Mais de 60 pilotos participaram na Super Especial da Trofa que, pelo segundo ano consecutivo, se realizou na zona da estação da CP. 

O som estridente dos motores, as marcas no asfalto, os pneus derretidos. O público vibrante com as manobras mais perigosas num circuito citadino, com a estação da CP da Trofa como pano de fundo. Estes foram os ingredientes para mais uma edição da Super Especial, que contou com 64 participantes e mais de quatro horas de prova. Pela frente, os pilotos tiveram pouco mais de um quilómetro de asfalto para percorrer nas suas
máquinas e tentar obter o melhor tempo. Tiveram duas oportunidades.

Houve quem corresse para ganhar e outros que, excecionalmente, preferiram dar show com drifts que arrancaram muitos aplausos. No intervalo das duas mangas, o piloto Rui Alves fez questão de dar um presente a duas crianças acolhidas pela ASAS, que tiveram um percurso de sucesso na escola. 

Tiago Reis, da Transfradelos, num BRC vistoso pela cor encarnada e pelo design futurista, levou a melhor nas duas mangas, obtendo um tempo de um minuto e 29 segundos. E nem o irmão, Edgar, que correu na mesma viatura, desfez o bom momento de forma do piloto, contentando-se com o 3º lugar. É que na posição intermédia, intrometeu-se Luís Barros, o “suspeito do costume”, com o seu potente Ford Escort, e que na edição passada tinha vencido a prova. Tiago Reis “nunca” encarou o título como adquirido, antecipadamente, mas partiu para a prova com o objetivo de ganhar. Na segunda participação na Super Especial conseguiu arrasar a concorrência, “num traçado muito bonito” e sem defeitos a apontar. 

“O ano passado tive um azar com um acidente e este ano tive de dar o meu melhor para alcançar os lugares cimeiros. Fui o vencedor, que era o que queríamos”, afirmou. Carlos Cruz, diretor da prova, considera que o ponto positivo deste ano prendeu-se com a retificação realizada face à edição anterior: “Corrigimos aquilo que achamos que correu menos bem e acho que conseguimos o traçado ideal nesta zona para fazer a prova”.

A organização teve que limitar o número de participantes, devido à dúvida se Portugal iria chesente a duas crianças acolhidas pela ASAS, que tiveram um percurso de sucesso na escola. Tiago Reis, da Transfradelos, num BRC vistoso pela cor encarnada e pelo design futurista, levou a melhor nas duas mangas, obtendo um tempo de um minuto e 29 segundos. E nem o irmão, Edgar, que correu na mesma viatura, desfez o bom momento de forma do piloto, contentando-se com o 3º lugar. É que na posição intermédia, intrometeu-se Luís Barros, o “suspeito do costume”, com o seu potente Ford Escort, e que na edição passada tinha vencido a prova. 

Tiago Reis “nunca” encarou o título como adquirido, antecipadamente, mas partiu para a prova com o objetivo de ganhar. Na segunda participação na Super Especial conseguiu arrasar a concorrência, “num traçado muito bonito” e sem defeitos a apontar. “O ano passado tive um azar com um acidente e este ano tive de dar o meu melhor para alcançar os lugares cimeiros. Fui o vencedor, que era o que queríamos”, afirmou.

Carlos Cruz, diretor da prova, considera que o ponto positivo deste ano prendeu-se com a retificação realizada face à edição anterior: “Corrigimos aquilo que achamos que correu menos bem e acho que conseguimos o traçado ideal nesta zona para fazer a prova”. A organização teve que limitar o número de participantes, devido à dúvida se Portugal iria chegar à final do Euro2012. “Tivemos que ajustar o horário para que tudo encaixasse da melhor forma e acho que não erramos em nada”, sublinhou. 

O diretor da prova não tem dúvidas que, mediante o sucesso da prova, a Trofa “tem condições” para realizar uma nova edição da Super Especial. Joana Lima, presidente da Câmara Municipal da Trofa, corroborou, admitindo que a autarquia “tem como objetivo fazer a sexta edição”. “No entanto, as coisas estão sempre a mudar e nós, infelizmente, teremos que ir ao resgate que o Governo está a preparar para um empréstimo de cerca de 30 milhões de euros. Teremos de ir ao encontro do que a Administração Central nos mandar fazer”. A autarca não deixou de agradecer a “todos os elementos da organização”, pois “sem eles não era possível termos uma prova com tanto sucesso”. “Também agradeço ao magnífico público que durante toda a tarde vibrou, mas com responsabilidade”, frisou. 

Daro continua a apoiar iniciativa

Presença assídua na Super Especial da Trofa, a empresa Daro tem honras de inaugurar o traçado com o carro “zero”, conduzido por Aleixo Roriz, membro da organização e representante da concessionária. O piloto elogiou a prova, por “divulgar, localmente, as novas tecnologias e os carros antigos, mas com muita potência”. “Ir aos circuitos está cada vez mais difícil pela distância, pelos custos e, às vezes, pela falta de emoção nesses traçados”, explicou. 

Aleixo Roriz referiu ainda que “as super especiais são eventos que os pilotos não gostam, porque exigem muita mecânica e a prova é curta” e “só se tem esta qualidade de pilotos, porque as pessoas envolvidas na organização têm muita força”. O representante da Daro considera que o novo traçado na zona da estação da CP é uma aposta ganha. Mas as iniciativas não se ficam por aqui: ainda em julho será promovido um circuito de profissionais de ciclismo, “organizada pelo Boavista Ciclismo Clube”, afirmou. “Trata-se de uma prova nacional, integrada nos circuitos nacionais. Como faço parte do clube, apresentei a proposta à Câmara e como não tem custos associados, foi aceite. É mais um evento para as pessoas da Trofa apreciarem”, frisou.

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