Vigorosa promoveu encontro de minibasquete em S. Romão do Coronado. Basquetebol tem cada vez mais adeptos entre os jovens.

Soou a buzina e teve início mais uma manhã de basquetebol no Pavilhão da EB 2/3 de S. Romão do Coronado. A Associação Cultural e Recreativa Vigorosa recebeu as equipas Paroquial, Alfenense, Baltar e Maia para uma concentração regular da Associação de Basquetebol do Porto – Comité Distrital de Minibasquete.

Leonardo Pinto e Xavier Campos são colegas de equipa no escalão de mini 12. Embora não tenha ganhado o jogo com o Alfenense, Xavier garante que a partida “correu bem”. Leonardo já pratica esta modalidade “há cinco ou seis anos”, sempre na Vigorosa: “Vi na televisão, achei que era giro e inscrevi-me”. À pergunta “gostas de jogar basquebol”, a resposta não se fez esperar, acompanhada por um sorriso sincero: “Adoro”. O amigo joga há menos tempo, “dois ou três anos”. “Comecei a jogar futebol, mas depois achei que o basquete era melhor”. Porquê? “Não sei… gosto mais”, garante.

Estes são apenas dois dos mais de 70 jovens que escolheram o basquetebol como modalidade preferida e que, todas as semanas, treinam sob o olhar atento dos treinadores.

João Silva, treinador do escalão mini 12, concorda com os jovens sobre o resultado da partida: “O jogo corre sempre bem”. “O que interessa neste escalão não é o resultado, mas sim a forma como é abordado aquilo que aprendem no treino. Este é um escalão de formação e o importante é que os jovens ganhem o gosto pelo basquetebol e que durante os jogos se sintam felizes”, garantiu. O técnico reconheceu que “ainda há muito trabalho pela frente”, pois este é um desporto “recente na Trofa”, que precisa de “mais notoriedade”.

Quem também está contente com o desenvolvimento da modalidade na associação é Paulo Queirós, dirigente da Vigorosa, diretamente ligado ao basquetebol. “Temos vindo a evoluir muito nos últimos tempos e estes encontros mensais são o reflexo disso mesmo, pois conseguimos ver a alegria e a vivacidades das crianças”, afirmou durante a iniciativa. O responsável não esquece que “é a partir destes escalões que se assegura o futuro da modalidade”.

No entanto, este crescimento acarreta também algumas “dificuldades”. “Vamos tentar planear a próxima época com mais tempo para evitar alguns erros que ainda foram cometidos, mas também não nos podemos alargar muito, porque as condições económicas e infraestruturais não o permitem”, confessou. Para superar os problemas, Paulo Queirós garante que é necessário “encontrar outras formas de angariar dinheiro, que não apenas os patrocinadores e a autarquia”. Para isso, espera poder contar com “o apoio dos pais”, que, “nos últimos anos”, têm tido um “envolvimento muito bom”.

A Vigorosa reparte os treinos de basquetebol dos diversos escalões pelos pavilhões de S. Romão do Coronado, do Colégio da Trofa, da EB 2/3 Professor Napoleão Sousa Marques e da Escola Secundária da Trofa.

Para conhecer melhor o trabalho desenvolvido nesta modalidade desportiva, pode visitar o perfil no Facebook (procurar por “Vigorosa”).

 

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