As verbas da autarquia para a empreitada da sede da Junta de S. Romão do Coronado continuam a dar que falar nas sessões da Assembleia de Freguesia.

 Numa sessão em que o relatório de gerência de 2012, que revela uma execução orçamental de 88 por cento, e a retificação do orçamento para introdução do saldo de pouco mais de 1700 euros foram aprovados com a abstenção do PS, a Assembleia de S. Romão ficou marcada pela discussão à volta das verbas que a autarquia se comprometeu a atribuir para as obras da Casa da Quinta de S. Romão, onde está sediada a Junta de Freguesia.

O assunto foi introduzido por Armindo Maia, primeiro secretario da mesa que assumiu o papel de presidente da Assembleia de Freguesia, que questionou o presidente do executivo sobre o “estado das transferências”, mostrando-se preocupado com o facto de “os deficientes estarem privados de aceder ao último piso” do edifício, já que ainda falta a colocação do elevador. Guilherme Ramos respondeu que “é grave quando não se transfere e faz-se crer que se transferiu”, aludindo ao título do boletim municipal que referia que a Câmara “comparticipou a obra em 210 mil euros”.

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