Tulipa:

«Sabíamos que tínhamos de ser fortes, sem poder errar. Precisávamos de vencer, não o conseguimos porque o F.C. Porto é muito forte, com instinto matador nas situações de transição ofensiva e pecámos por não contrariar o adversário. Causámos algum perigo nas bolas paradas, mas quando o F.C. Porto se apanha em vantagem controla muito bem o jogo. Os resultados dos outros jogos acabaram por ser benéficos. Resta-nos motivar os jogadores e que recuperem sabendo que temos de ganhar. Desde que cheguei que sabia que íamos ter muitas dificuldades e que o percurso não ia ser rectilíneo, mas é nas curvas que os treinadores têm de ser fortes.»

Jesualdo Ferreira:

«Era quase uma questão de honra, vir discutir o resultado com a mesma atitude do resto do campeonato. O jogo correu-nos bem, mas também fizemos por isso. Não conseguimos controlar as bolas paradas do Trofense, mas quer na primeira, quer na segunda parte, o F.C. Porto foi seguro e aproveitou as oportunidades. Aproveitámos também a mobilidade dos nossos avançados e fomos justos vencedores. Era preciso chegar ao jogo com o Sp. Braga, no Dragão, com um bom registo de vitórias. Era importante conseguir outras motivações, depois de conquistado o campeonato. O F.C. Porto jogou bem e até possibilitou a entrada de jogadores com menos tempo e fazer do Ventura e do Stepanov campeões, por aquilo que trabalharam ao longo da época. Estamos no fim, sentimo-nos bem e somos um grupo sério. Não nos desunimos e esta é uma jornada positiva.»

«O F.C. Porto está a preparar-se para o Sp. Braga e para a final da Taça de Portugal. Faltam duas semanas e depois dos festejos inevitáveis e justos dos jogadores, era importante reunir de novo. Temos toda a confiança para ganhar ao Sp. Braga.»