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Edição 672

Fernando Azevedo na presidência do Lions

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O Lions Clube da Trofa está há 41 anos ao serviço dos trofenses. Para assinalar a data, o clube organizou um jantar, na Quinta da Alegria, a 16 de junho. O momento serviu também para a transmissão de tarefas. Depois de Natália Soares é Fernando Azevedo a assumir a presidente do Lions da Trofa.
Ao longo deste ano o Lions Clube da Trofa promoveu uma caminhada solidária, rastreios à visão ou à diabetes, aulas de zumba, atividades ligadas ao ambiente ou campanhas sobre o cancro infantil. Além disso, lembrou Natália Soares, promoveram “o Dia do Dador de Sangue”, voltaram a organizar o “passeio do companheiro”, que teve como destino Amarante, e o concurso do Cartaz da Paz.
A solidariedade é ainda visível com a associação a causas como a do Banco Alimentar e com a entrega de donativos. Depois de um ano à frente do Lions Clube da Trofa, Natália Soares afirma ter “cumprido o plano de atividades e as cinco causas que o Lions internacional propõe”. “Foi um ano muito positivo e chegamos às pessoas a quem nos tínhamos prontificado chegar”, asseverou.
Fernando Azevedo assume agora a liderança do clube e apesar de considerar “a fasquia elevada”, espera “estar ao nível do trabalho que o Lions tem desenvolvido e, se for possível, melhorar os resultados”.

Leia a reportagem na íntegra na edição n.º 672 do jornal O Notícias da Trofa, já nas bancas.

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Edição 672

A pobreza é uma vergonha nacional

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O conceito de pobreza abrange áreas tão diferenciadas, que vão desde a falta de rendimentos necessários para a satisfação das necessidades alimentares e não alimentares básicas, assim como a falta de acesso à saúde e à educação, a falta de água e saneamento, o isolamento, a exclusão social, a vulnerabilidade. Mas também o acesso equitativo ao sistema judicial, a não existência de habitação e até transportes públicos acessíveis. É uma grave privação de recursos!
A pobreza é, acima de tudo, um problema das erradas políticas económicas que as diferentes governações têm tido ao longo dos anos. A pobreza é uma vergonha nacional; é um problema estrutural gravíssimo da sociedade, um atentado à dignidade humana, pois é indigno que um ser humano possa estar privado do direito básico de participar plenamente na vida social, económica, cultural e política da comunidade em que está inserido.
Os dados dos relatórios de entidades nacionais e internacionais são muito esclarecedores sobre esta matéria: a pobreza atinge mais de um quinto da população portuguesa. Porque muitas pessoas não estão sensibilizadas para as questões sociais do nosso país, esta informação é aterradora, como é aterradora a informação de que Portugal é um dos países mais desiguais da União Europeia, atingindo um nível de desigualdade, que envergonha o país.
Tendo em conta a mobilidade de rendimentos de uma geração para a seguinte, bem como o nível de desigualdade salarial no nosso país, são precisas cinco gerações para se sair da pobreza em Portugal. Esta afirmação faz parte de um recente estudo sobre a mobilidade social da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), que também conclui que Portugal é dos países desenvolvidos onde é mais difícil sair da pobreza ou, do outro lado, deixar de ser rico. A pobreza reproduz-se e gera ciclos de vulnerabilidade social.
O referido relatório da OCDE conclui que uma família portuguesa de fracos recursos socioeconómicos pode demorar 125 anos até que os descendentes consigam alcançar um salário médio. Esta organização internacional afirma que há margem para políticas que aumentem a mobilidade entre gerações, por isso sugere três objetivos: apoiar as crianças de meios desfavorecidos, assegurando uma boa educação pré-escolar, combater o desemprego de longa duração e aumentar o nível de qualificações através da educação para adultos.
Não é por não abrir telejornais, nem por ter deixado de ser notícia de primeira página dos jornais, que a pobreza e a miséria foram erradicadas no nosso país. Bem pelo contrário, atualmente mais de um quinto da população portuguesa (perto de 2,4 milhões de pessoas) estão em risco de pobreza ou exclusão social.
Dentro do quadro triste da pobreza, ainda existe a realidade que faz partir o coração, de muitos milhares de sem-abrigo que povoam as ruas das nossas cidades. Seres humanos como nós, que foram colocados à margem da sociedade, que se diz civilizada.

José Maria Moreira da Silva
moreira.da.silva@sapo.pt
www.moreiradasilva.pt

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Desporto

José Barbosa da UCT no lugar mais alto do pódio

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A União de Ciclismo da Trofa marcou presença, a 16 de junho, no Troféu Carlos Carvalho, que se realizou em Pousada de Saramagos, no concelho de Vila Nova de Famalicão.
José Barbosa foi 1.º em cadetes masculinos e Beatriz Martins foi 2.ª no feminino. João Cunha ocupou a 2.ª posição em juvenis e Ruben Rodrigues ficou em 5.º. No feminino, a juvenil Lara Pereira foi 3.ª, seguida por Ana Pereira (4.ª). Entre os mais pequenos, o infantil André Maia subiu ao 3.º lugar do pódio e Maria Araújo terminou a prova na 5.ª posição.

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