quant
Fique ligado

Edição 452

Trofa em Festa com Concurso de Rabanadas (c/video)

Publicado

em

 

Integrado na iniciativa “Trofa em Festa”, que decorreu na Rua Infante D. Henrique, o Concurso de Rabanadas contou com 28 concorrentes.

Grandes ou pequenas, com mel ou embebidas em vinho tinto, mais tradicionais ou excêntricas. Havia rabanadas para todos os gostos no concurso que a Associação Empresarial do Baixo Ave (AEBA) realizou em conjunto com mais uma iniciativa “Trofa em Festa”, na Rua Infante D. Henrique, em S. Martinho de Bougado.

Foram 28 os concorrentes que foram avaliados pelos dotes a confecionar um dos doces mais típicos da região na época natalícia. Hélia Fernandes, professora de Pastelaria e Panificação, foi um dos elementos do júri e ao NT confessou que, “inicialmente, as rabanadas tinham uma qualidade abaixo do esperado, mas depois quanto mais avançávamos a qualidade aumentava”. “Ao nível da apresentação, notava-se diferença, não era a simples rabanada, tinha molho, pinhão e nozes e isso refletiu-se no sabor”, explicou.

O odor, a textura e o sabor foram os critérios que ditaram a classificação. As rabanadas do Café Pims foram as que agradaram mais aos jurados. Jorge Peres, chef do Douro Azul (empresa de cruzeiros fluviais do rio Douro), também membro do júri, explicou que a rabanada vencedora “destacou-se pelo equilíbrio”. “Não estava demasiado seca nem demasiado mole e maçuda. O pequeno travor do limão estava lá, mas sem se sobrepor à canela e vice-versa. Estava muito bem frita por fora muito saborosa por dentro”, frisou, destacando que a decisão do júri “foi unânime”.

Maria de Lurdes Oliveira confecionou as rabanadas que ficaram em 2º lugar, enquanto o Café Sagitário levou o último lugar do pódio.

Segundo Manuel Pontes, presidente da AEBA, o concurso visava também destacar “a gastronomia da Trofa, que é um setor económico importante pela boa qualidade e bom nome exteriormente”.

A iniciativa “Trofa em Festa” teve mais uma edição, desta vez na Rua Infante D. Henrique e a tarde foi animada com um teatro musical, dança (Alvadance) e comédia. O Pai Natal também marcou presença para confraternizar com as crianças. Este é, segundo Manuel Pontes, “o contributo da AEBA para dinamizar o comércio tradicional”.

Publicidade

“Este projeto prevê a realização de ações de dinamização económica e social e de promoção da cidade, que tem como objetivos valorizar os aspetos diferenciadores, o potencial cultural, recreativo e desportivo da Trofa, fomentar a atratividade e a notoriedade da cidade e atrair visitantes e fixar residentes”, afirmou, acrescentando que “pretende-se sensibilizar os diferentes operadores económicos para a necessidade de contribuírem de forma eficaz para o desenvolvimento da imagem da cidade” e “só com o seu envolvimento, e da população, será possível criar dinâmicas de promoção e de atratividade da cidade da Trofa”.

Em paralelo, na praceta do Edifício Terraços do Infante, decorreu um mercado de Natal, dinamizado pelas lojas daquela zona.

A próxima edição do Trofa em Festa é já neste domingo, 22 de dezembro, entre as 15 e as 19 horas, com “um conjunto de animações” que vão decorrer nas ruas Abade Inácio Pimentel, Costa Ferreira, João Paulo II, Cesário Verde e Armindo Costa Azevedo

Continuar a ler...
Publicidade
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de email não será publicado.

Edição 452

Jovem de S. Romão lança livro com “testemunhos e reflexões pessoais”

Publicado

em

Por


Com 19 anos, Emanuel António Dias decidiu escrever “reflexões pessoais para dar a ver ao Mundo que, às vezes, nem sempre tudo tem que ter uma razão, que nem sempre tudo tem que fazer sentido e, ao mesmo tempo, mostrar que cada um de nós tem uma história que deve ser partilhada”. O jovem residente em S. Romão do Coronado vai lançar o livro “Porque nem tudo faz sentido…” a 5 de janeiro de 2014, às 17 horas, na Junta de Freguesia do Coronado .

A obra surgiu a partir dos textos escritos no blogue pessoal (www.porquenemtudofazsentido.blogspot.pt), que “começaram a ter algum sucesso”. “Depois de mais de 11000 visualizações e de incentivo de vários amigos decidi aventurar-me a transformar o blogue num livro de testemunhos e reflexões pessoais. Foi então que depois de ter enviado alguns emails para várias editoras, que recebi uma proposta da Chiado Editora para fazer a edição de um livro”, contou ao NT.

Na sinopse da obra, Emanuel António Dias refere que “reflexivo, calmo, mas também intempestivo, este livro leva-nos a refletir e a perceber que há muitas coisas importantes na nossa vida”. “Iremos perceber com ele que há diversos aspetos aos quais não damos o devido valor, mas que ainda estamos a tempo de valorizar”, frisa ainda.

