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Ano 2011

Trofa com página de internet sobre Riscos Naturais e Tecnológicos

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Autarquia trofense lançou site sobre Prevenção e Gestão de Riscos Naturais e Tecnológicos.

Riscostrofa.com é o mais recente projeto online da Câmara Municipal da Trofa. Esta página web já está disponível e surge na sequência de uma candidatura autárquica ao Eixo Prioritário III – Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial – Prevenção e Gestão de Riscos Naturais e Tecnológicos – ações imateriais com a designação de Sistema de Prevenção e Gestão de Riscos Naturais e Tecnológicos do Concelho da Trofa.

Através deste sistema “será possível dinamizar os Clubes de Proteção Civil, disponibilizar informação em rede, desenvolver uma cultura de segurança e prevenção, promover uma cidadania ativa, identificar riscos e promover atitudes adequadas em situações de emergência”, explicou fonte da autarquia.

O Sistema de Prevenção e Gestão de Riscos Naturais e Tecnológicos do concelh “engloba dois tipos de operações: a Elaboração de um estudo cartográfico de riscos naturais e tecnológicos, o qual contempla a avaliação da suscetibilidade, perigosidade, vulnerabilidade da área do concelho e a criação de um Plano de Sensibilização para a Prevenção de Riscos Naturais e Tecnológicos”, explanou a mesma fonte.

Este sistema tem como objetivos “a avaliação da possibilidade de ocorrência de um fenómeno perigoso, num determinado período de tempo e numa dada área, a avaliação da vulnerabilidade a um perigo de determinada magnitude, a criação de instrumentos de âmbito municipal, destinados a suprir as lacunas existentes tanto na área da proteção civil bem como do ordenamento do território”.

Paralelamente, com este projeto, a autarquia quer “educar para a prevenção, promovendo atitudes adequadas em situações de emergência, bem como fazer o enquadramento da comunidade escolar enquanto agente ativo de um desenvolvimento equilibrado e sustentável da região”.

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Este projeto vai implicar a elaboração de um plano de caracterização multirriscos da rede viária municipal, que possa vir a resultar num instrumento de planeamento, de prevenção e de operacionalização, que vá de encontro à Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária e que permita a própria elaboração do Plano Municipal de Segurança Rodoviária.

“O município da Trofa tem apostado numa política de Proteção Civil orientada para a segurança de pessoas e de bens, prevenindo os riscos naturais ou provocados pela ação humana. No sentido de incrementar o conhecimento e ação pró-ativa junto da população acerca do tema da Proteção Civil, com especial enfoque nos riscos naturais e tecnológicos, a Câmara Municipal da Trofa vai implementar uma ação de informação e sensibilização junto de diversos públicos-alvo”, anunciou fonte da autarquia.

A candidatura apresentada pela Câmara Municipal da Trofa, com um custo total elegível de 284.389 euros, até ao montante máximo de 199.072 euros de comparticipação pelo FEDER (Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional), corresponde a uma taxa de cofinanciamento de 70 por cento do custo total elegível da operação.

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Ano 2011

O ano de 2012 não será uma hecatombe, mas…

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A passagem de mais um ano, obriga-nos a meditar sobre o ano que passou e o ano que está a chegar. Não é que se viva de recordações, mas elas são muito úteis para se poder fazer um balanço da nossa vida; de onde viemos, para onde vamos. É o tradicional «reveillon», talvez o mais triste dos últimos anos.

O ano que agora finda é provavelmente, aquele que mais afetou a vida de quase todos nós, que ainda por cá andamos. O ano que virá, não será uma hecatombe, mas será um ano de muitas falências, de desemprego, de recessão e de depressão. Será a continuação da crise, ainda mais agravada com o passar do tempo.

Não vai ser possível escapar a mais um ano de recessão e caos económico, uma situação que não vivemos desde a segunda guerra mundial. O ano que agora festejamos o seu fim, brindou os portugueses com algumas medidas de carácter económico, que fizeram abalar a “carteira” de muitos, a começar com os cortes, para alguns, nos subsídios de férias e de natal, no fim das borlas nas SCUT, o fim do passe social para todos e os diversos e sucessivos aumentos em produtos necessários ao nosso dia-a-dia.

