Um património ancestral que até há 40 anos servia para muitos irem “buscar a preciosa farinha para fazer o pão nosso de cada dia”. Ativos até à década de 1980, época em que se assistiu a uma forte industrialização e – às vezes consequente – poluição do rio, as azenhas constituem um património que é urgente preservar. Na região do Ave, o arquiteto trofense Bruno Matos é um dos que, há vários anos, investiga sobre o “tesouro” molinológico que o rio dá aos territórios.

Em entrevista ao NT, contou algumas das histórias que as azenhas ajudam a contar, lamentou que este património esteja votado ao abandono e sublinhou a importância de as comunidades adotarem “boas práticas de reabilitação”, para não o descaracterizarem.

O Notícias da Trofa (NT): Dos trabalhos já realizados sobre o património existente nas margens do rio Ave, quais destaca?
Bruno Matos (BM):
Relativamente ao património molinológico que é o meu objeto de estudo, existem alguns trabalhos na área da historiografia sobre as Azenhas do Ave. (…)

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