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Edição 774

Estratégia ambiental da Mercadona permite reutilizar 270 mil toneladas de plástico

Através dos “sistemas já consolidados” e das “estratégias de prevenção do desperdício alimentar e redistribuição de resíduos alimentares”, é já possível “recuperar anualmente mais de 267 mil toneladas de materiais recicláveis, que se tornam novamente matérias-primas nos ciclos de produção”.

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Apostada em contribuir para a diminuição da pegada ecológica, a Mercadona iniciou, há dois anos, um plano de investimento de 140 milhões de euros, que já resultou na transformação de todas as lojas no “Estratégia 6.25”. Os números traduzem as seis ações a implementar pelo retalhista até 2025, para concretizar o “objetivo triplo” de “reduzir 25% do plástico nas embalagens; tornar todas as embalagens de plástico recicláveis e reciclar todos os resíduos de plástico”.
Em comunicado, a empresa fez saber que, através dos “sistemas já consolidados” e das “estratégias de prevenção do desperdício alimentar e redistribuição de resíduos alimentares”, é já possível “recuperar anualmente mais de 267 mil toneladas de materiais recicláveis, que se tornam novamente matérias-primas nos ciclos de produção”. É a chamada “Economia Circular” a funcionar, num esforço que se estende também à reciclagem de películas plásticas, que, “em parte”, são reutilizadas para produzir “sacos de compras reutilizáveis”, o que gera uma poupança de “180 mil toneladas de materiais de utilização única”.
Nas prateleiras também se notam os efeitos deste plano ecológico. Há produtos que perderam plástico, como as embalagens de pizza em formato duplo, feitas com menos 23% deste material, o que corresponde a menos 170 toneladas por ano. Já o vidro substituiu o plástico do molho Thai Chili, do creme de avelã-cacau e maioneses, com uma poupança estimada pelo retalhista de mais de 900 toneladas por ano.
A incorpoação de material reciclado é outra das estratégias seguidas pela Mercadona, aplicada, concretamente, nas embalagens de papel de cozinha e papel higiénico, feitas com 33% de plástico reciclado. “A Mercadona e os seus fornecedores estão ainda a melhorar a reciclabilidade das embalagens, como acontece com a família de Papas de fruta variada, agora com embalagem reciclável de monomaterial; ou as Batatas bravas, nas quais se substituiu a base preta da embalagem por uma transparente que facilita a deteção ótica na estação de triagem, uma vez depositada no contentor amarelo, um passo antes da reciclagem”, detalhou a empresa.
Através do modelo 6.25, as lojas oferecem ao cliente “informação sobre reciclagem, novos sacos de secção, pictogramas nas embalagens para facilitar a separação correta, novos caixotes de lixo para reciclagem nas secções, nas entradas e na secção de Pronto a Comer”.

Doadas 670 toneladas de alimentos
Através da política de responsabilidade social, a Mercadona doou, nos primeiros seis meses deste ano, “670 toneladas de produtos de primeira necessidade” a instituições portuguesas. Os números foram avançados pelo retalhista, que, na Trofa, apoia a delegação da Trofa da Cruz Vermelha Portuguesa.
“Estas doações, que equivalem a mais de 11.000 carrinhos de compra, foram destinadas a mais de 30 cantinas sociais, cinco bancos de alimentos e outras entidades sociais com as quais a empresa colabora. No distrito do Porto, onde conta com 18 lojas, a Mercadona doou 373 toneladas de produtos de primeira necessidade a instituições locais de solidariedade social”, acrescentou a empresa, em comunicado.

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Obra de 2 milhões vai transformar centro urbano de Alvarelhos

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A Assembleia Municipal da Trofa autorizou a repartição de encargos em mais do que um ano económico do procedimento relativo à empreitada de requalificação do espaço público do centro urbano de Alvarelhos.
A proposta, apreciada na reunião de 30 de setembro, foi aplaudida pelo presidente da Junta de Freguesia de Alvarelhos e Guidões, Lino Maia, que reiterou “a urgência” de avançar com aquela obra.
O presidente da Câmara Municipal, Sérgio Humberto, explicou que o investimento resulta do pedido de empréstimo feito pela autarquia “o ano passado”, com a intenção de conseguir aceder a fundos comunitários colocados em “overbooking”. Nesta modalidade, o Município da Trofa, garantiu Sérgio Humberto, está já habilitado “a ir buscar dez milhões de euros”.
Sobre a empreitada em Alvarelhos, o autarca sublinhou que se trata de uma intervenção de “dois milhões de euros”, que, mais tarde, será complementada com “a criação de acessos pedonais” à Junta de Freguesia, Centro de Saúde e futuro lar residencial da Santa Casa da Misericórdia. “Vamos transformar o centro de Alvarelhos num espaço digno”, sublinhou.

