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Ano 2011

Taça da Liga: Trofense empata com golo “número 100” de Reguila

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Trofense e Leixões empataram hoje na Trofa, 1-1, em encontro da primeira jornada da primeira fase do Grupo A da Taça da Liga em futebol, com os dois golos a resultarem da marcação de grandes penalidades.

Reguila e Fangueiro converteram as grandes penalidades, uma a abrir a partida (03 minutos), para os donos da “casa”, e outra nos descontos (90+4).

No primeiro jogo oficial da época 2011/12, os treinadores António Sousa e Litos apostaram em “onzes” iniciais já com muitos reforços.

Do lado dos trofenses, destaque para as estreias de Elvis (ex-Feirense) e de Pedro Araújo (ex-Beira-Mar) na defesa e de edú (emprestado pelo FC Porto) no meio campo.

Os leixonenses alinharam com Diego Mourão, o melhor marcador do Vizela da II Divisão na época passada, como ponta de lança, Waldson (ex-Bahia) nas redes, e André Carvalho (ex-Varzim), Joel (ex-Ermis Aradippou), Weslem (ex-Penafiel), Capela (ex-Milheiroense) e Florent (ex-Le Havre).

Depois de uma pré-epoca atribulada por ter caído num quase vazio diretivo e ainda sem ter terminado de constituir o seu plantel, o Trofense começou as competições oficiais com o pé direito.

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No primeiro lance de jogo, estavam decorridos 40 segundos, o juiz madeirense Marco Ferreira considerou que Nuno Silva fez falta, na pequena área, sobre Reguila que na conversão da grande penalidade fez o primeiro tento para a equipa da casa (três minutos). Este golo é o centésimo do avançado ao serviço do Trofense.

Com este golo madrugador, a equipa da Trofa tornou-se cautelosa, dando terreno aos homens de Matosinhos. Aos sete minutos, Diego Mourão podia ter empatado mas permitiu defesa apertada de Marco.

Depois foi Feliciano, que, aos 16, atirou por cima. Aos 42, Fangueiro fez um passe cirúrgico para desmarcar Feliciano, mas o remate saiu torto.

Na segunda parte, os matosinhenses apostaram tudo no ataque, mas os remates de Diego Mourão (55 e 76 minutos) e Hernâni (73 e 86) teimaram em não entrar. Nota para o disparo de fora da área de Paulinho, ao 67 minutos, que obrigou Marco a fazer a defesa da tarde.

Os locais só conseguiam chegar à baliza leixonense através de lances de contra-ataque. André Viana esteve perto de ampliar, aos 65 minutos.

O jogo acabaria como tinha começado: com uma grande penalidade. O árbitro considerou que Feliciano foi derrubado por André Viana. Fangueiro fez a 30 segundos do fim da partida o empate.

Na próxima jornada desta primeira fase, o Trofense recebe o Panafiel, enquanto o Leixões vai a Belém defrontar o Belenenses.

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Jogo no Estádio do CD Trofense, na Trofa.

Trofense – Leixões, 1-1.

Ao intervalo: 1-0.

Marcadores:

1-0, Reguila, 03 minutos (g.p.).

1-1, Fangueiro, 90+4 minutos (g.p.).

Equipas:

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– Trofense: Marco, Rafa (Pedro Santos, 61), Santos, Elvis, Pedro Araújo, Tiago, Edú, Caicó (André Viana, 61), Zé Manel, Moustapha (Moura, 74) e Reguila.

(Suplentes: Ricardo, Moreilândia, Moura, André Viana e Pedro Santos).

– Leixões: Waldson, Jean Sony, Nuno Silva, Joel, Florent (Paulinho, 67), Paulo Tavares, Capela (Hernâni, 57), André Carvalho (Fangueiro, 39), Feliciano, Wesllem e Diego Mourão.

(Suplentes: Fonseca, Paulinho, Zé Pedro, Nelson, Fangueiro, Hernâni e Luís Silva).

Árbitro: Marco Ferreira (Madeira).

Acção disciplinar: Cartão amarelo para Nuno Silva (02), Zé Manel (25), Caicó (31), Capela (45), Paulinho (68), Pedro Santos (72) e André Viana (90+3).

Assistência: Cerca de 600 espectadores.

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Ano 2011

O ano de 2012 não será uma hecatombe, mas…

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A passagem de mais um ano, obriga-nos a meditar sobre o ano que passou e o ano que está a chegar. Não é que se viva de recordações, mas elas são muito úteis para se poder fazer um balanço da nossa vida; de onde viemos, para onde vamos. É o tradicional «reveillon», talvez o mais triste dos últimos anos.

