Alargamento do cemitério de S. Martinho de Bougado foi benzido, numa cerimónia simples, depois da Eucaristia do Dia de Todos os Santos.

No Dia de Todos os Santos, o cemitério de S. Martinho de Bougado acolheu todos os fiéis que quiseram participar na Eucaristia, às 16 horas. O frio não assustou e milhares de pessoas ouviram as palavras do padre Luciano Lagoa.

Este dia ficou também marcado pela bênção do novo alargamento do local, para dar resposta às necessidades da população. Cumprindo o prazo de 180 dias para a sua execução, o alargamento do cemitério de S. Martinho de Bougado permitiu criar mais 160 sepulturas. Com a obra foi também criada uma nova entrada, pela Rua Dr. Adriano Fernandes Azevedo, facilitando o acesso ao espaço. No total, a Junta de Freguesia de S. Martinho de Bougado, fez um investimento de cerca de 250 mil euros, incluindo a compra do terreno e a própria obra.

“Esta era uma obra necessária”, afirmou José Sá, presidente da Junta, depois de terminada a cerimónia. Esta empreitada “servirá S. Martinho de Bougado por mais alguns anos”, mas vai ser necessário “pensar noutra solução”, que pode incluir um novo alargamento.

“Um cemitério novo seria muito importante e necessário, mas ainda estamos a estudar outra possibilidade que seria fazer outro alargamento do espaço, e ao mesmo tempo, a Casa Mortuária também passaria para o dobro do tamanho”, avançou José Sá. O edil de S. Martinho recordou ainda que “fazer os velórios junto à Igreja Nova e depois ser necessário atravessar a freguesia para chegar ao cemitério começa a ser fatigante e causa algum transtorno”. Com os novos alargamentos que a Junta está a estudar, a população de S. Martinho estaria servida “por mais duas décadas”.

Joana Lima, presidente da Câmara Municipal da Trofa, marcou presença tanto na Eucaristia como no momento da bênção e fez questão de “dar os parabéns” a toda a população de S. Martinho pela obra, realçando que “era muito precisa” e que, mais tarde, “será necessário pensar noutra solução”. Nascida e criada em S. Martinho de Bougado, Joana Lima estava “naturalmente orgulhosa” da obra.

Actualmente já foram vendidas algumas sepulturas, mas estão ainda disponíveis para venda mais de uma centena. Aliás, uma das sepulturas já estava ocupada no momento da bênção, provando a necessidade da obra.