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Edição 452

Assembleia de Covelas aprova Orçamento e Plano Plurianual de Investimento

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A Assembleia de Freguesia de Covelas reuniu-se na noite de segunda-feira, 16 de dezembro, em sessão ordinária, onde foi aprovado o Orçamento e o Plano Plurianual de Investimento para 2014.

Foram aprovados, com três abstenções dos eleitos do Partido Socialista, o Plano Plurianual de Investimento (PPI) e Orçamento para o ano de 2014. Para o próximo ano, o executivo da Junta de Freguesia de Covelas prevê ter 103.840 euros de receitas correntes e 35.851 de receitas de capital.

O presidente Feliciano Castro afirmou que o Orçamento é “uma previsão daquilo que pensa gastar”, deixando em aberto a possibilidade de “ao longo do ano ter que acertar valores que estão agora discriminados”, caso haja “uma situação em que se gasta mais do que noutra”. Já sobre o Plano Plurianual de Investimento, declarou que era “uma previsão” e “ideias” que tem “em mente de realizar”, não significando que sejam “feitas num primeiro ano”, já que “o mandato é de quatro anos”.

Depois da votação, Feliciano Castro acrescentou que houve “cortes à volta de 20 mil euros” em relação “aos valores” que a Junta recebia “quer da Câmara (da Trofa), quer do Fundo de Financiamento de Freguesias (FFF)”, o que para a freguesia de Covelas já é “um valor bastante significativo”. “Já é menos esse valor que contamos para poder fazer determinadas obras que podiam ser feitas mais rápido, mas serão executadas mais lentamente, porque temos que gerir os valores doutra maneira”, acrescentou.

Antero Castro, membro eleito pelo PS, questionou o presidente relativamente à situação do Protocolo de Delegação de Competências com a Câmara Municipal da Trofa. Feliciano Castro respondeu que “ainda não está feito” e que vai ser marcada “uma reunião para o aprovar”. Quanto ao protocolo, o presidente referiu que “os valores vão manter-se”, mas que há “mais competências”, como por exemplo “os arranjos de caminhos e de estradas”. “Essa parte leva muito dinheiro, uma vez que se for preciso deitar tapete de grande extensão, não temos grandes possibilidades de recorrer à Câmara, de fazer acordos ou outra situação”, denotou.

Já antes da apresentação deste ponto, Feliciano Castro mencionou que a situação financeira da Junta está “muito boa comparada com muitas outras”, tendo sido entregue pelo anterior executivo um saldo “à volta de 30 mil euros” e, entretanto, foram “recebidos valores que estavam atrasados da Câmara Municipal” e do FFF. O autarca está “convicto que no próximo ano vai ter que deitar mãos às obras prometidas, algumas delas que constam no PPI, entre elas o alargamento do cemitério, que é uma situação que se torna importante definir e começar a trabalhar”, sublinhou.

Já na discussão e aprovação da Tabela de Taxas e Licenças para o ano de 2014, Antero Castro declarou que existe “uma ata do executivo anterior” onde foi aprovada “uma taxa para a venda de sepulturas no cemitério”, assim como “a adjudicação da primeira fase de cemitério, que foi adjudicada a um empreiteiro”. Como a obra não avançou, o membro questionou se “o empreiteiro pediu indemnização”.

O presidente da Junta respondeu que “pelo que sabe” a adjudicação foi “suspensa” e que, quando começar “a tratar do cemitério, vai ser reativado todo processo”. “Penso que o valor que estava definido vai manter-se. Depois vamos ver, já passou mais tempo e talvez possa haver um reajustamento de valores, porque infelizmente está tudo para aumentar e não para descer”, explicou.

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Este ponto foi aprovado pela unanimidade dos presentes, assim como o Regimento da Assembleia e o Mapa de Pessoal para 2014. Já com a abstenção dos eleitos pelo PS, foi aprovado por maioria a Norma de controlo Interno da Junta.

 

Covelense propõe homenagem ao anterior presidente

Já no período de intervenção do público, Rui Silva questionou se seria “competência” da Junta de Freguesia ou da Câmara Municipal da Trofa a “colocação de uma paragem para autocarros perto da ponte de Portela”. Como “não há nenhuma”, os motoristas “alegam que não é obrigatório o autocarro lá ir”. Relativamente à “ponte junto ao apeadeiro”, Rui Silva quis saber “se é possível pôr umas barreiras para impedir a passagem de motos, tanto moto4 como de motocross”, que além de “deteriorar o piso, faz imenso barulho”.

Rui Silva propôs ainda “a atribuição do nome do antigo presidente da Junta”, Fernando Moreira, à “rotunda dos Cinco Caminhos”, por considerar que lhe deve ser feita “uma homenagem”.

Quanto à colocação de uma paragem, Feliciano Castro disse que iria ver de quem era a competência e que depois dizia “alguma coisa”. Já quanto à colocação de barreiras, o presidente avançou que a Junta de Freguesia “vai expor o problema” à REFER, mencionando que “não será muito fácil” a colocação de uma “barreira para impedir as motos, pois vai impedir a passagem de pessoas”.

A presidente da mesa da Assembleia, Laurinda Martins, recordou que já “há dois anos” entrou em contacto com a REFER. Na altura, “os engenheiros puseram uma barreira pequena” e disseram que “não podiam esticá-la mais, porque tem que ter largura suficiente para passar uma cadeira de rodas”.

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Relativamente à homenagem, Feliciano Castro reconheceu ser “uma boa ideia”, que vai ser estudada.

