Apesar de já terem começado no dia 6 de setembro, o ponto alto das festas de Santa Eufémia, em Alvarelhos, decorre este fim de semana.

“Temos muita gente às 7 horas, que é o forte, temos que estar aqui às 5.30 horas e já está cá gente. Antes até dormiam aqui, mas agora existem carros e camionetas”. Abílio Moreira e José Teixeira, membros da comissão de festas de Santa Eufémia, afirmam que a manhã deste domingo, 21 de setembro, é o ponto forte das festas, pois é quando as pessoas vão em maior número até ao Santuário “para assistirem às missas” e cumprirem as suas promessas.

“Gente de tudo o ponto do país” concentra-se no Santuário no domingo da “Santa Eufémia grande”, sendo que por volta das 10 horas “já há um movimento terrível” e “se não houver missa das 9 é uma confusão”.

Conhecida por “Santa Eufémia grande”, o fim de semana começa no sábado, pelas 8.30 horas, com a Fanfarra de Santa Maria de Alvarelhos, havendo pelas 9 e 11 horas missas no Santuário. A vertente profana não foi esquecida pela comissão de festas que, pelas 21.30 horas, apresenta o espetáculo musical de Jorge Amado, terminando a noite com uma “grande sessão” de fogo de artifício. No dia seguinte há missas às 7, 9 e 11 horas e, pelas 8 horas, começa a encenação das rusgas de antigamente pelo Rancho Folclórico de Alvarelhos.

Já na segunda-feira há missas pelas 9 e 11 horas e, a partir das 14 horas, tem início a atuação da Banda de Música da Trofa e da Associação Recreativa e Musical de Vilela, que vão tocar até ao entardecer.

No fim de semana seguinte a festa continua. No dia 27, sábado, realiza-se pelas 14 horas o Encontro de Tocadores de Concertinas e Cantares ao Desafio. No dia seguinte, além da missa das 11 horas no Santuário, decorre o 39.º Festival de Folclore com as atuações do Rancho Folclórico de Alvarelhos, Rancho Folclórico As Vindimas de Mamarosa (Oliveira do Bairro), Rancho Folclórico do Souto (Guimarães), Grupo Folclórico de S. Cosme de Gondomar e Grupo das Lavradeiras de Meadela (Viana do Castelo):

Abílio Moreira e José Teixeira afirmaram que as festividades estão “a correr bem”, esperando que “o tempo ajude” e “não chova”. Os membros contam que no fim de semana grande das festas apareçam “à volta de cem autocarros”, denotando que “a maior afluência é no domingo”.