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Produtos de beleza de um lado, vestuário e artesanato do outro. Um burro que fazia a delícia das crianças e o algodão doce que dividia as atenções de pais e filhos. Tendas montadas para angariação de fundos e um flashmob que convidou o público a entrar na onda da iniciativa. A Rua Infante D. Henrique transformou-se na tarde de sábado para o “TrofaIn”, atividade dinamizada pelos comerciantes daquela artéria da cidade. Depois da edição de estreia, em 2013, a segunda experiência privilegiou o comércio e a família.
A divulgação do negócio e a captação de novos clientes foram os objetivos delineados pelos promotores. António Pimenta, dos Móveis Pimenta, um dos comerciantes instalados naquela rua, sentiu o dever de participar. “É do interesse de todos os comerciantes. O negócio não está bom no país e na Europa e estas iniciativas são sempre bem-vindas, porque vê-se as pessoas na rua. Há muitas que nem sequer conhecem as lojas que cá temos e que, desta forma, passam a conhecer”, afirmou.
Susana Cruz, da Academia de Estudos da Trofa, promoveu um workshop de trabalhos manuais, em parceria com a papelaria Novo Mundo, para “divulgar as atividades de tempos livres” que o espaço dinamiza agora que o ano letivo está a terminar.
Já entre a azáfama do entra e sai de clientes, Leonilde Santos, da Criativa Cabeleireiros, participou tendo em vista a “divulgação” do espaço que tem “18 anos”. A cabeleireira aproveitou ainda os desfiles que decorreram à noite para pentear algumas modelos e mostrar as aptidões.
A noite foi, de resto, o momento mais participado pelo público, que foi atraído pela animação musical, dança, e desfiles de moda, nos quais várias marcas de vestuário divulgaram as tendências da estação. As crianças fizeram furor em cima da passerelle e os vestidos de gala encerraram a iniciativa.