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Ano 2011

Vigorosa promove torneio para atletas mais jovens (c/ vídeo)

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Vigorosa promoveu encontro de minibasquete em S. Romão do Coronado. Basquetebol tem cada vez mais adeptos entre os jovens.

Soou a buzina e teve início mais uma manhã de basquetebol no Pavilhão da EB 2/3 de S. Romão do Coronado. A Associação Cultural e Recreativa Vigorosa recebeu as equipas Paroquial, Alfenense, Baltar e Maia para uma concentração regular da Associação de Basquetebol do Porto – Comité Distrital de Minibasquete.

Leonardo Pinto e Xavier Campos são colegas de equipa no escalão de mini 12. Embora não tenha ganhado o jogo com o Alfenense, Xavier garante que a partida “correu bem”. Leonardo já pratica esta modalidade “há cinco ou seis anos”, sempre na Vigorosa: “Vi na televisão, achei que era giro e inscrevi-me”. À pergunta “gostas de jogar basquebol”, a resposta não se fez esperar, acompanhada por um sorriso sincero: “Adoro”. O amigo joga há menos tempo, “dois ou três anos”. “Comecei a jogar futebol, mas depois achei que o basquete era melhor”. Porquê? “Não sei… gosto mais”, garante.

Estes são apenas dois dos mais de 70 jovens que escolheram o basquetebol como modalidade preferida e que, todas as semanas, treinam sob o olhar atento dos treinadores.

João Silva, treinador do escalão mini 12, concorda com os jovens sobre o resultado da partida: “O jogo corre sempre bem”. “O que interessa neste escalão não é o resultado, mas sim a forma como é abordado aquilo que aprendem no treino. Este é um escalão de formação e o importante é que os jovens ganhem o gosto pelo basquetebol e que durante os jogos se sintam felizes”, garantiu. O técnico reconheceu que “ainda há muito trabalho pela frente”, pois este é um desporto “recente na Trofa”, que precisa de “mais notoriedade”.

Quem também está contente com o desenvolvimento da modalidade na associação é Paulo Queirós, dirigente da Vigorosa, diretamente ligado ao basquetebol. “Temos vindo a evoluir muito nos últimos tempos e estes encontros mensais são o reflexo disso mesmo, pois conseguimos ver a alegria e a vivacidades das crianças”, afirmou durante a iniciativa. O responsável não esquece que “é a partir destes escalões que se assegura o futuro da modalidade”.

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No entanto, este crescimento acarreta também algumas “dificuldades”. “Vamos tentar planear a próxima época com mais tempo para evitar alguns erros que ainda foram cometidos, mas também não nos podemos alargar muito, porque as condições económicas e infraestruturais não o permitem”, confessou. Para superar os problemas, Paulo Queirós garante que é necessário “encontrar outras formas de angariar dinheiro, que não apenas os patrocinadores e a autarquia”. Para isso, espera poder contar com “o apoio dos pais”, que, “nos últimos anos”, têm tido um “envolvimento muito bom”.

A Vigorosa reparte os treinos de basquetebol dos diversos escalões pelos pavilhões de S. Romão do Coronado, do Colégio da Trofa, da EB 2/3 Professor Napoleão Sousa Marques e da Escola Secundária da Trofa.

Para conhecer melhor o trabalho desenvolvido nesta modalidade desportiva, pode visitar o perfil no Facebook (procurar por “Vigorosa”).

 

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Ano 2011

O ano de 2012 não será uma hecatombe, mas…

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A passagem de mais um ano, obriga-nos a meditar sobre o ano que passou e o ano que está a chegar. Não é que se viva de recordações, mas elas são muito úteis para se poder fazer um balanço da nossa vida; de onde viemos, para onde vamos. É o tradicional «reveillon», talvez o mais triste dos últimos anos.

O ano que agora finda é provavelmente, aquele que mais afetou a vida de quase todos nós, que ainda por cá andamos. O ano que virá, não será uma hecatombe, mas será um ano de muitas falências, de desemprego, de recessão e de depressão. Será a continuação da crise, ainda mais agravada com o passar do tempo.

