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Sabe Escolher a Finalidade do Seu Crédito Pessoal?

O processo de obter um crédito pessoal tem vindo a tornar-se cada vez mais simples. Mas será que compreende a importância de escolher a finalidade adequada?

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Uma despesa inesperada, uma urgência ou um projeto pessoal são apenas algumas das razões que podem levar os portugueses a pedir um crédito pessoal. Este é um financiamento possível de obter online, o que torna o processo mais simples.

Talvez por isso, o primeiro semestre de 2022 tenha ficado marcado pela aceleração da concessão de crédito ao consumo. Só nos primeiros seis meses do ano, o crédito ao consumo atingiu os 3,3 mil milhões de euros.

A evolução tecnológica e a digitalização dos processos são duas das principais culpadas pelo sucesso deste tipo de financiamento. Mas, ainda assim, nem sempre é fácil perceber qual o crédito ideal para si.

De facto, pode até correr o risco de optar por um empréstimo com custos desnecessários e taxas de juro pouco vantajosas. E é por isso que saber escolher a finalidade adequada pode ser uma grande ajuda.

O Que é Um Crédito Pessoal?

Ao longo da vida existirão momentos em que vai precisar de um financiamento para dar resposta a uma necessidade, seja uma emergência ou uma despesa planeada. Mas nem sempre será possível ter o capital de que precisa no momento – especialmente se em causa estiver um investimento avultado.

É nestes casos que poderá fazer sentido recorrer ao crédito pessoal, também conhecido como crédito ao consumo. Esta solução permite-lhe conseguir dinheiro adiantado junto de uma instituição financeira.

Depois, ficará responsável por pagar o dinheiro emprestado através de prestações mensais. Isto significa reembolsar a entidade, mas também pagar algumas taxas de juro sobre o empréstimo.

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Este tipo de financiamento é mais rápido e simples do que o crédito habitação, por exemplo. Especialmente porque, graças à digitalização dos processos, já pode obter o seu crédito pessoal online.

Para isso, terá de apresentar toda a documentação exigida, fornecer os dados necessários e autenticar-se com a sua assinatura digital. E, apesar de o banco analisar a sua situação financeira, não será necessário dar qualquer garantia.

Embora não exista a obrigatoriedade de escolher uma finalidade específica, ou sequer revelar o objetivo do dinheiro, a realidade é que existem já vários tipos de crédito pessoal no mercado. E cada finalidade tem condições diferentes e adaptadas.

Isto significa que ao indicar a finalidade do seu empréstimo e optar por um crédito pessoal específico, poderá conseguir um financiamento mais barato e com condições mais vantajosas.

Quais as Finalidades do Crédito Pessoal?

O mercado dos créditos pessoais tem vindo a evoluir bastante ao longo dos anos. Hoje em dia, tem à disposição diversas finalidades e cada uma delas existe para dar resposta a propósitos diferentes.

Tendo em conta que, tal como explicado anteriormente, também as condições variam de acordo com o empréstimo, é importante que conheça as suas opções. Isto porque não deve cair no erro de escolher o primeiro crédito pessoal que encontrar.

Contudo, importa que compreenda que não se deparará sempre com as mesmas finalidades e as mesmas condições. Tudo depende das entidades financeiras e das suas carteiras de produtos.

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Simule, analise e compare todas as opções de modo a saber escolher o melhor financiamento.

Crédito Sem Finalidade Específica

O empréstimo sem finalidade específica é um crédito pessoal tradicional. Não tem um objetivo pré-definido e pode ser contratado para casos em que não existe uma finalidade definida ou concreta para o dinheiro.

Neste sentido, trata-se de um crédito extremamente versátil, que pode ser aplicado naquilo que bem entender. Pode ser uma opção se não quiser revelar o destino do empréstimo ou se o seu plano for aplicar o dinheiro em mais do que uma finalidade, por exemplo.

Naturalmente, isto significa que pode ter taxas um pouco mais elevadas do que outras finalidades. No entanto, também lhe serão impostas menos condições.

Crédito Automóvel

Apesar de ser apresentado como um tipo de financiamento distinto, o crédito automóvel é um crédito pessoal. De uma forma geral, o teto máximo para este tipo de solução é de 75.000€.

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Dependendo das entidades financeiras, poderá obter financiamento para um automóvel novo ou usado, de quatro ou duas rodas. Por vezes, é até possível aplicar o dinheiro noutro tipo de veículos, como autocaravanas.

Algumas instituições impõem reserva de propriedade, o que significa que o carro terá de ficar em nome do banco de modo a ser usado como garantia de pagamento.

