quant
Fique ligado

Ano 2008

Savinor quer abrir nova unidade

Publicado

em

Empresa ainda não tem licença ambiental e recusa estudo para laboração da nova unidade

A Savinor está a recolher assinaturas dos funcionários e da população de S.Romão do Coronado através de numa petição, que tem como objectivo conseguir colocar em funcionamento a sua unidade 3, apesar de esta não estar licenciada para laborar. Recorde-se que desde Outubro de 2007 que a Savinor está a laborar sem licença na sua unidade 2.

 Segundo o NT conseguiu apurar a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN) ainda não autorizou a laboração na nova unidade de categoria 3, fazendo depender o seu início da actividade da realização de um estudo de impacto ambiental, que a empresa contesta. A construção destas instalações, prevista num plano de acção traçado em Maio de 2007 pela Savinor com vista à obtenção da licença ambiental – que a Agência Portuguesa do Ambiente ainda não emitiu, se incluía também no rol de medidas cautelares, impostas pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte em Outubro do ano passado, na sequência de uma fiscalização que apontou para a existência de "condições deficientes de laboração". Com a suspensão do processo de licenciamento ambiental imposto pela CCDR Norte, a empresa começou de novo a trabalhar ao fim de semana e os resultados não se fizeram esperar. O moradores queixam-se que os maus cheiros voltaram e que se fazem sentir a qualquer hora do dia e da noite e até mesmo ao fim de semana.

De acordo com a nova legislação que entrou em vigor em Outubro de 2007, uma unidade como a Savinor não pode laborar sem a licença ambiental, o que neste momento está a verificar-se. A legislação obriga a que "qualquer alteração significativa de uma unidade industrial desta natureza – com impacto significativo no plano do seu desempenho ambiental – obriga à realização de um estudo prévio de avaliação de impacto ambiental, que permita conhecer e decidir com rigor sobre os efeitos poluentes das actividades em presença e da capacidade residente na sua retenção, mitigação ou anulação", esclareceu a CCDRN. O NT sabe que a empresa interpôs uma providência cautelar para tentar impedir o estudo de impacte ambiental exigido pela CCDR Norte e o caso pode vir a arrastar-se pelos tribunais por longos meses.

Já António Pontes, vereador do ambiente da Câmara Municipal da Trofa defende que a CCDR Norte deve "encerrar a unidade 2 da Savinor que está a laborar sem licença ambiente até que o estudo de impacte ambiental esteja concluído. Se as conclusões do estudo apontarem para que a unidade 3 da empresa possa começar a laborar, então a Savinor poderá retomar a sua laboração mas se tal não acontecer, a empresa deve encerrar definitivamente", asseverou. O vereador teme no entanto que "a providência cautelar interposta pela empresa" possa fazer com que o "caso se arraste pelos tribunais e que a população do concelho da Trofa, mais concretamente de S. Romão, S. Mamede e Covelas continuem a sofrer as consequências".

Recorde-se que esta empresa se dedica à transformação de subprodutos de origem animal e que há quase duas décadas provoca maus cheiros que incomodam a população das freguesias vizinhas.

Publicidade
Continuar a ler...
Publicidade
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de email não será publicado.

Ano 2008

Cinco mulheres atropeladas, duas em estado grave

Publicado

em

Por

 

 Dois feridos graves e três ligeiros é o balanço de um acidente de viação, esta segunda-feira, junto à empresa Ricon, em Ribeirão. O condutor do veículo terá ligado ao sogro a pedir auxílio, abandonando depois o local do sinistro, visivelmente transtornado. As mulheres já não correm risco de vida.

 José Marcelino nem queria acreditar no que viu quando regressou de uma tarde de pescaria. “Quando me aproximei do meu carro, que tinha ficado estacionado no sentido Ribeirão/EN14, vi que estava virado em sentido contrário e só quando cheguei perto da viatura me apercebi do que tinha acontecido. Tinha o carro com a parte lateral esquerda completamente desfeita”, adiantou ao NT, José Marcelino ainda mal refeito do susto.

O proprietário do Opel Vectra ainda estava incrédulo com os contornos deste acidente. “Ouvi sirenes enquanto estava a pescar mas como tinha o meu carro bem estacionado nunca pensei que a minha viatura estivesse envolvida”, adiantou.

O palco do acidente foi a Avenida da Indústria, perto da empresa têxtil Ricon, envolvendo três viaturas ligeiras e, segundo o NT conseguiu apurar, resultou de “uma colisão lateral entre dois ligeiros seguida de despiste e atropelamento de cinco peões”, adiantou fonte da Brigada de Trânsito de Braga, que esteve no local.

Alegadamente, as duas viaturas seguiam no mesmo sentido: “Uma das viaturas ia estacionar e a outra tocou-lhe, despistou-se e atropelou as pessoas que iam na berma, batendo ainda numa terceira viatura que estava estacionada. De acordo com a Brigada, trata-se de uma zona sem passeio, mas os peões “circulavam do lado correcto da estrada, com o trânsito de frente”. Os veículos seguiam no sentido poente-nascente, em direcção à EN14.