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Memórias e Histórias da Trofa: Crises de Identidade

Relativamente à falta de desenvolvimento de identidade, não é apenas no assunto dos santeiros que isso se verifica, poderíamos falar da questão do património industrial que se limita à valorização da antiga fábrica das rações em edifício municipal e também a colocação da máquina do “Sampaio” na alameda.

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Um dos elementos que nos define como comunidade é a nossa identidade que se interliga com a nossa cultura, sendo imperioso o seu desenvolvimento para a consolidação do nosso crescimento e sobretudo da nossa sociedade.
Assumo que durante dezenas de anos a nossa identidade era um elemento forte, alicerçado no bairrismo que tantas lutas venceu, desde, por exemplo, a criação do código postal da Trofa (possivelmente o primeiro grande momento que contribuiu para a nossa emancipação relativamente a Santo Tirso), a evolução a vila, cidade, e fundamentalmente, a concelho.
Somos senhores do nosso destino desde há mais de duas épocas, os elementos exteriores à nossa identidade tentam ainda vender o célebre discurso: “… a Trofa é uma rotunda”, todavia, é facilmente percetível que esse tipo de discurso é apenas e somente dores passadas ainda mal resolvidas.
O caminho percorrido para ultrapassar esse tipo de situações e inverter esse cenário tem tido alguns avanços positivos, concretamente a valorização da arte santeira, o esforço de valorizar o legado dos caminhos de ferro, como também, timidamente, e de forma praticamente despercebida o nosso histórico industrial.
Ouvir alguns dos agentes políticos locais a falarem de cultura e políticas culturais é extremamente penoso, até porque, o discurso é sempre o mesmo, a valorização é sempre a mesma, mas… e o resto? Que me interessa elogiar a minha esposa todos os dias se não faço depois mais nada além disso? É necessário sempre mais e mais e apenas afirmar que os Santeiros do Coronado fizeram a imagem de Nossa Senhora de Fátima, repetindo isto até à exaustão e nada mais fazer é apenas e só se me permitem o abuso para aborrecer.
Se existe uma valorização com este pilar da nossa cultura/identidade, porque não passar ao passo seguinte e definir um plano forte, que seja possível de executar e, sobretudo, que valorize investimentos já efetuados. Até, fundamentalmente, fundamentar esses referidos investimentos, porque senão não passará de desperdício de verbas públicas.
Relativamente à falta de desenvolvimento de identidade, não é apenas no assunto dos santeiros que isso se verifica, poderíamos falar da questão do património industrial que se limita à valorização da antiga fábrica das rações em edifício municipal e também a colocação da máquina do “Sampaio” na alameda.
Atendendo ao parágrafo anterior, até pode ser falácia da minha parte, mas, muitas pequenas coisas podem fazer a diferença. Sobretudo, se atendermos à não existência de uma agenda contínua e apenas meros atos isolados de valorização do património que surgem pontualmente e por vezes deslocadas de contexto.
Concluindo, as grandes caminhadas começam com pequenos passos, contudo, não são impossíveis de concretizar e a soma das pequenas ações seguramente que irá permitir um grande resultado, minimizando por momentos o esforço inicial.
Não nos devemos envergonhar do nosso passado como território industrial, devendo valorizar o nosso património e os elementos ligados a essa área, como também devemos tentar eliminar os mitos “urbanos” da história que em nada nos engradece e apenas faz com que vivamos numa mentira.
Recentemente comemoramos o 92.º aniversário da instituição desportiva da cidade, quando a mesma já existe desde 1928… como este, muitos outros exemplos poderiam ser dados…

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