A ideia ruidosa saiu da cabeça do pároco José Ramos, que desde a primeira hora, assumiu estar do lado da população de Covelas na luta contra a construção de um aterro na freguesia. À sugestão do padre, o movimento respondeu com uma mobilização que abrandou o trânsito no centro da cidade.

O buzinão combina com muito o ruído que tem havido sobre este processo e que até chegou à Diocese do Porto, sob forma de cartas a visar o pároco de Covelas.