Em dia de Magusto os socialistas da Trofa juntaram-se no Mercado para ouvir a presidente da concelhia, Joana Lima, Antonio José Seguro, deputado na Assembleia da Republica e Renato Sampaio, presidente da Federção do Porto do PS.

  O alvo das criticas socialisas foi o presidente da Câmara Municipal da Trofa, a quem Joana Lima acusou de ter recebido dinheiro para construir oa Paços do Concelho em 2001, o que até agora não foi feito. "Em 2001 esteve cá o nosso camarada José Augusto Carvalho, na altura Secretário de Estado Central, assinar um contrato programa com o senhor Presidente da Câmara Bernardino Vasconcelos, para dar início à construção dos Paços do Concelho. O valor protocolado previa que a Administração Central transferisse um milhão e quinehntos mil euros (300 mil contos)mas seis anos depois, ainda nada foi feito". Joana Lima acusu ainda o executivo da camara Municipal de "até agora, e depois de ter sido questioinado pelos vereadores socialistas, não ter ainda explicado onde foi gasto esse dinheiro", asseverou.

A vereadora advertiu ainda que não concorda que se queira destruir o Parque Nossa Senhora das Dores para lá construir o edificio da Camara, "há cerca de um ano, o presidente da Camara descobriu a pólvora, e afirmou que vai fazer os Paços do concelho na sala de visitas da Trofa, no parque da Nossa Senhora das Dores". Os trofenses disseram não e o processo está a decorrer em tribunal".Joana Lima falava durante o Magusto Socialista lançandod duras criticas ao executivio PSD a quem acusa de "nada ter feito nos úmtimos nove anos", para desenvolver o concelho da Trofa.

A presidente da concelhia do PS Trofa acusou ainda o executivo da Câmara de ter "inaugurado em Setembro de 2005, a poucos dias das eleições autárquicas, a habitação social para só agora, dois anos depois as entregar às familias carenciadas que tanto delas precisam". Joana Lima lamentou que "durante dois anos as casas tenham estado fechadas a estragarem-se, porque a Camara não tinha dinheiro para pagar a sua parte do investimento, ou seja 25 por cento do custo total da obra".

Mas as criticas não se ficaram por aqui. Os socialistas lançaram duras criticas à Empresa Municipal TrofaPark, criada há seis anos para "gerir a ALET, há seis ou sete anos que se paga aos administradores, há seis ou sete anos que se gasta dinheiro neste projecto…e até os proprietários dos terrenos só foram contactados uma vez", frisou a responsável.

Mas foram os outdoors e o presidente da Câmara os alvos do deputado António José Seguro que acusou Bernardino Vasconcelos de "passar a vida a desenhar cartazes com as obras dos outros", frisando ainda que "o Governo faz as obras, os deputados corrigem as asneiras do presidente da Câmara da Trofa e ele ainda assim faz cartazes com as obras dos outros", ironizou o deputado.

José Seguro adverrtiu para a necessidade de " nós socialistas temos de o ajudar (ao presidente da Câmara da Trofa) a terminar com dignidade esses dois anos de mandato e talvez fosse importante ele se concentrar naquilo que é preciso fazer porque a ferrovia e o metro é o governo que está a tratar só é preciso é que ele se concentre naquilo que é preciso fazer".

O deputado socialista advertiu ainda para a necessidade de"o presidente da Camara se concentrar em "atrair para o concelho da Trofa empresas e capital que ajudassem a criar aqui emprego, esse é que é o papel do presidente da câmara. A Trofa é um concelho recente, não tem de ser um concelho complementar de outros concelhos, tem de ser um concelho que se afirme com estratégia própria", concluiu.

Também Rento Sampaio, líder da Federação do Porto do PS falou das politicas do Governo para o país e para o distrito do Porto, e não perdeu a oportunidade para criticar o presidente da Camara da Trofa a cerca daquilo a que chamou "oublicidade enganosa", referindo-se aos outdours "atraves dos quais o Sr. Presidente tentou enganar os trofenses e tirar partido de investimentos do Governo como se fossem da Câmara", frisou. Renato Sampaio relembrou que "depois de colocar todos os cartazes das obras, aprovou uma moção de critica ao Governo, por causa do PIDDAC para 2008" afirmando que "o sr presidente da Câmara devia mandar retirar os cartazes, se quer ser verdadeiro". Sampaio relembrou ainda que "é graças a Rui Rio e Luis Filipe Menezes que a linha de metro até à trofa ainda não está concluida pois não executaram o projecto para poderem desviar o dinheiro para pagar o circuito de calhambeques antigos na avenida da Boavista, no Porto", acusando ainda Bernardino Vasconcelos de ser conivente com os colegas de partido e não com os trofenses", concluiu.