quant
Fique ligado
daniel-silva daniel-silva

Ano 2011

Volta a Portugal com partida da Trofa

Publicado

em

A primeira etapa da maior prova de ciclismo nacional vai arrancar da Trofa. Ciclista trofense faz parte dos atletas que a 5 de agosto começam a pedalar pelo país.

Ainda não se sabem muitos pormenores sobre o percurso da 73ª Volta a Portugal em bicicleta deste ano, mas os locais de partida e de chegada das dez etapas já foram definidos e a Trofa vai servir de ponto de partida para a primeira. A 5 de agosto, na Trofa, o desporto-rei vai mesmo ser o ciclismo.

Esta é uma modalidade com muitos adeptos e alguns praticantes no concelho.

Para além de receber a Volta, a Trofa vai percorrer todo o país, graças à participação de Daniel Silva. O ciclista trofense da equipa Onda Boavista, vai participar na prova e não escondeu que ficou “muito surpreendido”: “Um amigo ligou-me a dar a notícia e pensei que ele estava a brincar comigo”. Mas o jovem desportista reconhece que “é muito bom que a Trofa receba a caravana da Volta e toda a festa que ela envolve, como o programa ‘Verão Total’ da RTP, que vai ‘pôr a Trofa’ em direto durante toda a manhã”. “Será uma excelente oportunidade de divulgação do município”, acrescentou.

Partir da terra que o viu nascer pode ser uma importante mais-valia: “Se já tinha muitos amigos que me apoiam na Senhora da Graça, na Senhora da Assunção e na Serra da Estrela, agora com a partida da Trofa serão muitos mais, porque alguns não têm a possibilidade de se deslocar a esses locais e com a Volta a passar ‘à porta de casa’ vão ter essa oportunidade”. “Só espero conseguir retribuir e agradecer esse apoio com um bom resultado na prova”, afirmou.

Este intento poderá não ser fácil de alcançar já que Daniel Silva foi atropelado durante um treino no início de junho. O jovem fraturou “o cotovelo em quatro sítios” e foi obrigado a uma intervenção cirúrgica. “Neste momento toda a minha preparação para a Volta está na estaca zero. Comecei a fisioterapia esta semana e, depois de ser novamente avaliado pelo médico, espero voltar a treinar no início de julho, o que significa que terei apenas um mês para me preparar para a Volta, o que é muito pouco tempo. Assim, dificilmente, chegarei ao meu pico de forma e às melhores condições para disputar a Volta. Esta situação está a deixar-me preocupado e triste”, lamentou.

Ainda assim, Daniel Silva antevê que esta “será uma Volta direcionada aos trepadores, pois haverá cinco chegadas em altitude”. “Agora falta saber o que irá anteceder essas mesmas chegadas. É muito importante saber que montanhas iremos ter antes da Senhora da Graça e da Torre-Serra da Estrela. Certamente que irá ser uma Volta muito dura, com muitas montanhas”, ressalvou. O atleta acredita que “a camisola amarela poderá mudar várias vezes de portador, tornando a Volta numa corrida aberta e imprevisível, logo, mais cativante para o telespectador”.

Publicidade

Depois do Prólogo, em Fafe, a 4 de agosto, e da 1ª etapa que vai ligar a Trofa a Oliveira do Bairro, a Volta segue para Oliveira de Azeméis-Senhora da Assunção, a 6 de agosto. No dia seguinte a 3ª etapa decorre entre Viana do Castelo e a Senhora da Graça. A 8 de agosto, a 4ª etapa vai ligar Lamego a Gouveia. A 5ª etapa, no dia 9 de agosto, vai ligar Oliveira do Hospital a Viseu. Depois de um dia de descanso, a Volta regressa a 11 de agosto, com a 6ª etapa, entre Aveiro e Castelo Branco. A 7ª etapa tem lugar entre o Sabugal e a Guarda (CRI). A etapa seguinte é entre Seia e a Torre. A penúltima etapa da prova vai decorrer entre Covilhã e Sertã. A Volta a Portugal em bicicleta termina a 15 de agosto, com a etapa entre Sintra e Lisboa.

{fcomment}

Continuar a ler...
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de email não será publicado.

Ano 2011

O ano de 2012 não será uma hecatombe, mas…

Publicado

em

Por

A passagem de mais um ano, obriga-nos a meditar sobre o ano que passou e o ano que está a chegar. Não é que se viva de recordações, mas elas são muito úteis para se poder fazer um balanço da nossa vida; de onde viemos, para onde vamos. É o tradicional «reveillon», talvez o mais triste dos últimos anos.

O ano que agora finda é provavelmente, aquele que mais afetou a vida de quase todos nós, que ainda por cá andamos. O ano que virá, não será uma hecatombe, mas será um ano de muitas falências, de desemprego, de recessão e de depressão. Será a continuação da crise, ainda mais agravada com o passar do tempo.

