Terceira edição do Smed Fest – Festival de Música e Artes Urbanas propõe um “formato multidisciplinar e de experimentação artística”, com concertos e oficinas de música e várias artes em geral, para sexta-feira e sábado, dias 4 e 5 de outubro, respetivamente.

Fotografia, cinema, multimédia, grafíti, artes plásticas, pintura, escultura, teatro e sensibilização social e ambiental são as temáticas que vão marcar mais um Smed Fest – Festival de Música e Artes Urbanas, que pretende com esta 3ª edição “evoluir em relação aos anos anteriores, quer em cartaz quer no próprio recinto do festival”.

Assim, as antigas instalações da extinta empresa Pesafil, em S. Mamede do Coronado, volta a abrir as suas portas para a “comunidade jovem do Vale do Coronado, da Trofa e do distrito do Porto”, que pode contar com “duas noites de grande animação e oferta cultural, que aposta num cartaz recheado de nomes bem conhecidos do panorama nacional”, segundo Vítor Ferreira, elemento da associação Quebra Sentidos, que organizou o festival. Esta edição, com data marcada para esta sexta-feira e sábado, propõe “um formato multidisciplinar e de experimentação artística, através de concertos/mostras e oficinas, que vão desde música a várias artes em geral, sempre com o foco nos estilos jovens e alternativos”. “Apostámos em nomes fortes no cartaz, mas também pretendemos diferenciar pelo espaço onde está inserido o festival. Um local já de si carregado de história mas que este ano estará mais próximo das pessoas, com mais dinâmicas interventivas junto destas”, afirmou.

O festival abre portas pelas 20 horas de sexta-feira, mas os concertos arrancam pelas 21.30 horas, com O Bisonte, as Anarchicks e com Peixe:Avião. Já no sábado, pela mesma hora, atuam os Equations, os Mr Miyagi e os Salto. Mas nem só de música se faz este festival, havendo exposições dos artistas Martinha Maia, Sara Sampaio, Ana Oliveira, Sérgio Pimenta e Marcelo Benta, pintura em graffiti “in loco” pelo Nuno Doc Costah, exposição de fotografia de Fabio Arantes e Tiago Sousa, intervenções musicais dos Saur, percussão e didjeridu, entre “outras dinâmicas”. A “oferta artística” também se centra no cinema, com “mostra de curtas-metragens com temáticas variadas de artistas amadores, multimédia, com “projeção multimédia no interior e no exterior do recinto”, e teatro, com “atuação pelo recinto de grupos de teatro de rua”. No último dia do certame, pelas 20 horas, o Vasco Flores Cruz vai fazer uma “viagem ao mundo dos répteis e anfíbios de S. Mamede do Coronado, um programa aberto a inscrições”.

Os bilhetes, que “podem ser comprados na entrada do festival”, têm um custo “diário de 7.50 euros” e dos “dois dias de dez euros”. Para mais informação pode consultar a página do facebook (www.facebook.com/SmedFest11?fref=ts).

O Smed Fest tem como objetivo “incentivar e valorizar a diversidade cultural”, tendo como “missão oferecer espaço e condições para as apresentações dos projetos em cartaz e proporcionar cultura e lazer à comunidade local e circundante, agregando benefícios e intercâmbios entre os agentes culturais e a comunidade”.