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O trofense Renato Pontes é o novo treinador adjunto da Naval 1º de Maio. O técnico vai auxiliar Daniel Ramos, que também não é um desconhecido dos trofenses.

“Quando não estou ligado ao futebol, sinto que falta qualquer coisa para me sentir uma pessoa completa. Não me sinto completo sem o futebol”. As palavras sinceras de Renato Pontes não são suficientes para expressar a satisfação do técnico trofense por regressar ao futebol profissional: “O dia em que me fizeram o convite foi um dos mais felizes da minha vida profissional”. O trofense Renato Pontes é o treinador adjunto da Naval 1º de Maio e coadjuvar outro nome conhecido na Trofa: Daniel Ramos, o homem que já comandou o CD Trofense.

Renato e Daniel conheceram-se, precisamente nessa altura, já que o treinador trofense assumiu o mesmo cargo que agora volta a exercer. “Correu tudo bem quando trabalhámos juntos e, a partir dái nasceu uma excelente relação. É fácil trabalhar com pessoas que falam uma linguagem idêntica à nossa. Estamos na presença de um treinador com grande futuro e espero ajudá-lo em tudo o que eu puder”, atestou Renato Pontes.

Depois de “24 anos” ligado ao Trofense, um ano no Ribeirão, outro no Tirsense e vai ainda uma época no clube da terra que o viu nascer – Bougadense – Renato Pontes regressa ao futebol profissional com um projeto ambicioso: ajudar a Naval a “subir de divisão”. “O objetivo é terminar a época nos dois primeiros lugares da Liga Orangina”, confirmou.

Ao longo de todos estes anos, as experiências vão-se acumulando e é isso que o técnico quer levar para a Naval. Renato Pontes assume-se como “colaborante, tentando resolver as situações, que é o papel de adjunto: colaborar com tudo o que o treinador principal precisar”.

Como trofense atento, Renato Pontes mostrou-se “muito preocupado” com a atual situação do CD Trofense, depois do afastamento de Rui Silva da direção. “Quem estivesse atento a tudo o que se passava no clube, era capaz de prever que isto viria a acontecer. Lamento que as coisas tenham chegado a este ponto, mas certamente os trofenses irão dar uma resposta. O clube não vai acabar e certamente que irão surgir soluções”, assegurou.

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