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Ano 2011

Trofenses apoiam Rui Silva

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O NT ouviu algumas personalidades do concelho que elogiam o trabalho de Rui Silva e apelam à sua continuidade na direção do Trofense.

O movimento gerou-se no final da época, altura em que a direção do Clube Desportivo Trofense terminou o mandato. A poucos dias de se elegerem os novos órgãos sociais do clube, o blogue de apoio ao clube, “SouTrofense”, lançou uma campanha em que publica mensagens de incentivo dos trofenses e jogadores a Rui Silva, pedindo-lhe para que continue a liderar os destinos do emblema mais representativo do concelho.

Ricardo Santos, administrador do blogue foi o primeiro a manifestar-se, considerando que “neste momento”, o clube “não pode perder um dos seus grandes obreiros”. “Entendo que esteja desapontado com a falta de apoios, mas abandonando agora poderia deixar o clube numa situação difícil. Qualquer sócio verifica que o clube está cada vez mais profissional e estruturado. Qualquer adepto sente-se encantado pela qualidade superior do futebol da nossa equipa. Ou seja, o clube está definitivamente no caminho certo. Nota-se que há uma política desportiva correta e que vai dar os seus frutos”, referiu.

O NT ouviu também algumas personalidades do concelho, que apelam à continuidade do presidente.

Joana Lima, presidente da Câmara Municipal, considera que falar sobre Rui Silva “é reconhecer o trabalho, o empenho e a entrega de um grande trofense, que conseguiu levar longe o nome da Trofa e o prestígio do desporto do nosso concelho”.

A edil referiu ainda o “excelente trabalho que realizou junto das camadas jovens, estimulando os mais novos a aproximarem-se do desporto e de um Clube que tem já mais de 80 anos de história”. “Olhando o futuro com orgulho e redobrada expectativa, esperamos que o presidente Rui Silva prossiga o seu trabalho à frente do Trofense”, concluiu.

Já António Azevedo, presidente da Junta de Freguesia de Santiago de Bougado salientou “o importante trabalho feito desde há três anos, quando levou o trofense à 1ª Divisão”. “Este ano lutou com todas as suas forças para que o Trofense voltasse à 1ª Liga. Claro que a experiência conta muito em atos de gestão e sendo um líder de uma direção como o Trofense é importante que ele não desanime e que apesar dos sacrifícios reveja a sua situação e volte a liderar o Trofense para o levar ao principal escalão de futebol”, salientou.

Como trofense e presidente da Junta de Freguesia de S. Martinho de Bougado, José Sá manifestou o seu “apreço” por Rui Silva e apelou “à sua continuidade” à frente dos destinos do clube, salientando ainda a “importância do apoio de todos os trofenses”.

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Adepto atento, o pároco Luciano Lagoa exaltou o “excelente trabalho” feito por Rui Silva nas camadas jovens. “Acho fundamental, diria quase imprescindível, que Rui Silva continue à frente dos destinos do Trofense. Ficava muito feliz por isso, mas todos têm de ajudar, como os sócios e todas as forças vivas da nossa terra, porque sozinho, não será possível levar por diante o projeto que foi iniciado”.

Esta ideia também é defendida por Tiago, capitão da equipa profissional do Trofense: “Apelo às empresas e patrocinadores para colaborarem e ajudarem o clube, porque só uma pessoa é complicado geri-lo e se Rui Silva sentir apoio, tudo se torna mais fácil”.

O jogador não teve mãos a medir no que toca aos elogios ao presidente. “É uma pessoa dedicada, que gosta do clube, e que está com o grupo de trabalho nos bons e nos maus momentos. A sua continuidade é muito importante para o futuro do clube”, concluiu.

A Assembleia Geral do Trofense realiza-se na segunda-feira (13 de junho), às 20 horas.

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Ano 2011

O ano de 2012 não será uma hecatombe, mas…

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A passagem de mais um ano, obriga-nos a meditar sobre o ano que passou e o ano que está a chegar. Não é que se viva de recordações, mas elas são muito úteis para se poder fazer um balanço da nossa vida; de onde viemos, para onde vamos. É o tradicional «reveillon», talvez o mais triste dos últimos anos.

O ano que agora finda é provavelmente, aquele que mais afetou a vida de quase todos nós, que ainda por cá andamos. O ano que virá, não será uma hecatombe, mas será um ano de muitas falências, de desemprego, de recessão e de depressão. Será a continuação da crise, ainda mais agravada com o passar do tempo.

