O Trofense está numa verdadeira luta contra o tempo para conseguir reunir todas as condições no estádio para receber o jogo da segunda jornada que opõe o Trofense ao Leixões.

   As obras no recinto decorrem a bom ritmo, segundo afirma o vice-presidente Pedro Quintas. O responsável pelas obras afirmou, em declarações à imprensa, que devem estar reunidas todas as condições para se realizar o jogo, mesmo sem a bancada sul pronta. No entanto o clube espera pela luz verde da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, caso contrário não poderá utilizar o estádio oficialmente.

Durante esta semana têm sido colocados os novos postes de iluminação e muitos são aqueles que não perdem a oportunidade de ver o andamento das obras que a cada dia que passa vão transformando a casa do Trofense.

A bancada poente tem uma intervenção mais vincada, no sentido de dar as melhores condições à comunicação social e permitir as transmissões televisivas, o que nas antigas instalações não se verificava com total sucesso, devido à presença de postes que dificultavam a captura de imagens.

A intervenção na bancada norte "prende-se com o objectivo de preencher um requisito da liga, quanto ao número de lugares. Aqui, também, foram tidas em conta as imposições das televisões com mais um espaço para a colocação de uma câmara", referiu o responsável.

"As obras na bancada nascente baseiam-se na reformulação a nível da electricidade para uma maior luminosidade dentro dos camarotes. Aqui também, estamos a efectuar melhorias nas cadeiras dos camarotes empresariais, que não apresentavam as melhores condições. Por fim, a bancada sul, que é feita de raiz, vai albergar 1550 lugares, mais um espaço para uma câmara de televisão. Para além disso, esta bancada vai dispor ainda, de diversos serviços sociais (sanitários, bares, locais de convívio, sala para a comunicação social", adiantou Pedro Quintas.

Os percursos de segurança "não são esquecidos", assegurou o vice-presidente e também estão integrados no projecto das intervenções ao estádio.

O responsável congratula-se pela celeridade das intervenções, mesmo com alguma incerteza quanto à sua conclusão: "Uma obra que devia ser efectuada em seis meses, nós estamos a efectuá-la, em pouco mais de dois meses e meio. Estamos a fazer um grande esforço, mas acredito que será possível".