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Edição 664

Trabalhadores da Preh em greve (C/Vídeo)

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Aumento salarial e fim do trabalho ao sábado fazem parte das reivindicações.

Joaquina Silva diz, em jeito de brincadeira, que “já tem uma costela” na Preh. Trabalhadora desta empresa “há 46 anos”, integrou o grupo de cerca de meia centena de pessoas que se manifestou em frente à empresa, no dia 8 de março.
A greve, aplicada em cada duas horas por turno durante um dia, tinha como objetivo a luta “contra a discriminação salarial e a bolsa de horas” e a reivindicação por “aumentos salariais”. “Ganhamos pouco em relação ao que trabalhamos e o aumento que recebemos vai para os descontos, nem se dá por ele”, afirmou.
Daniel Sampaio, dirigente sindical, explicou que “nos últimos seis anos, esta empresa ultrapassou os 75 milhões de euros de lucro e está a aplicar ajustamentos salariais muito longe de manter o salário real que não dá uma média de um por cento por ano”.
Apesar de o fazer “há 11 ou 12 anos”, Joaquina Silva também foi um dos rostos contra o trabalho aos “sábados”. No rol de reivindicações está também “a gestão legal da bolsa de horas”. Segundo Daniel Sampaio, os trabalhadores já demonstram “saturação”, porque “já perceberam que desta forma também estão a ver reduzido o seu salário”.
A dimensão da precariedade na empresa também não agrada aos trabalhadores. Daniel Sampaio afirmou que a empresa “tem recorrido, sistematicamente, a trabalho temporário, mesmo tendo todas as condições para ter as pessoas numa situação de efetividade”, chegando ao ponto de “atingir 50 por cento em relação ao total dos trabalhadores”. Segundo números do sindicato, “a Preh Portugal emprega 724 trabalhadores na área da produção direta, sendo 362 permanentes, 158 com contrato a termo certo e 204 são de prestadores de serviços”.
A TrofaTv tentou ouvir a administração da Preh, mas esta não quis prestar declarações.

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A DECO aconselha

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Vai comprar carro usado?
Esta informação é para si.

O aumento de anúncios de venda de veículos usados em plataformas virtuais e nas redes sociais, aliado à maior facilidade de acesso ao crédito, exigem maiores cuidados na compra e uma fiscalização mais apertada deste comércio. Os carros em segunda mão podem ser um bom negócio, se existir total transparência desde o anúncio até à compra.
Frequentemente existe falta de correspondência entre o vendedor anunciante nos anúncios online e o vendedor real. Essa divergência causa uma permanente confusão para o consumidor e tem consequências diretas nos seus direitos. As vendas entre particulares não estão abrangidas pela garantia legal, mas quando realizadas por um profissional do sector automóvel, sim!
Na compra de um carro usado, o consumidor tem direito a garantia de 2 anos, ainda que a mesma possa ser reduzida legalmente a um ano, se este o aceitar por escrito, sendo esta já uma prática generalizada no mercado português.
Porém, chegam à DECO denúncias de casos manifestamente ilegais em que se faz depender a vigência da garantia de um carro usado a determinados componentes, como é o caso do motor e caixa de velocidades.
Outros exemplos de ilegalidades neste negócio de veículos a “bom preço” são a exclusão total da garantia ou a sua redução a apenas 6 meses. São ainda conhecidos casos em que é transmitido ao consumidor que terá de pagar para beneficiar da garantia que a própria lei lhe confere, afastando-se o vendedor da sua responsabilidade.
A DECO condena estas práticas ilegais que afetam os interesses económicos dos consumidores, denunciando à entidade fiscalizadora todas as situações que sejam do nosso conhecimento.
Estamos perto de si, para informar, denunciar, apoiar e mediar os conflitos de consumo de todos os consumidores que se encontrem nestas circunstâncias.

Para mais informações, dirija-se à DECO Norte na Rua da Torrinha, 228H, 5º, 4050-610 Porto ou através do e-mail deco.norte@deco.pt

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Alunos de Alvarelhos alertam para o desperdício alimentar (C/Vídeo)

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Para os alunos de uma turma do 6.º ano da Escola Básica do Castro, em Alvarelhos, as idas à cantina da escola passaram a ser mais do que um momento de saborear a refeição. O desperdício do almoço por parte de alguns colegas não os deixou indiferentes, por isso decidiram trabalhar o tema para sensibilizar a comunidade.

“Na escola, há exemplos de pessoas que pegam no tabuleiro, dão a volta à cantina e não comem. Muitas vezes é por não gostarem da comida, outras vezes é a pressa de irem brincar”, explicou a aluna Diana Miranda. Por isso, e porque pequenas atitudes podem fazer uma grande diferença, a turma decidiu elaborar “cartazes para sensibilizar as pessoas a não desperdiçar comida”, completou Tomás Madureira. Além disso, Miguel Moreira é o autor de uma animação que pretende alertar para o tema.
Dados de 2016, ano nacional do combate ao desperdício alimentar, mostravam que cada português desperdiça em média 132 quilos de comida por ano. Um número que, no conjunto da União Europeia, chega aos 89 milhões de toneladas.
Este é um dos principais problemas a nível económico, ambiental e social e preocupa também esta turma.
“Eu acho que não se deve desperdiçar comida, porque há pessoas na rua que não têm e nós que temos não sabemos dar valor”, afirmou Tomás.
A Delegação da Trofa da Cruz Vermelha Portuguesa não ficou indiferente a esta questão e viu nestes alunos bons aliados para mudar hábitos e educar as gerações futuras. “Eles sentiram que, se calhar, há colegas que precisam e que querem comer a segunda vez e não conseguem e há outros a desperdiçar”, explicou Carla Lima, coordenadora do projeto Trofa 3G – Motor de Oportunidades. “Notar que meninos de 11 anos estão atentos a isto por um lado é preocupante, porque é sinal que é muito visível, mas por outro é importante, porque percebe-se que já têm valores de cidadania e se preocupam com os outros”, acrescentou.
Para reduzir os números associados ao desperdício alimentar, pode fazer coisas simples como verificar o prazo de validade dos produtos que vai comprar, fazer uma lista de compras ou organizar o frigorífico colocando mais perto os produtos com menor prazo de validade.

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