tcaA responsabilidade de cada um na sustentabilidade social, foi o tema escolhido para a 25ª sessão do Fórum TCA, que se realizou na passada quinta-feira, na instituição TCA – Electrum Trofa. Na iniciativa estiveram ainda expostos os bordados realizados pelos formandos do Curso de Formação TCA a decorrer na Associação de Solidariedade Social do Coronado – ASCOR.

 “A responsabilidade social é um contributo para o desenvolvimento sustentável das empresas” que deverão ter “uma visão integrada dos seus resultados sociais, ambientais e económicos”, afirmou Helena Gonçalves, oradora convidada da Universidade Católica do Porto para a 25ª sessão do fórum TCA.

Esta opinião é também partilhada por Carlos Martins, responsável pela empresa Electrum Trofa, Instituição TCA onde decorreu a iniciativa. “A sustentabilidade social era um assunto que não se conhecia e começou a aplicar-se porque havia necessidade de haver uma responsabilização na sociedade e esses agentes intervenientes são o Governo, os políticos, os empresários, ou seja, todos os que tem alguma influência em factores de decisão”, explicou.

A responsabilidade de cada um na sustentabilidade social, foi o tema escolhido para a 25ª sessão do Fórum TCA, que se realizou na instituição TCA – Electrum Trofa, e que contou com a participação de cerca de duas dezenas de pessoas.

Segundo o responsável a Electrum Trofa também tem responsabilidades sociais. “A empresa faz o que pode em termos de sustentabilidade social que é pagar os ordenados a tempo e horas e todos os encargos, aos 25 empregados. Depois temos a responsabilidade de incentivar os funcionários com prémios, seguro de saúde, mais onze dias de férias, para complementar o esforço que todos têm ao longo do ano. Também integramos aqui na empresa jovens em acções profissionais de estágios, inclusive jovens com mau aproveitamento escolar, ou com deficiência”, acrescentou.

Durante o fórum puderam ainda ser apreciados os bordados das alunas do Curso de Formação TCA a decorrer na Associação de Solidariedade Social do Coronado – ASCOR.

Albertina Pereira, responsável pelo curso, explicou a importância dos bordados na responsabilidade social: “os bordados também são uma forma de sustentabilidade social, porque existe um querer saber e aprender e para ocupação dos tempos livres”.

Os bordados são para as 10 alunas do curso iniciado pelo TCA um “escape ao stress e ao trabalho, porque enquanto se mete e tira a agulha pensa-se noutra coisa, não se pensa nos problemas do dia-a-dia”, referiu.