Cior estabeleceu várias parcerias com entidades francesas. A escola continua a apostar nas relações internacionais, desta vez através do projeto europeu Skills, integrado na ação Grundtvig.

Elementos do staff da Escola Profissioal Cior deslocaram-se à cidade Normanda de Bayeux, na França, com objetivos bem definidos: debater e partilhar boas práticas ao nível do reconhecimento e validação de competências. Esta visita durou três dias, entre 19 e 22 de junho, e segundo fonte da Cior “este meeting contribuiu para os participantes reforçarem as parcerias estabelecidas”.

O encontro estava integrado no projeto europeu “Skills – Seminars on the Recognition of Informally Acquired Key Competences” da ação Grundtvig e permitiu aos participantes um conhecimento mais aprofundado do sistema francês de validação de competências profissionais.

A delegação da escola famalicense foi acolhida pelas entidades francesas GIP, FCIP e DAFCO da Baixa Normandia, que trabalham ao nível da formação contínua e da inserção profissional. As equipas técnicas responsáveis pelos procedimentos de validação de competências, compararam as semelhanças e diferenças entre o sistema português e o francês.

À semelhança do que aconteceu no Encontro de parceiros realizado em Vila Nova de Famalicão, no passado mês de maio, os participantes visitaram uma empresa – FRIAL – que está a apostar fortemente na validação das competências dos seus trabalhadores, como forma de reforçar a qualidade dos serviços prestados bem como os níveis de motivação dos colaboradores, uma vez que desenvolvem a oportunidade de progredir profissionalmente.

Os responsáveis da Cior ficaram com uma certeza: “Atualmente, Portugal encontra-se muito avançado ao nível da abrangência do processo de RVCC – Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências”. Mas salientam que “há ainda um caminho a percorrer no sentido de consciencializar as entidades patronais e sociais para a importância e subsequente reconhecimento deste processo na progressão na carreira dos trabalhadores certificados.”

João Martins

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