O acidente terá acontecido às 12.50 horas quando as vítimas, com idades entre os 30 e os 45 anos, regressavam ao trabalho após a hora de almoço. Segundo o NT conseguiu apurar, duas das mulheres são residentes na Trofa e as outras três serão de Ribeirão.

As vítimas foram transportadas para o Hospital S. Marcos em Braga e para o Centro Hospitalar do Médio Ave, unidade de Famalicão.

A mulher de 34 anos de idade, residente na cidade da Trofa, está estável e internada em Braga e segundo um familiar contactado pelo NT, “sofreu fracturas nas duas pernas, num braço e na bacia, apresentando ainda costelas partidas com perfuração dos pulmões, mas não corre riscos de vida”, adiantou. A vítima esteve consciente e contou aos familiares como tudo aconteceu: “Estava a chover, o veículo seguia em direcção à EN 14, estava a ultrapassar um outro que se encontrava parado, acabando por embater no veículo, abalroando ainda uma segunda viatura, e acabou por colher as cinco funcionárias da Ricon”.

Publicidade

Outra das vítimas, que se encontra internada no Hospital de S. Marcos, apresenta lesões na coluna.

O condutor do veículo, que ficou “transtornado com o acidente”, abandonou o local “com medo que lhe batessem”, segundo confirmou a esposa, garantindo que ele ia entregar-se às autoridades.

Continuar a ler...

Ano 2008

Campeonato nacional é objectivo a alcançar

Publicado

em

Por

Juniores do Trofense lideram campeonato

 Todas as equipas dos diferentes escalões do Clube Desportivo Trofense aceitaram o desafio de atingir os nacionais e os resultados começam a aparecer. Actualmente todas ocupam os primeiros três lugares do campeonato, e em posição privilegiada surgem os juniores, que lideram a 1ª divisão distrital.

 O frio que se sente no Complexo de Paradela nesta altura do ano não é obstáculo para os jovens que integram os escalões do Clube Desportivo Trofense. O sonho de um dia chegar ao patamar mais alto do futebol faz com que os poucos graus centígrados sejam esquecidos e a bola torna-se no único acessório de valor para os pequenos craques em altura de treinos e jogos.

Com a nova direcção liderada por Rui Silva, o departamento de futebol do Trofense modificou estratégias e delineou novas metas, numa clara aposta na formação para conferir ao clube expressividade na captação de jovens talentos. Todas as equipas dos diferentes escalões aceitaram o desafio de atingir os nacionais e os resultados começam a aparecer. Actualmente todas ocupam os primeiros três lugares do campeonato, e em posição privilegiada surgem os juniores, que lideram a 1ª divisão distrital, com quatro pontos de avanço sobre o segundo classificado, Paços de Ferreira. Todos alimentam o sonho de qualquer jovem no seu lugar: serem chamados para integrar o plantel sénior da equipa.

Jorge Gonçalves é o treinador da equipa há três anos. Já tinha integrado o departamento de formação noutra altura e depois de um período em que experimentou outros clubes decidiu “aceitar o convite do coordenador Jorge Maia” para abraçar um projecto de quatro anos, que está “a correr conforme o planeado”, afirmou em entrevista exclusiva ao NT/TrofaTv.

Os dois primeiros anos serviram para “criar condições para tornar a equipa competitiva”, no sentido de atingir a subida aos nacionais. “Esse é o patamar onde os jogadores poderão evoluir melhor”, referiu.

O projecto não abrangeu apenas o escalão júnior e os resultados de um trabalho “árduo” começam a notar-se: “Neste momento, nas camadas jovens, os juniores estão em primeiro lugar, os juvenis estão em terceiro lugar a um ponto do segundo, os iniciados estão em segundo lugar e os infantis ocupam o terceiro lugar”.

Publicidade

Actualmente a ocupar, confortavelmente a liderança, os jogadores desfrutam do sucesso “confiantes no seu valor”. No entanto, há necessidade de “equilibrar as mentalidades para que eles não se deslumbrem”, adiantou Jorge Gonçalves que reforçou o facto dos feitos de hoje “serem fruto de um trabalho de três anos”.

O técnico considera que os resultados positivos são fruto da sintonia entre o departamento de formação e a direcção do clube e sabe que Tulipa, treinador da equipa sénior, está atento ao trabalho desenvolvido pelos juniores. “Existe uma grande comunicação entre o departamento e a equipa técnica profissional. Sei que (Tulipa) já veio ver um ou dois jogos da equipa e alguns juniores têm ido treinar com os seniores com alguma regularidade. Integraram, aliás, o jogo da Liga Intercalar e fizeram uma boa figura, com um excelente desempenho”, acrescentou.

O treinador acredita nas capacidades dos jovens para poderem fazer parte do plantel sénior, mas não esquece que “existem muitos outros factores, como estar no sítio certo no momento certo, a posição do jogador ou se o treinador estiver mais necessitado e também há o aspecto da coragem para o fazer”.

  (mais…)

Continuar a ler...

Edição Papel

Comer sem sair de casa?

Facebook

Farmácia de serviço

 

arquivo

Neste dia foi notícia...

Ver mais...

Covid-19

Pode ler também