Reflorestar Portugal foi o nome de uma ação desenvolvida a nível nacional, no dia 24 de novembro. Também na Trofa, muitos voluntários juntaram-se para reflorestar áreas dizimadas pelos incêndios.

A chuva não demoveu os muitos voluntários que se juntaram para a plantação de espécies autóctones, para reavivar as florestas da Trofa. Exemplo disso foi a presença de cerca de 30 pessoas na Rotunda do Alto da Cruz, em Covelas, para reflorestar uma zona que tinha “falta de plantação”, devido a um incêndio que ali ocorreu “há cerca de dois anos”. Os voluntários plantaram cerca de “500 árvores”, entre “sobreiros, carvalhos, azinheiras, pinheiro bravo e manso”.

Devido aos benefícios que as florestas proporcionam à humanidade, a Autoridade Florestal Nacional (AFN), Instituto de Conservação da Natureza (ICNB), Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) e a Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza decidiram criar o programa “Floresta Comum”, que visa o incentivo à reflorestação de alguns pontos do País com espécies autóctones.

Uma iniciativa à qual a AMO (Associação Mãos à Obra) Portugal se associou. “Para não estarmos sempre a repetir as mesmas situações de limpar, que começava a ser cansativo, este ano optamos por fazer plantação de árvores”, contou Sérgio Correia, responsável pelo Limpar Portugal na freguesia de Covelas.

Leia a reportagem completa na edição desta semana d’ O Notícias da Trofa, disponível num  quiosque perto de si ou por PDF.

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