O ano que agora finda é provavelmente, aquele que mais afetou a vida de quase todos nós, que ainda por cá andamos. O ano que virá, não será uma hecatombe, mas será um ano de muitas falências, de desemprego, de recessão e de depressão. Será a continuação da crise, ainda mais agravada com o passar do tempo.

Não vai ser possível escapar a mais um ano de recessão e caos económico, uma situação que não vivemos desde a segunda guerra mundial. O ano que agora festejamos o seu fim, brindou os portugueses com algumas medidas de carácter económico, que fizeram abalar a “carteira” de muitos, a começar com os cortes, para alguns, nos subsídios de férias e de natal, no fim das borlas nas SCUT, o fim do passe social para todos e os diversos e sucessivos aumentos em produtos necessários ao nosso dia-a-dia.

A crise que estamos a atravessar é uma crise quase generalizada a todo o mundo: o Ocidente debate-se com uma grave crise económica, que dura há mais de três anos; a África continua com as suas tradicionais crises humanitárias, económicas e políticas; a Ásia está a viver um conjunto de problemas originados pelo crescimento económico muito rápido de diversos países. A crise – financeira, económica e social -, alastrou-se a todo o mundo e o ano de 2012 vai exigir um combate em todas as frentes, vai exigir soluções globais.

Os decisores políticos mundiais deverão ter em atenção algumas premissas para que o combate tenha o êxito desejado. Em primeiro lugar, deve ser dada a primazia da economia sobre as finanças, mas antes de tudo devem dar a primazia ao ser humano. Não se quer uma economia baseada no «capitalismo selvagem», mas uma economia centrada no homem. É no homem e para o homem e nos princípios da solidariedade, que a economia deve estar focada. Só assim é que faz sentido.

Vai ser preciso um combate eficaz à miséria, à fome, ao desemprego, que grassa por todo o mundo. Seguramente, o ano que se avizinha terá de ser um ano de grandes transformações, pois os desafios são tremendos. Vai ser preciso suster o descalabro das finanças públicas, deter o galopante crescendo da dívida soberana dos Estados e fazer crescer a economia.

A crise que o mundo está a atravessar interpela todos, pessoas e povos, homens e mulheres, jovens e menos jovens, empregadores e empregados, partidos políticos e grupos de reflexão a um profundo discernimento dos princípios e dos valores que estão na base da convivência social. A crise obriga a um empenhamento geral, numa séria reflexão sobre as causas e soluções de natureza política e económica não deixando de ter o homem como epicentro. Para o bem-estar da humanidade. Sempre!

José Maria Moreira da Silva

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moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

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Ano 2011

Grupo de Jovens de Guidões recria presépio

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O Grupo de jovens S. João Baptista de Guidões deu vida ao presépio, numa iniciativa que é já tradição na freguesia.

Para muitos o dia de Natal é sinónimo de descanso e convívio familiar, mas em Guidões cerca de duas dezenas de jovens abdicam do conforto do lar para dar vida ao nascimento de Jesus, recriando o Presépio ao Vivo.

O último domingo, 25 de dezembro, começou bem cedo para o grupo. Ainda o relógio da Igreja Paroquial, onde é encenado o presépio, não assinalava as 7 horas e já os primeiros elementos chegavam para ultimar os preparativos. “Há certas coisas que apenas podemos fazer no dia, como colocar decorações e trazer os animais”, explicou o presidente do grupo de jovens, José Pedro Campos. Depois de tudo colocado no devido sítio, os animais acomodados nas suas cercas e dos jovens vestirem os trajes da época, era altura de ensaiar a encenação que deveriam levar a cabo durante a eucaristia de Natal. “Este ano, para além do presépio, também fizemos uma pequena atuação no momento de Ação de Graças”, esclareceu o responsável.

Esta é uma iniciativa que o Grupo de Jovens S. João Baptista de Guidões desenvolve há já vários anos: “Naturalmente que dá bastante trabalho”. “Toda a estrutura foi criada de raiz e é da responsabilidade dos elementos do grupo que soldam, pregam, serram e fazem o que for necessário para que tudo esteja pronto no dia de Natal”, acrescentou José Pedro Campos.

Neste presépio existem anjos, pastores, reis, José, Maria e muitas outras personagens que recriam os relatos da Bíblia, como a aparição do anjo a Maria, a falta de lugar na hospedaria em Belém para José e Maria pernoitarem ou a fuga para o Egito, depois de Herodes ordenar a morte de todos os bebés.

O objetivo é “diversificar as cenas todos os anos para não se tornar monótono”. Se ainda não teve a oportunidade de visitar o Presépio ao Vivo, pode fazê-lo no dia 1 de janeiro entre as 14 e as 17.30 horas.

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