Vinte dias depois de ser sepultado, o corpo de uma mulher foi exumado do cemitério para ser autopsiado. Irmão de Silvaninha Moreira quer saber as verdadeiras causas da morte.

O falecimento de Silvaninha de Jesus Maia Couto Moreira está envolto em mistério. O que parecia ser mais um episódio de morte natural tornou-se num caso de polícia, devido à desconfiança de um irmão de Silvaninha, que interpôs um processo para averiguar as verdadeiras causas do óbito.

Silvaninha Moreira, de 52 anos, vivia com o marido, a filha e os netos no primeiro andar de um prédio na Avenida de Paradela, em S. Martinho de Bougado. Segundo fonte policial e alguns vizinhos, o histórico de violência doméstica na família já era vasto e repetiu-se no dia 1 de agosto.

Cerca das 21 horas, a GNR foi contactada pelo marido de Silvaninha, Ismael Moreira, devido a uma violenta discussão entre mãe e filha. Depois da presença dos militares, os ânimos parecem ter acalmado, mas na manhã seguinte, Silvaninha foi encontrada sem vida.

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