Crédito Obras

O crédito para obras é um financiamento que pode ser aplicado em trabalhos de remodelação mais simples ou em obras mais profundas. O valor emprestado poderá ser aplicado em mão de obra e material.

Tenha em atenção que algumas instituições financeiras exigem a apresentação de orçamentos ou outros documentos comprovativos das despesas.

Crédito Formação

Para investir na sua formação, ou na de um familiar, pode optar por um crédito formação. De uma forma geral, estes financiamentos cobrem estudos em Portugal e no estrangeiro, entre licenciaturas, cursos profissionais, mestrados, pós-graduações e outras formações.

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Poderá conseguir um crédito com prazos até 120 meses e taxas consideravelmente mais baixas. Em alguns casos, é necessário apresentar documentos que comprovem as despesas.

Crédito Eletrodomésticos e Tecnologia

Se o seu objetivo é comprar eletrodomésticos ou aparelhos eletrónicos para rechear a sua casa, então talvez faça sentido considerar um crédito pessoal para o efeito.

Além das taxas adaptadas à finalidade, poderá também conseguir seguros ajustados. Desta forma, conseguirá comprar, por exemplo, um frigorífico ou uma televisão através de um empréstimo desenhado para o efeito.

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Lifestyle

3 Pontos a ter em atenção ao pedir crédito pessoal

Pedir um crédito pessoal é um processo simples e rápido, no entanto, deve ter em atenção diversos fatores antes de solicitar um.

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Pedir um crédito pessoal é um ato cada vez menos burocrático e rápido de ser formalizado. Algo essencial para quem procura obter financiamento de uma forma célere. Contudo, existem diversas instituições financeiras que disponibilizam este género de empréstimo, o que pode tornar o processo de escolha algo mais complexo.

Deste modo, neste artigo, vamos explicar-lhe 3 pontos essenciais para conseguir o melhor crédito pessoal.

  1. Finalidade do Crédito

Apesar de não existir obrigatoriedade de dizer à instituição qual o propósito do financiamento, ao solicitar um crédito terá sempre a possibilidade de selecionar uma finalidade. A diversidade é vasta, sendo os mais comuns o crédito pessoal para obras, educação, férias, automóvel e consolidado. Porém, existem entidades onde poderá também escolher um crédito pessoal para saúde, energias renováveis, eletrodomésticos, entre outros.

Assim, se o consumidor apresentar um propósito único para aplicar o financiamento, deve evitar solicitar um crédito pessoal sem finalidade. Isto porque, ao selecionar uma finalidade poderá encontrar taxas de juro mais baixas, seguros adaptados a essa mesma finalidade e melhores condições de acesso ao financiamento, como, por exemplo, um prazo de pagamento mais alargado.

  1. Comissões Bancárias

Quando solicita um crédito pessoal a uma dada instituição, terá de pagar o Imposto de Selo, mas também algumas comissões iniciais que poderão variar conforme o prazo e o montante de financiamento.

Outra comissão que deve ter em consideração é a amortização antecipada. Sempre que quiser antecipar/liquidar o seu empréstimo de forma parcial ou total, terá de pagar até 2% do valor que pretende abater.

Contudo, algumas instituições, por forma a atraírem novos clientes, acabam por não cobrar esta comissão inicial. Por isso, na análise ao melhor crédito pessoal para as suas necessidades, o consumidor deve estar atento a este fator e a possíveis campanhas em vigor por parte das entidades.

  1. Prazo de Pagamento

Nos últimos anos assistimos a um aumento do prazo médio por contrato, tanto em crédito habitacional como no crédito pessoal. Só de 2021 para 2022 a média dos contratos passou de 4,7 para 4,9 anos.

Quando o consumidor pretende adquirir um crédito, tende a contratualizar um prazo de pagamento alargado para ter uma prestação mensal mais baixa durante a vigência do contrato. É algo normal tendo em conta o aumento do custo de vida e da dificuldade das famílias conseguirem sustentar os seus encargos mensais.

Contudo, quanto maior for o prazo de pagamento, mais juros terá de pagar. Por isso, é aconselhável avaliar e encontrar o ponto de equilíbrio entre aquilo que pode pagar mensalmente e o custo total do empréstimo – pode encontrar este valor no MTIC (Montante Total Imputado ao Consumidor) disponibilizado pela instituição na Ficha de Informação Normalizada do crédito.

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Pedir um crédito com uma mensalidade muito elevada pode também não ser a solução – aumenta a probabilidade de face a algum imprevisto entrar em incumprimento com a instituição financeira. Estando nesta situação, além de entrar na lista negra do Banco de Portugal, para regularizar a sua situação, terá de pagar taxas de juro de mora pelo valor em atraso.