Continuar a ler...

Edição 452

Natal 2013 – Mensagem do padre Alberto Vieira

Publicado

em

Por

Aproveito este meio de comunicação da nossa terra para saudar todos e cada um de vós.

Nestes dias festivos as saudades da terra são maiores, mas a alegria de estar no lugar onde se contribui para um mundo novo com valores novos do Evangelho animam a minha presença nesta terra de Moçambique onde cheguei, pela primeira vez, em 1989.

 

Maia é aquela que sabe transformar um curral de animais na casa de Jesus, com uns pobres paninhos e uma montanha de ternura.

É a Mãe do Evangelho vivente!

Há um estilo mariano na atividade evangelizadora da Igreja.

PAPA FRANCISCO, Ex. Ap. Evangelii Gaudium (286-288)

Publicidade

Natal 2013

Amados irmãos e irmãs. Queridos/as amigos/as

De novo estamos no Natal.

O tempo é sempre de vida e de VIDA em abundância, tanto humana (Natal) como divina (Páscoa).

Mas aqui em Moçambique os sinais de morte insistem em manifestar-se. O povo e a igreja lutam pela paz. Mas os grandes deste país teimam em resolver as diferenças pelas armas.

Neste momento de dor, angustia e desespero do povo moçambicano causado pelo regresso à guerra no país, queremos unir a nossa voz à voz do povo que clama pela paz e respeito da vida (Bispos de Moçambique).

Como sabem cheguei a Moçambique em 1989 durante a grande guerra civil. Depois das lágrimas rejubilei com a paz alcançada em 1992.

Publicidade

Experimentei guerra, paz e de novo guerra. Por isso faço minhas as palavras dos bispos de Moçambique: Exigimos que parem imediatamente toda a forma de hostilidades, confrontos armados e que se reabra o caminho do diálogo. O mesmo deve ser sincero e efetivo.

Só na paz e com paz se experimenta o Natal de Jesus, o Emanuel, (Deus connosco). Vivamos em paz e não nos cansemos de lutar por este dom divino para todos os povos e pessoas.

É dentro desta esperança que partilho convosco mais uma experiência de missão.

Hoje fui visitar a comunidade de Santa Clementina Anwarite de Nimama. Deveria levar o Nissan mas, não foi possível. Os meus irmãos, no regresso de Nampula, onde tinham ido com aquele carro, tiveram imensa sorte em cá chegar.

Assim logo na manhã de ontem viu-se uma mola partida, e de que maneira! Fez-se a reparação até perto das 15.00h. Só depois disso se descobriu também que o veio de ligação estava mesmo para cair. Se tal tivesse acontecido na viagem ficariam no caminho sem hipótese de reparação no local. Tentou-se reparar durante o dia de ontem mas não se conseguiu. Hoje foi-se fazer o serviço com um mecânico daqui de Ribaué. Só se terminou no final do dia.

Assim por causa da avaria do carro fui a Nimama numa mota alugada. Veio o Jak Lino a acompanhar-me. Levou-me 500,00 mts. Eu ofereci-lhe ainda a galinha que me deram como oferta da comunidade. Porém valeu a pena.

Na ida ainda fui a pé todo o percurso do costume quando vou de carro. Fiz isso para acompanhar o animador da zona de Mwaliwa e os cristãos da comunidade que vieram esperar-me. Acompanharam-me com os cantos de boas vindas ao longo de todo o percurso. No regresso, como o Jak tinha conseguido chegar até à capela, vim diretamente de mota até casa. Assim não tive de fazer o percurso de 35 minutos a pé como seria normal quando vou de carro. Neste caso tenho de o deixar antes do rio, na casa de um catequista para que esteja em segurança.

Publicidade

Durante as confissões lá em Nimama aconteceu uma coisa linda. Algo digno do Natal que se avizinha!

Aqui é normal, as mamãs virem confessar-se com as crianças às costas. Pois uma mamã tinha às costas a sua criança. Penso que com cerca de 2 anos. Enquanto a mamã se confessava a criança controlava o padre. E de que modo…! Estava sempre com os olhos fixos em mim. Depois quando chegou o momento de eu falar para a mãe ela fixou-se ainda mais atentamente, e sem medo, em mim.

No momento em que, para a absolvição, eu estendi as mãos sobre a cabeça da mamã, ele, fez o mesmo. Colocou as suas mãos na cabeça de sua mãe.

Que lindo sinal cristão realizou esta criança!

Viva a Missão!!!.

Um abraço de gratidão e amizade para todos/as.

Santo e alegre Natal e melhor ano 2014 cheio de Deus!

Publicidade

Vosso, fraternalmente, Alberto Vieira, mccj

Continuar a ler...

Edição Papel

Comer sem sair de casa?

Facebook

Farmácia de serviço

 

arquivo

Neste dia foi notícia...

Ver mais...

Covid-19

Pode ler também