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Covid-19: Gás de garrafa com preços regulados a partir de segunda-feira até ao final do mês

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Os preços máximos para o gás engarrafado, em vigor das 00:00 de segunda-feira até final de janeiro no âmbito do confinamento decorrente da pandemia de covid-19, variam entre os 19,54 e os 87,75 euros, de acordo com a tipologia.

Segundo um comunicado divulgado hoje pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), é definido que até final do mês a garrafa de 12,5 quilogramas (kg) de GPL (Gás de Petróleo Liquefeito) butano, de tipologia T3 custará, no máximo, 22,95 euros, enquanto a garrafa de 13 kg terá como valor máximo os 23,87 euros.

Já o GPL propano, também na tipologia T3, terá um preço máximo de 19,54 euros, na garrafa de 9 kg, e de 23,89 euros, na garrafa de 11 kg.

No que toca à tipologia T5, o preço do GPL propano não poderá ultrapassar, na garrafa de 35 kg, os 68,25 euros e, na garrafa de 45 kg, os 87,75 euros.

Aos preços máximos destas garrafas de GPL “apenas podem acrescer custos com o serviço de entrega, os quais se aplicam às situações em que as garrafas são adquiridas por via telefónica ou por via eletrónica, disponibilizadas em local diferente do ponto de venda”, sendo que “o preço do serviço de entrega deve apenas ser aderente aos custos incorridos pelo comercializador com a prestação desse serviço”.

Os preços máximos do gás engarrafado foram calculados pela ERSE no quadro das suas funções de regulação do setor do GPL e fixados pelo Governo, vigorando durante o mês de janeiro de 2021 em todo o território continental, no âmbito do confinamento decorrente do estado de emergência devido à pandemia de covid-19.

A fiscalização no terreno do cumprimento da lei caberá à Entidade Nacional para o Setor Energético – ENSE, à Autoridade da Segurança Alimentar e Económica (ASAE), às forças e serviços de segurança e à polícia municipal, bem como às demais entidades com competências nesta matéria.

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O Presidente da República decretou na quarta-feira a modificação do estado de emergência em vigor, a partir da passada quinta-feira, e a sua renovação por mais 15 dias, até 30 de janeiro, para permitir medidas de contenção da covid-19.

Este é o nono decreto do estado de emergência no atual contexto de pandemia de covid-19.

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Escrita com Norte – (Des)Apropriação cultural

Como penso que nem sempre a maioria tem razão e tendo prestado atenção às denúncias desta minoria “bem” pensante e progressista, abandonei os meus conceitos, que no meu dia-a-dia me esforçava por aplicar, de partilha e comunhão, certamente conceitos obscuros e com cheiro a mofo.

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Dior acusada de “apropriar-se culturalmente de saia chinesa”, escolhas de roupa e acessórios usados em festivais demonstram insensibilidade cultural, regressar ao passado e ver sinais de apropriação cultural em Elvis Presley, jovem com cancro acusada de apropriação cultural por usar turbante em vez de lenço,…, Rita Pereira acusada por usar um penteado de origem africana e cantar uma música sobre racismo,…