A crise que estamos a atravessar é uma crise quase generalizada a todo o mundo: o Ocidente debate-se com uma grave crise económica, que dura há mais de três anos; a África continua com as suas tradicionais crises humanitárias, económicas e políticas; a Ásia está a viver um conjunto de problemas originados pelo crescimento económico muito rápido de diversos países. A crise – financeira, económica e social -, alastrou-se a todo o mundo e o ano de 2012 vai exigir um combate em todas as frentes, vai exigir soluções globais.

Os decisores políticos mundiais deverão ter em atenção algumas premissas para que o combate tenha o êxito desejado. Em primeiro lugar, deve ser dada a primazia da economia sobre as finanças, mas antes de tudo devem dar a primazia ao ser humano. Não se quer uma economia baseada no «capitalismo selvagem», mas uma economia centrada no homem. É no homem e para o homem e nos princípios da solidariedade, que a economia deve estar focada. Só assim é que faz sentido.

Vai ser preciso um combate eficaz à miséria, à fome, ao desemprego, que grassa por todo o mundo. Seguramente, o ano que se avizinha terá de ser um ano de grandes transformações, pois os desafios são tremendos. Vai ser preciso suster o descalabro das finanças públicas, deter o galopante crescendo da dívida soberana dos Estados e fazer crescer a economia.

A crise que o mundo está a atravessar interpela todos, pessoas e povos, homens e mulheres, jovens e menos jovens, empregadores e empregados, partidos políticos e grupos de reflexão a um profundo discernimento dos princípios e dos valores que estão na base da convivência social. A crise obriga a um empenhamento geral, numa séria reflexão sobre as causas e soluções de natureza política e económica não deixando de ter o homem como epicentro. Para o bem-estar da humanidade. Sempre!

José Maria Moreira da Silva

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moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

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Ano 2011

Grupo de Jovens de Guidões recria presépio

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O Grupo de jovens S. João Baptista de Guidões deu vida ao presépio, numa iniciativa que é já tradição na freguesia.

Para muitos o dia de Natal é sinónimo de descanso e convívio familiar, mas em Guidões cerca de duas dezenas de jovens abdicam do conforto do lar para dar vida ao nascimento de Jesus, recriando o Presépio ao Vivo.

O último domingo, 25 de dezembro, começou bem cedo para o grupo. Ainda o relógio da Igreja Paroquial, onde é encenado o presépio, não assinalava as 7 horas e já os primeiros elementos chegavam para ultimar os preparativos. “Há certas coisas que apenas podemos fazer no dia, como colocar decorações e trazer os animais”, explicou o presidente do grupo de jovens, José Pedro Campos. Depois de tudo colocado no devido sítio, os animais acomodados nas suas cercas e dos jovens vestirem os trajes da época, era altura de ensaiar a encenação que deveriam levar a cabo durante a eucaristia de Natal. “Este ano, para além do presépio, também fizemos uma pequena atuação no momento de Ação de Graças”, esclareceu o responsável.

Esta é uma iniciativa que o Grupo de Jovens S. João Baptista de Guidões desenvolve há já vários anos: “Naturalmente que dá bastante trabalho”. “Toda a estrutura foi criada de raiz e é da responsabilidade dos elementos do grupo que soldam, pregam, serram e fazem o que for necessário para que tudo esteja pronto no dia de Natal”, acrescentou José Pedro Campos.

Neste presépio existem anjos, pastores, reis, José, Maria e muitas outras personagens que recriam os relatos da Bíblia, como a aparição do anjo a Maria, a falta de lugar na hospedaria em Belém para José e Maria pernoitarem ou a fuga para o Egito, depois de Herodes ordenar a morte de todos os bebés.

O objetivo é “diversificar as cenas todos os anos para não se tornar monótono”. Se ainda não teve a oportunidade de visitar o Presépio ao Vivo, pode fazê-lo no dia 1 de janeiro entre as 14 e as 17.30 horas.

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