Fazer Contas Antes de Contratualizar Um Crédito

Embora seja tentador conseguir obter financiamento de uma forma célere, um contrato de crédito é uma responsabilidade financeira que não pode levar de ânimo leve. Por isso, o consumidor deve fazer diversas análises sobretudo à TAEG (Taxa Anual Efetiva Global) – este será o melhor indicador comparativo entre as diversas propostas.

Tenha em atenção que, algumas instituições financeiras podem-lhe propor a contratualização de outros produtos financeiros, como seguros, para baixar as taxas de juros. Se isso acontecer, analise a proposta com e sem estas variáveis para saber se compensa.

As instituições financeiras antes de fornecerem o crédito fazem também uma análise à solvabilidade dos seus clientes por forma a compreender se estes têm capacidade de pagar o financiamento de forma sustentável.

Todavia, o consumidor tem de ter essa mesma iniciativa e avaliar a sua própria taxa de esforço – relação entre os encargos financeiros e os rendimentos líquidos mensais de um dado agregado familiar.

Se fizer uma simulação da sua taxa de esforço e esta for superior a 40%, então saiba que, além de ser arriscado pedir um crédito, a maioria das entidades financeiras vão reprovar o pedido de crédito.

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Como criar uma sala mais aconchegante em 5 passos

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Se quer criar uma sala mais aconchegante, está no sítio certo! Hoje iremos partilhar consigo 5 dicas de decoração para tornar a sua sala mais acolhedora e convidativa. Tudo para que se torne na sua divisão favorita da casa! Vamos a isto?

1. Escolher o sofá certo

Numa sala, o sofá é, sem dúvida, um dos elementos mais importantes e onde boa parte da atividade se desenrola. Por isso, escolher o sofá certo é essencial para conseguir uma atmosfera mais agradável.

Para começar, conforto é a palavra-chave na hora de fazer a escolha do sofá. Opte por sofás mais robustos, de aspecto mais almofadados e ar confortável. Poderá sempre complementar o sofá com umas poltronas baratas, de modo a reforçar esse efeito.

E, qual cereja no topo do bolo, não deixe de investir em acessórios decorativos para reforçar esta sensação de aconchego. Ffalamos, por exemplo, de umas almofadas ou de uma manta – tudo combinado e será conforto assegurado!

2. Uma mesa mais intimista

Para conseguir um ambiente mais intimista na sala, o nosso conselho passa por optar por uma mesa de jantar redonda. Além de ocuparem menos espaço, são perfeitas quer para refeições em família, quer para serões de jogos com amigos e muitas brincadeiras com os mais novos. O facto de facilitarem a aproximação física e o contacto visual, torna-as num elemento-chave capaz de tornar a sua sala ainda mais agradável!

E se lhe preocupa o dia em que for receber visitas em casa, recordamos-lhe que pode sempre optar por mesas redondas extensíveis. Assim, quando o momento chegar, só precisa de abrir!

3. A luz certa

Para criar uma sala mais aconchegante, a iluminação é um elemento essencial e não deverá ser descuidado. Para este efeito, recomendamos-lhe apostar em tons quentes, pois transmitem sempre mais calor e introspecção ao espaço. 

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Outro detalhe que com certeza fará toda a diferença é o uso de velas pela sala. Opte por velas aromáticas, apostando em cheiros quentes, como a canela ou a madeira. Afinal, para um efeito aconchegante não basta ver, o olfato também tem de sentir!

4. Os têxteis mais apropriados

E falando em “sentir”, não poderíamos descartar a parte do tacto. Assim sendo, aposte em têxteis mais calorosos e agradáveis ao toque. Falamos, por exemplo, das penas, das malhas ou do veludo. Para o conseguir, bastam pequenos apontamentos como uma manta, um tapete ou umas almofadas. Ou seja, não precisa forrar a sala a veludo!

Quanto aos tapetes, estes são outra peça-chave. Sobretudo os de tecidos mais “fofos”, visto que contribuem para aquecer o ambiente e até a se sentar no chão da sala!

5. Os (seus) objectos decorativos

Para uma sala acolhedora, sabe quais são os objetos certos?
A resposta é: os seus!

Rodeie-se dos objectos que lhe fazem feliz, transmitindo alguma familiaridade e proximidade. Tal pode revelar-se de várias formas, desde o uso de fotografias a ter na sala os seus livros e/ou discos favoritos. Faça é uma seleção ou acabará por sentir um sufoco ou até algum desconforto por ter demasiadas “coisas” à sua volta.
Afinal, para nos sentirmos acolhidos, equilíbrio deve ser sempre o caminho certo.

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