Não vai ser possível escapar a mais um ano de recessão e caos económico, uma situação que não vivemos desde a segunda guerra mundial. O ano que agora festejamos o seu fim, brindou os portugueses com algumas medidas de carácter económico, que fizeram abalar a “carteira” de muitos, a começar com os cortes, para alguns, nos subsídios de férias e de natal, no fim das borlas nas SCUT, o fim do passe social para todos e os diversos e sucessivos aumentos em produtos necessários ao nosso dia-a-dia.

A crise que estamos a atravessar é uma crise quase generalizada a todo o mundo: o Ocidente debate-se com uma grave crise económica, que dura há mais de três anos; a África continua com as suas tradicionais crises humanitárias, económicas e políticas; a Ásia está a viver um conjunto de problemas originados pelo crescimento económico muito rápido de diversos países. A crise – financeira, económica e social -, alastrou-se a todo o mundo e o ano de 2012 vai exigir um combate em todas as frentes, vai exigir soluções globais.

Os decisores políticos mundiais deverão ter em atenção algumas premissas para que o combate tenha o êxito desejado. Em primeiro lugar, deve ser dada a primazia da economia sobre as finanças, mas antes de tudo devem dar a primazia ao ser humano. Não se quer uma economia baseada no «capitalismo selvagem», mas uma economia centrada no homem. É no homem e para o homem e nos princípios da solidariedade, que a economia deve estar focada. Só assim é que faz sentido.

Vai ser preciso um combate eficaz à miséria, à fome, ao desemprego, que grassa por todo o mundo. Seguramente, o ano que se avizinha terá de ser um ano de grandes transformações, pois os desafios são tremendos. Vai ser preciso suster o descalabro das finanças públicas, deter o galopante crescendo da dívida soberana dos Estados e fazer crescer a economia.

A crise que o mundo está a atravessar interpela todos, pessoas e povos, homens e mulheres, jovens e menos jovens, empregadores e empregados, partidos políticos e grupos de reflexão a um profundo discernimento dos princípios e dos valores que estão na base da convivência social. A crise obriga a um empenhamento geral, numa séria reflexão sobre as causas e soluções de natureza política e económica não deixando de ter o homem como epicentro. Para o bem-estar da humanidade. Sempre!

José Maria Moreira da Silva

Publicidade

moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

{fcomment}

(mais…)

Continuar a ler...

Ano 2011

Grupo de Jovens de Guidões recria presépio

Publicado

em

Por

O Grupo de jovens S. João Baptista de Guidões deu vida ao presépio, numa iniciativa que é já tradição na freguesia.

Para muitos o dia de Natal é sinónimo de descanso e convívio familiar, mas em Guidões cerca de duas dezenas de jovens abdicam do conforto do lar para dar vida ao nascimento de Jesus, recriando o Presépio ao Vivo.

O último domingo, 25 de dezembro, começou bem cedo para o grupo. Ainda o relógio da Igreja Paroquial, onde é encenado o presépio, não assinalava as 7 horas e já os primeiros elementos chegavam para ultimar os preparativos. “Há certas coisas que apenas podemos fazer no dia, como colocar decorações e trazer os animais”, explicou o presidente do grupo de jovens, José Pedro Campos. Depois de tudo colocado no devido sítio, os animais acomodados nas suas cercas e dos jovens vestirem os trajes da época, era altura de ensaiar a encenação que deveriam levar a cabo durante a eucaristia de Natal. “Este ano, para além do presépio, também fizemos uma pequena atuação no momento de Ação de Graças”, esclareceu o responsável.

Esta é uma iniciativa que o Grupo de Jovens S. João Baptista de Guidões desenvolve há já vários anos: “Naturalmente que dá bastante trabalho”. “Toda a estrutura foi criada de raiz e é da responsabilidade dos elementos do grupo que soldam, pregam, serram e fazem o que for necessário para que tudo esteja pronto no dia de Natal”, acrescentou José Pedro Campos.

Neste presépio existem anjos, pastores, reis, José, Maria e muitas outras personagens que recriam os relatos da Bíblia, como a aparição do anjo a Maria, a falta de lugar na hospedaria em Belém para José e Maria pernoitarem ou a fuga para o Egito, depois de Herodes ordenar a morte de todos os bebés.

O objetivo é “diversificar as cenas todos os anos para não se tornar monótono”. Se ainda não teve a oportunidade de visitar o Presépio ao Vivo, pode fazê-lo no dia 1 de janeiro entre as 14 e as 17.30 horas.

{fcomment}

Publicidade
Continuar a ler...

Edição Papel

Comer sem sair de casa?

Facebook

Farmácia de serviço

 

arquivo

Neste dia foi notícia...

Ver mais...

Covid-19

Pode ler também

} a || (a = document.getElementsByTagName("head")[0] || document.getElementsByTagName("body")[0]); a.parentNode.insertBefore(c, a); })(document, window);