Não vai ser possível escapar a mais um ano de recessão e caos económico, uma situação que não vivemos desde a segunda guerra mundial. O ano que agora festejamos o seu fim, brindou os portugueses com algumas medidas de carácter económico, que fizeram abalar a “carteira” de muitos, a começar com os cortes, para alguns, nos subsídios de férias e de natal, no fim das borlas nas SCUT, o fim do passe social para todos e os diversos e sucessivos aumentos em produtos necessários ao nosso dia-a-dia.

A crise que estamos a atravessar é uma crise quase generalizada a todo o mundo: o Ocidente debate-se com uma grave crise económica, que dura há mais de três anos; a África continua com as suas tradicionais crises humanitárias, económicas e políticas; a Ásia está a viver um conjunto de problemas originados pelo crescimento económico muito rápido de diversos países. A crise – financeira, económica e social -, alastrou-se a todo o mundo e o ano de 2012 vai exigir um combate em todas as frentes, vai exigir soluções globais.

Os decisores políticos mundiais deverão ter em atenção algumas premissas para que o combate tenha o êxito desejado. Em primeiro lugar, deve ser dada a primazia da economia sobre as finanças, mas antes de tudo devem dar a primazia ao ser humano. Não se quer uma economia baseada no «capitalismo selvagem», mas uma economia centrada no homem. É no homem e para o homem e nos princípios da solidariedade, que a economia deve estar focada. Só assim é que faz sentido.

Vai ser preciso um combate eficaz à miséria, à fome, ao desemprego, que grassa por todo o mundo. Seguramente, o ano que se avizinha terá de ser um ano de grandes transformações, pois os desafios são tremendos. Vai ser preciso suster o descalabro das finanças públicas, deter o galopante crescendo da dívida soberana dos Estados e fazer crescer a economia.

A crise que o mundo está a atravessar interpela todos, pessoas e povos, homens e mulheres, jovens e menos jovens, empregadores e empregados, partidos políticos e grupos de reflexão a um profundo discernimento dos princípios e dos valores que estão na base da convivência social. A crise obriga a um empenhamento geral, numa séria reflexão sobre as causas e soluções de natureza política e económica não deixando de ter o homem como epicentro. Para o bem-estar da humanidade. Sempre!

José Maria Moreira da Silva

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moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

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Ano 2011

Grupo de Jovens de Guidões recria presépio

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O Grupo de jovens S. João Baptista de Guidões deu vida ao presépio, numa iniciativa que é já tradição na freguesia.

Para muitos o dia de Natal é sinónimo de descanso e convívio familiar, mas em Guidões cerca de duas dezenas de jovens abdicam do conforto do lar para dar vida ao nascimento de Jesus, recriando o Presépio ao Vivo.

O último domingo, 25 de dezembro, começou bem cedo para o grupo. Ainda o relógio da Igreja Paroquial, onde é encenado o presépio, não assinalava as 7 horas e já os primeiros elementos chegavam para ultimar os preparativos. “Há certas coisas que apenas podemos fazer no dia, como colocar decorações e trazer os animais”, explicou o presidente do grupo de jovens, José Pedro Campos. Depois de tudo colocado no devido sítio, os animais acomodados nas suas cercas e dos jovens vestirem os trajes da época, era altura de ensaiar a encenação que deveriam levar a cabo durante a eucaristia de Natal. “Este ano, para além do presépio, também fizemos uma pequena atuação no momento de Ação de Graças”, esclareceu o responsável.

Esta é uma iniciativa que o Grupo de Jovens S. João Baptista de Guidões desenvolve há já vários anos: “Naturalmente que dá bastante trabalho”. “Toda a estrutura foi criada de raiz e é da responsabilidade dos elementos do grupo que soldam, pregam, serram e fazem o que for necessário para que tudo esteja pronto no dia de Natal”, acrescentou José Pedro Campos.

Neste presépio existem anjos, pastores, reis, José, Maria e muitas outras personagens que recriam os relatos da Bíblia, como a aparição do anjo a Maria, a falta de lugar na hospedaria em Belém para José e Maria pernoitarem ou a fuga para o Egito, depois de Herodes ordenar a morte de todos os bebés.

O objetivo é “diversificar as cenas todos os anos para não se tornar monótono”. Se ainda não teve a oportunidade de visitar o Presépio ao Vivo, pode fazê-lo no dia 1 de janeiro entre as 14 e as 17.30 horas.

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