Como penso que nem sempre a maioria tem razão e tendo prestado atenção às denúncias desta minoria “bem” pensante e progressista, abandonei os meus conceitos, que no meu dia-a-dia me esforçava por aplicar, de partilha e comunhão, certamente conceitos obscuros e com cheiro a mofo. Desde já quero pedir perdão às pessoas de todas as cores, sexo, tendências, políticas ou sexuais, condição social e, muito em particular, ao Batatinha, porque em miúdo teimava em disfarçar-me de palhaço (sem grande esforço), que foram alvo destas minhas manias.
Hoje, saí de casa decidido a ser uma pessoa melhor, sendo intransigente com qualquer tipo de apropriação cultural.
Tinha alguns sítios aonde ir antes do almoço, o primeiro deles tomar café. Ao passar próximo da casa dos Akello, meus vizinhos africanos, ele estava a aproveitar o dia de sol de inverno e a assar sardinhas com pimentos, ao som de Caetano Veloso.
(Aquela família tem bom gosto músical)
Cumprimentei o vizinho e fiquei a apreciar o cheiro da sardinha e o bom som, mas lembrei-me da péssima pessoa que estava a ser e comecei a espumar de indignação.
Peguei num balde de água e despejei-o em cima das brasas acusando o meu vizinho africano de apropriação deste prato tipicamente português e uma das nossas sete maravilhas gastronómicas e de insensibilidade, por a sardinha simbolizar a pobreza em que os nossos pais e avós viveram, em que uma era dividida por quatro.
Antes de me ir embora, atirei-lhe – Faz uma Muamba de Galinha.
(Custou-me. A minha vontade era ensinar-lhe como manter as brasas “vivas”)
Na porta ao lado, onde mora uma família de brasileiros, denunciei o vizinho africano, por estar a ouvir Caetano. Reginaldo, sentindo a sua cultura insultada, em jeito de vingança, pôs bem alto no seu gira-discos, Cesária Évora.
Depois do café, passei no supermercado…tinha que comprar canela. Ao tirar um saco da prateleira levo um chapadão. Kamal, imigrante do Sri Lanka, de turbante, olha-me com expressão reprovadora e diz-me:

  • ඔබ සංස්කෘතික අසංවේදීත ාවයකින් පෙළෙනවා (És de uma insensibilidade cultural arrepiante)!
    Envergonhado, comprei algo muito português, três azulejos, para não correr riscos.
    Ainda não suficientemente redimido pela minha falha grave para com o cidadão Cingalês,… (Como me foi passar pela cabeça comprar canela)
    …fui cortar o cabelo. Zé Manel, o cabeleireiro, pergunta-me:
  • Queres um corte todo “man”, rapadinho dos lados e uma crista, tipo índio?
  • Tu está tolo!!! Trata-te, Zé Manel! – e prossigo – Quero um corte curtinho e risca ao lado.
    (Custou-me. A minha vontade era experimentar alisar o cabelo)
    Novamente de bem comigo, enquanto caminho pela rua chamo a meia dúzia de brancos de “opressores culturais” e a meia dúzia de não brancos de “oprimidos”, dando-lhes força para o que quer que seja!
    Ao atravessar o parque, encontro o Peres, o meu amigo negro mais antigo, que gosta muito do carnaval, e quando termina um, começa logo a pensar no próximo.
  • Calheiros, no próximo Carnaval, vou disfarçar-me de Mimo. Vou pintar a cara de bran…
  • TU NEM TE ATREVAS…
    (Curioso, quando imbuidos deste espírito de “defensores culturais”, o ódio e indignação começam a manifestar-se de uma forma muito natural)
    …LEVAS COM UMA MANGUEIRADA DE ÁGUA NAS FUÇAS!
    (Custou-me. A minha vontade era a de lhe dizer, que se precissase de maquilhagem, eu tenho uma lá em casa muito boa)
    Entro em casa.
  • Trouxeste a canela?
  • Não. Trouxe três azulejos.
  • Não havia canela?
  • Havia. Não podia era insultar as pessoas!!!

Abdiquei do valor da partilha, que aproxima e une, a favor do obscurantismo disfarçado de pensamento progressista, que separa e tribaliza.

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Bênção das Grávidas no dia 8

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A 8 de dezembro, há bênção das grávidas nas paróquias de S. Martinho de Bougado e S. Romão do Coronado.

Segundo os boletins paroquiais, a primeira convida grávidas e seus companheiros a participar na celebração, que terá lugar às 11h00, na Igreja Nova, integrada na celebração da eucaristia dominical. Podem inscrever-se na secretaria paroquial ou então basta aparecerem no dia um pouco antes, pois haverá lugares reservados na Igreja.


Em S. Romão, a bênção acontece às 10h00, na eucaristia realizada na Igreja Paroquial. As grávidas interessadas devem inscrever-se junto do pároco, ou dos elementos da Pastoral Familiar ou do sacristão.
Antigamente, o Dia da Mãe era celebrado a 8 de dezembro, dia da Imaculada Conceição.

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