só que “é tão fácil o prometer, e tão difícil o cumprir, que há bem poucas pessoas que cumpram as suas promessas.”

Guidões, 4 de Março de 2014.

Atanagildo Lobo

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Edição 463

São as empresas que vão tirar o país da “fossa”

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Desde que foi implantada a democracia (em 25 abril de 1974, já lá vão quase quarenta anos), que Portugal teve três «ajudas externas», para salvar o país da bancarrota. Dá quase uma intervenção por década. Coincidência, ou não, todas as intervenções foram solicitadas por governos socialistas: o primeiro pedido de ajuda foi em 1977, era o governo chefiado por Mário Soares; o segundo pedido de auxílio foi em 1983, era o governo chefiado também por Mário Soares; o terceiro pedido de apoio foi em 2010, era o governo chefiado por José Sócrates.

Embora José Sócrates afirmasse que uma intervenção externa traria “perda de dignidade” ao país, não foi isso que o impediu de solicitar o pedido de resgate em 6 de abril de 2010, tal era a situação catastrófica das finanças portuguesas.

Para sair da crise, o país, que tem vivido uma situação de recessão económica desde 2009, necessita que a economia real comece a dar sinais de recuperação, o mais depressa possível. Uma componente forte da crise é o fator psicológico e para ajudar a combater a crise, o país precisa de notícias positivas; notícias que deveriam abrir todos os telejornais, como por exemplo:

– As exportações aumentaram 5,7 por cento em 2013; número que ultrapassa todas as previsões mais otimistas, nacionais e internacionais. As empresas portuguesas confirmaram em 2013 a sua capacidade exportadora precisamente na hora em que o país mais precisava disso.

– O ano passado, em volume de negócio (68.200 milhões de euros) e no peso das exportações no PIB foi o melhor de sempre, já que as vendas ao estrangeiro representaram 41 por cento do PIB, o que compara com 39 por cento em 2012, 36 por cento em 2011 e 31 por cento em 2010.

– Em 2013, as exportações portuguesas para Espanha, que atingiram o valor de mais de 1.100 milhões euros, aumentaram 12,9 por cento. Entre os principais produtos exportados para Espanha, destacam-se os produtos energéticos (petróleo e derivados), que representam 715 milhões de euros (tendo crescido quase 200 por cento) e manufaturas de consumo (têxteis e confeções, calçado, brinquedos, joalharia, artigos de cabedal, olaria e outros produtos de consumo), que representam quase 17 por cento do total e cresceram quase 13 por cento (perto de 190 milhões de euros).

– No ano passado houve 22.685 empresas a exportar, mais 712 do que em 2012. Em relação há quatro anos, há agora mais 4.900 empresas a exportar.

– A taxa de cobertura das exportações foi de 104,4%, com as importações. O ano de 2013 foi o quarto ano consecutivo em que as exportações foram o principal motor de crescimento da economia.

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– No ano passado, em 2013, houve um excedente da balança de pagamentos de 2,8 mil milhões de euros, sendo a primeira vez que isto acontece desde 1943. Outra excelente notícia para os portugueses!

Tanta notícia positiva, só que é lamentável que muitas vezes o discurso político não seja mais consensual no sentido de reconhecer o mérito enorme que as empresas têm tido na recuperação da economia portuguesa, pois são as empresas que vão tirar o país da “fossa”. São as empresas que estão a tirar o país da “fossa”!

Já se começam a ver alguns sinais de recuperação económica, que merecem ser realçados, embora não façam abrir os telejornais. Infelizmente! Não há outro caminho que não seja a aposta do país nas empresas, nos empresários e seus colaboradores, nas exportações, no investimento privado, e em particular, na captação de investimento estrangeiro. Só assim é que sairemos da crise, para o bem de Portugal e dos portugueses!

José Maria Moreira da Silva

moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

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