Não vai ser possível escapar a mais um ano de recessão e caos económico, uma situação que não vivemos desde a segunda guerra mundial. O ano que agora festejamos o seu fim, brindou os portugueses com algumas medidas de carácter económico, que fizeram abalar a “carteira” de muitos, a começar com os cortes, para alguns, nos subsídios de férias e de natal, no fim das borlas nas SCUT, o fim do passe social para todos e os diversos e sucessivos aumentos em produtos necessários ao nosso dia-a-dia.

A crise que estamos a atravessar é uma crise quase generalizada a todo o mundo: o Ocidente debate-se com uma grave crise económica, que dura há mais de três anos; a África continua com as suas tradicionais crises humanitárias, económicas e políticas; a Ásia está a viver um conjunto de problemas originados pelo crescimento económico muito rápido de diversos países. A crise – financeira, económica e social -, alastrou-se a todo o mundo e o ano de 2012 vai exigir um combate em todas as frentes, vai exigir soluções globais.

Os decisores políticos mundiais deverão ter em atenção algumas premissas para que o combate tenha o êxito desejado. Em primeiro lugar, deve ser dada a primazia da economia sobre as finanças, mas antes de tudo devem dar a primazia ao ser humano. Não se quer uma economia baseada no «capitalismo selvagem», mas uma economia centrada no homem. É no homem e para o homem e nos princípios da solidariedade, que a economia deve estar focada. Só assim é que faz sentido.

Vai ser preciso um combate eficaz à miséria, à fome, ao desemprego, que grassa por todo o mundo. Seguramente, o ano que se avizinha terá de ser um ano de grandes transformações, pois os desafios são tremendos. Vai ser preciso suster o descalabro das finanças públicas, deter o galopante crescendo da dívida soberana dos Estados e fazer crescer a economia.

A crise que o mundo está a atravessar interpela todos, pessoas e povos, homens e mulheres, jovens e menos jovens, empregadores e empregados, partidos políticos e grupos de reflexão a um profundo discernimento dos princípios e dos valores que estão na base da convivência social. A crise obriga a um empenhamento geral, numa séria reflexão sobre as causas e soluções de natureza política e económica não deixando de ter o homem como epicentro. Para o bem-estar da humanidade. Sempre!

José Maria Moreira da Silva

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moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

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Ano 2011

Grupo de Jovens de Guidões recria presépio

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O Grupo de jovens S. João Baptista de Guidões deu vida ao presépio, numa iniciativa que é já tradição na freguesia.

Para muitos o dia de Natal é sinónimo de descanso e convívio familiar, mas em Guidões cerca de duas dezenas de jovens abdicam do conforto do lar para dar vida ao nascimento de Jesus, recriando o Presépio ao Vivo.

O último domingo, 25 de dezembro, começou bem cedo para o grupo. Ainda o relógio da Igreja Paroquial, onde é encenado o presépio, não assinalava as 7 horas e já os primeiros elementos chegavam para ultimar os preparativos. “Há certas coisas que apenas podemos fazer no dia, como colocar decorações e trazer os animais”, explicou o presidente do grupo de jovens, José Pedro Campos. Depois de tudo colocado no devido sítio, os animais acomodados nas suas cercas e dos jovens vestirem os trajes da época, era altura de ensaiar a encenação que deveriam levar a cabo durante a eucaristia de Natal. “Este ano, para além do presépio, também fizemos uma pequena atuação no momento de Ação de Graças”, esclareceu o responsável.

Esta é uma iniciativa que o Grupo de Jovens S. João Baptista de Guidões desenvolve há já vários anos: “Naturalmente que dá bastante trabalho”. “Toda a estrutura foi criada de raiz e é da responsabilidade dos elementos do grupo que soldam, pregam, serram e fazem o que for necessário para que tudo esteja pronto no dia de Natal”, acrescentou José Pedro Campos.

Neste presépio existem anjos, pastores, reis, José, Maria e muitas outras personagens que recriam os relatos da Bíblia, como a aparição do anjo a Maria, a falta de lugar na hospedaria em Belém para José e Maria pernoitarem ou a fuga para o Egito, depois de Herodes ordenar a morte de todos os bebés.

O objetivo é “diversificar as cenas todos os anos para não se tornar monótono”. Se ainda não teve a oportunidade de visitar o Presépio ao Vivo, pode fazê-lo no dia 1 de janeiro entre as 14 e as 17.30 horas.

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