Sem a presença do presidente da Junta de Freguesia, a Assembleia de Santiago discutiu vários assuntos, entre eles a Casa Mortuária. Secretário do executivo anunciou ainda que obras do centro de saúde “vão arrancar este ano”.

A ausência de António Azevedo foi um dos pontos de destaque na assembleia de Freguesia de Santiago de Bougado. O presidente do executivo bougadense esteve a ocupar o seu lugar na sessão extraordinária da Assembleia Municipal, que discutia ao mesmo tempo, o plano de reequilíbrio financeiro e o protocolo de delegação de competências para as juntas de freguesia. Miguel Costa, secretário da Junta, substituiu o autarca e respondeu às dúvidas dos elementos da oposição. O primeiro a pedir esclarecimentos foi Filipe Portela, membro eleito pelo Partido Socialista, que quis saber “que projetos que visem o desenvolvimento e a requalificação da
freguesia foram submetidos por este executivo, a programas de apoio e financiamento como, por exemplo, o QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional)” e que “visem a criação do tal Bougado Grande que estão em execução ou que vão iniciar brevemente”. “Não basta dizer que a culpa de não se fazer obra é deste e daquele, só porque não se tem poder para decidir. É preciso lutar e procurar alternativas”, frisou.

O socialista afirmou ainda que é preciso “ter respeito e fazer por merecê-lo” na tomada de decisões, referindo-se ao processo da aquisição do terreno para a construção da Casa Mortuária, no qual o executivo não conseguiu chegar a acordo com o proprietário: “Por algum motivo o terreno não foi doado à Junta de Freguesia, que era a parte mais interessada, mas sim ao pároco ou à Câmara, que conseguiu o acordo”. 

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