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Edição 664

Medicamentos da Bial chegam à Coreia do Sul

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A Bial vai começar a comercializar, a partir de 2020, medicamentos na Coreia do Sul, passando para 60 o número de países em que a farmacêutica tem medicamentos já comercializados ou licenciados.
Os medicamentos inovadores, Zebinix®, para o tratamento da epilepsia, e Ongentys®, para doentes de Parkinson e flutuações motoras que não estão controlados com outras terapêuticas, passam assim a estar disponíveis naquele país.
Com o objetivo de “conquistar um novo mercado”, a Bial considera ter escolhido “bons parceiros, com experiência na área terapêutica do sistema nervoso central”, e espera que, “dentro de alguns anos, possa ser possível comercializar estes medicamentos inovadores na Coreia do Sul”, afirmou António Portela, CEO da Bial.
Estima-se que a doença de Par-kinson afete mais de 50 milhões de pessoas no mundo. Na Europa, diz a Associação Europeia da Doença de Parkinson, são cerca de 6,2 milhões e na Coreia do Sul, segundo dados de 2016, do Health Insurance Review & Assessment Service, existem cerca de 150.000 pacientes com epilepsia e, aproximadamente, 96.500 com Doença de Parkinson.
A BIAL tem centrado a sua atividade na Investigação e Desenvolvimento (I&D) de novos medicamentos, nomeadamente nas neurociências, investindo, em média, nos últimos anos, 20 por cento da sua faturação anual. A empresa, sediada no Coronado, é a que mais investe, a nível nacional, em investigação e desenvolvimento, “com 38,7 milhões de euros, ocupando a 445.ª posição no ranking das 1000 empresas Europeias que mais investem em I&D”.

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A DECO aconselha

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Vai comprar carro usado?
Esta informação é para si.

O aumento de anúncios de venda de veículos usados em plataformas virtuais e nas redes sociais, aliado à maior facilidade de acesso ao crédito, exigem maiores cuidados na compra e uma fiscalização mais apertada deste comércio. Os carros em segunda mão podem ser um bom negócio, se existir total transparência desde o anúncio até à compra.
Frequentemente existe falta de correspondência entre o vendedor anunciante nos anúncios online e o vendedor real. Essa divergência causa uma permanente confusão para o consumidor e tem consequências diretas nos seus direitos. As vendas entre particulares não estão abrangidas pela garantia legal, mas quando realizadas por um profissional do sector automóvel, sim!
Na compra de um carro usado, o consumidor tem direito a garantia de 2 anos, ainda que a mesma possa ser reduzida legalmente a um ano, se este o aceitar por escrito, sendo esta já uma prática generalizada no mercado português.
Porém, chegam à DECO denúncias de casos manifestamente ilegais em que se faz depender a vigência da garantia de um carro usado a determinados componentes, como é o caso do motor e caixa de velocidades.
Outros exemplos de ilegalidades neste negócio de veículos a “bom preço” são a exclusão total da garantia ou a sua redução a apenas 6 meses. São ainda conhecidos casos em que é transmitido ao consumidor que terá de pagar para beneficiar da garantia que a própria lei lhe confere, afastando-se o vendedor da sua responsabilidade.
A DECO condena estas práticas ilegais que afetam os interesses económicos dos consumidores, denunciando à entidade fiscalizadora todas as situações que sejam do nosso conhecimento.
Estamos perto de si, para informar, denunciar, apoiar e mediar os conflitos de consumo de todos os consumidores que se encontrem nestas circunstâncias.

Para mais informações, dirija-se à DECO Norte na Rua da Torrinha, 228H, 5º, 4050-610 Porto ou através do e-mail deco.norte@deco.pt

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Alunos de Alvarelhos alertam para o desperdício alimentar (C/Vídeo)

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Para os alunos de uma turma do 6.º ano da Escola Básica do Castro, em Alvarelhos, as idas à cantina da escola passaram a ser mais do que um momento de saborear a refeição. O desperdício do almoço por parte de alguns colegas não os deixou indiferentes, por isso decidiram trabalhar o tema para sensibilizar a comunidade.

“Na escola, há exemplos de pessoas que pegam no tabuleiro, dão a volta à cantina e não comem. Muitas vezes é por não gostarem da comida, outras vezes é a pressa de irem brincar”, explicou a aluna Diana Miranda. Por isso, e porque pequenas atitudes podem fazer uma grande diferença, a turma decidiu elaborar “cartazes para sensibilizar as pessoas a não desperdiçar comida”, completou Tomás Madureira. Além disso, Miguel Moreira é o autor de uma animação que pretende alertar para o tema.
Dados de 2016, ano nacional do combate ao desperdício alimentar, mostravam que cada português desperdiça em média 132 quilos de comida por ano. Um número que, no conjunto da União Europeia, chega aos 89 milhões de toneladas.
Este é um dos principais problemas a nível económico, ambiental e social e preocupa também esta turma.
“Eu acho que não se deve desperdiçar comida, porque há pessoas na rua que não têm e nós que temos não sabemos dar valor”, afirmou Tomás.
A Delegação da Trofa da Cruz Vermelha Portuguesa não ficou indiferente a esta questão e viu nestes alunos bons aliados para mudar hábitos e educar as gerações futuras. “Eles sentiram que, se calhar, há colegas que precisam e que querem comer a segunda vez e não conseguem e há outros a desperdiçar”, explicou Carla Lima, coordenadora do projeto Trofa 3G – Motor de Oportunidades. “Notar que meninos de 11 anos estão atentos a isto por um lado é preocupante, porque é sinal que é muito visível, mas por outro é importante, porque percebe-se que já têm valores de cidadania e se preocupam com os outros”, acrescentou.
Para reduzir os números associados ao desperdício alimentar, pode fazer coisas simples como verificar o prazo de validade dos produtos que vai comprar, fazer uma lista de compras ou organizar o frigorífico colocando mais perto os produtos com menor prazo de validade.

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