Savinor deu o pontapé de saída do Programa Integrado de Educação Ambiental, com “ações lúdico-pedagógicas” no Agrupamento de Escolas do Coronado e Castro, nos dias 20 e 21 de março.

Após “três anos” do Projeto Rios e do Programa de Educação Ambiental, a empresa Savinor decidiu alargar o projeto a todos os estabelecimentos de ensino do Agrupamento de Escolas de Coronado e Castro e iniciar o Programa Integrado de Educação Ambiental, orientado para “a promoção de uma cultura de proteção dos ecossistemas aquáticos de água doce”.

Depois da “formação de professores”, a Savinor dinamizou “ações lúdico-pedagógicas” em “nove escolas” do Agrupamento. No dia 20 de março, durante uma hora e meia, alunos de três turmas do 5º, 6º e 8º ano da Escola Básica 2/3 de Alvarelhos foram desafiados a criar uma história sobre incêndios na floresta, a construir uma maqueta de um rio, através de “materiais reciclados”, e a “conhecer os ecossistemas das zonas dos charcos”.

Em breve, haverá “cerca de quatro saídas de campo”, com o objetivo de “continuar a acompanhar os troços de rio adotados e fazer o levantamento de como está a situação”. “Mas sempre num processo de continuidade, envolvendo sempre os mesmos alunos para eles terem realmente a noção desta integração e deste projeto”, contou Inês Nabais, diretora de marketing da Savinor.

A empresa, acrescentou, sentiu “a necessidade de fazer um upgrade” ao Projeto Rios, alargando-o a “mais escolas” e integrando “a comunidade escolar como um todo e a restante comunidade, como os pais”. “A Savinor está aqui para ajudar e estamos muito satisfeitos com a adesão acima de tudo, quer a nível de professores, como de pais e alunos”, acrescentou.

O Programa inclui ainda palestras, estando prevista a produção de um livro de contos decorrente do trabalho realizado pelos alunos. As atividades a desenvolver integram “a preocupação de contextualização com a realidade local para que os alunos assumam a problemática da água como um problema também seu”.

A estrutura do Programa está pensada de forma “a dotar os professores e os educadores de autonomia para desenvolverem projetos de Educação Ambiental próprios e direcionados para a realidade e necessidades locais, relativamente à temática da água”, nos quais serão “acompanhados e apoiados através de apoio técnico, materiais pedagógicos e ações lúdicas e pedagógicas especialmente concebidas para este Programa”. “Para aferir do sucesso do mesmo, o Programa será monitorizado e avaliado de forma constante, o que permite também um melhor acompanhamento”, concluiu.