Grupo “Os Mensageiros” da paróquia de S. Martinho de Bougado esteve em Roma e ouviu Papa Francisco, durante uma audiência geral na Basílica de S. Pedro.

“Deus quis, os Jovens sonharam, a Peregrinação a Roma realizou-se.” O grupo de jovens “Os Mensageiros” da paróquia de S. Martinho de Bougado partiram no dia 3 de setembro em direção a Roma, para uma “peregrinação de quatro dias”, intitulada “Roma 2013-À procura da verdadeira felicidade”.

Durante os quatro dias, os “36 elementos” do grupo “dormiram muito pouco, caminharam muito, estiveram em templos, monumentos e museus carregados de história, passaram por pontes, praças e fontes belíssimas e rezaram e refletiram nos locais mais imprevisíveis”, como nos “aeroportos, ruas e no “chão de duas das principais basílicas de Roma”. Foi na Basílica de S. Pedro que viveram “o momento alto”, quando, “na audiência geral, Sua Santidade, o Papa Francisco, passou a dois metros do local onde se encontravam”. “Os jovens que acolhem a força de Cristo, tornam-se a esperança do mundo”, foi uma das mensagens transmitida pelo Papa Francisco, que, com “poucas palavras impeliu os jovens a continuar, a acreditar, a ir e a evangelizar”.

Para os jovens este foi um momento “único”, onde fluíram “sentimentos, emoções e arrepios” que não conseguem explicar, sentindo-se “abençoados” e “privilegiados” por conseguirem “sentir a sua presença”. “Perante a multidão que o aguardava, o nosso amigo Papa Francisco conseguiu tocar cada um de nós com a sua simplicidade de uma forma especial e única. Senti que o mundo parou e que todos os problemas tinham desaparecido para poder desfrutar daquele momento”, contaram.

Recorde-se que a ideia da peregrinação surgiu em setembro de 2012 pelo secretariado paroquial juvenil de S. Martinho de Bougado, que a propôs como “atividade de encerramento do Ano da Fé”. “Durante dez meses”, “Os Mensageiros”, para além de terem participado em “inúmeras atividades paroquiais, vicariais, sócio-caritativas e culturais”, empenharam-se também “afincadamente em algumas atividades”, com o “objetivo de angariar os fundos necessários à concretização desta peregrinação”, como foram o caso da “venda de doces de Natal nos adros das igrejas no período do advento, a venda de crepes na Feira Anual da Trofa, a venda de rifas, recolha de cartão para posterior reciclagem”.

“Os Mensageiros” contaram ainda com o apoio de “alguns empresários da Trofa e também de concelhos vizinhos”, que com a sua “generosidade deram o ‘empurrão’ final e decisivo que permitiu que esta peregrinação passasse de projeto a realidade”.