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Edição 452

Jovem de S. Romão lança livro com “testemunhos e reflexões pessoais”

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Com 19 anos, Emanuel António Dias decidiu escrever “reflexões pessoais para dar a ver ao Mundo que, às vezes, nem sempre tudo tem que ter uma razão, que nem sempre tudo tem que fazer sentido e, ao mesmo tempo, mostrar que cada um de nós tem uma história que deve ser partilhada”. O jovem residente em S. Romão do Coronado vai lançar o livro “Porque nem tudo faz sentido…” a 5 de janeiro de 2014, às 17 horas, na Junta de Freguesia do Coronado .

A obra surgiu a partir dos textos escritos no blogue pessoal (www.porquenemtudofazsentido.blogspot.pt), que “começaram a ter algum sucesso”. “Depois de mais de 11000 visualizações e de incentivo de vários amigos decidi aventurar-me a transformar o blogue num livro de testemunhos e reflexões pessoais. Foi então que depois de ter enviado alguns emails para várias editoras, que recebi uma proposta da Chiado Editora para fazer a edição de um livro”, contou ao NT.

Na sinopse da obra, Emanuel António Dias refere que “reflexivo, calmo, mas também intempestivo, este livro leva-nos a refletir e a perceber que há muitas coisas importantes na nossa vida”. “Iremos perceber com ele que há diversos aspetos aos quais não damos o devido valor, mas que ainda estamos a tempo de valorizar”, frisa ainda.

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Natal 2013 – Mensagem do padre Alberto Vieira

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Aproveito este meio de comunicação da nossa terra para saudar todos e cada um de vós.

Nestes dias festivos as saudades da terra são maiores, mas a alegria de estar no lugar onde se contribui para um mundo novo com valores novos do Evangelho animam a minha presença nesta terra de Moçambique onde cheguei, pela primeira vez, em 1989.

 

Maia é aquela que sabe transformar um curral de animais na casa de Jesus, com uns pobres paninhos e uma montanha de ternura.

É a Mãe do Evangelho vivente!

Há um estilo mariano na atividade evangelizadora da Igreja.

PAPA FRANCISCO, Ex. Ap. Evangelii Gaudium (286-288)

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Natal 2013

Amados irmãos e irmãs. Queridos/as amigos/as

De novo estamos no Natal.

O tempo é sempre de vida e de VIDA em abundância, tanto humana (Natal) como divina (Páscoa).

Mas aqui em Moçambique os sinais de morte insistem em manifestar-se. O povo e a igreja lutam pela paz. Mas os grandes deste país teimam em resolver as diferenças pelas armas.

Neste momento de dor, angustia e desespero do povo moçambicano causado pelo regresso à guerra no país, queremos unir a nossa voz à voz do povo que clama pela paz e respeito da vida (Bispos de Moçambique).

Como sabem cheguei a Moçambique em 1989 durante a grande guerra civil. Depois das lágrimas rejubilei com a paz alcançada em 1992.

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Experimentei guerra, paz e de novo guerra. Por isso faço minhas as palavras dos bispos de Moçambique: Exigimos que parem imediatamente toda a forma de hostilidades, confrontos armados e que se reabra o caminho do diálogo. O mesmo deve ser sincero e efetivo.

Só na paz e com paz se experimenta o Natal de Jesus, o Emanuel, (Deus connosco). Vivamos em paz e não nos cansemos de lutar por este dom divino para todos os povos e pessoas.

É dentro desta esperança que partilho convosco mais uma experiência de missão.

Hoje fui visitar a comunidade de Santa Clementina Anwarite de Nimama. Deveria levar o Nissan mas, não foi possível. Os meus irmãos, no regresso de Nampula, onde tinham ido com aquele carro, tiveram imensa sorte em cá chegar.

Assim logo na manhã de ontem viu-se uma mola partida, e de que maneira! Fez-se a reparação até perto das 15.00h. Só depois disso se descobriu também que o veio de ligação estava mesmo para cair. Se tal tivesse acontecido na viagem ficariam no caminho sem hipótese de reparação no local. Tentou-se reparar durante o dia de ontem mas não se conseguiu. Hoje foi-se fazer o serviço com um mecânico daqui de Ribaué. Só se terminou no final do dia.

Assim por causa da avaria do carro fui a Nimama numa mota alugada. Veio o Jak Lino a acompanhar-me. Levou-me 500,00 mts. Eu ofereci-lhe ainda a galinha que me deram como oferta da comunidade. Porém valeu a pena.

Na ida ainda fui a pé todo o percurso do costume quando vou de carro. Fiz isso para acompanhar o animador da zona de Mwaliwa e os cristãos da comunidade que vieram esperar-me. Acompanharam-me com os cantos de boas vindas ao longo de todo o percurso. No regresso, como o Jak tinha conseguido chegar até à capela, vim diretamente de mota até casa. Assim não tive de fazer o percurso de 35 minutos a pé como seria normal quando vou de carro. Neste caso tenho de o deixar antes do rio, na casa de um catequista para que esteja em segurança.

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Durante as confissões lá em Nimama aconteceu uma coisa linda. Algo digno do Natal que se avizinha!

Aqui é normal, as mamãs virem confessar-se com as crianças às costas. Pois uma mamã tinha às costas a sua criança. Penso que com cerca de 2 anos. Enquanto a mamã se confessava a criança controlava o padre. E de que modo…! Estava sempre com os olhos fixos em mim. Depois quando chegou o momento de eu falar para a mãe ela fixou-se ainda mais atentamente, e sem medo, em mim.

No momento em que, para a absolvição, eu estendi as mãos sobre a cabeça da mamã, ele, fez o mesmo. Colocou as suas mãos na cabeça de sua mãe.

Que lindo sinal cristão realizou esta criança!

Viva a Missão!!!.

Um abraço de gratidão e amizade para todos/as.

Santo e alegre Natal e melhor ano 2014 cheio de Deus!

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Vosso, fraternalmente, Alberto Vieira, mccj

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