José Maria Moreira da Silva apresentou o livro “Vale a pena viver feliz. E viver a vida. Intensamente!”, na Casa da Cultura. A obra, além de ajudar quem lê, serve para apoiar a associação Muro de Abrigo.

Ajudar, lendo. É este o desafio que José Maria Moreira da Silva lançou a toda a comunidade com o lançamento do livro “Vale a pena viver feliz. E viver a vida. Intensamente!”. A obra nasceu da intenção de Moreira da Silva querer ajudar a associação da freguesia onde reside, a Muro de Abrigo. Conhecedor privilegiado da atividade desta instituição – é marido da presidente da direção da Muro de Abrigo – Moreira da Silva deu largas à imaginação e produziu uma obra que também pretende ajudar quem a lê, pois dissemina a mensagem de que “a vida deve ser um permanente namoro”.
O livro foi lançado no dia 5 de março, na freguesia do Muro, e no sábado, 21 de maio, foi apresentado na Casa da Cultura da Trofa. Todas as verbas angariadas com a venda desta obra são entregues à Muro de Abrigo, que já sabe onde as aplicar: pagar a carrinha que a instituição adquiriu recentemente.
“A felicidade também se faz em fazer o bem a outras pessoas. É o que faz também a Muro de Abrigo, que está ao serviço dos mais frágeis”, afirmou Moreira da Silva ao NT, aquando do lançamento do livro, que tem o custo de dez euros e, para já, só está à venda na Muro de Abrigo. Para o adquirir, os interessados devem enviar um email para murodeabrigo@gmail.com.
Colaborador d’O Notícias da Trofa desde a fundação do jornal, José Maria Moreira da Silva é professor universitário e consultor sénior de psicologia social e das organizações, em empresas nacionais e estrangeiras e em associações e instituições de solidariedade social. Doutorado em Ciência Política, foi adjunto na Presidência do Conselho de Ministros.
Durante a carreira profissional, Moreira da Silva foi diretor e administrador de diversas empresas e especializou-se na área comportamental e comunicacional, tendo sido palestrante em diversos colóquios, seminários e workshops. Ultimamente, “escrever e ler” têm sido as suas “principais atividades”.