Acompanhado pelos Vereadores Luís Freitas, Ana Maria Ferreira e José Pedro Machado, pelo presidente da Junta de Freguesia de Rebordões, Manuel Oliveira, pelo Reverendo Padre Celestino Félix (pároco da freguesia e a quem coube benzer as novas instalações desportivas), pelo restante Executivo da Junta e da Assembleia de Freguesia, Castro Fernandes procedeu – na presença de mais de 500 pessoas – à abertura oficial daquele que considerou ser "a seguir ao Pavilhão Desportivo Municipal (em Santo Tirso) este é o segundo mais importante pavilhão desportivo do concelho" e adiantou: "uma estrutura desportiva desta envergadura precisa de ser bem utilizada e, por isso, avançaremos com a junta de freguesia para a execução de um regulamento que defina as regras da sua utilização e manutenção, sendo certo que os rebordoenses saberão estar à altura desse desígnio." Para o presidente da Junta de Freguesia de Rebordões, a inauguração deste pavilhão "É a prova de que a Câmara Municipal de Santo Tirso é uma pessoa de bem e que cumpre o que promete, respondendo com eficiência às reivindicações da nossa vila." 

 O novo Pavilhão Desportivo de Rebordões foi projectado de acordo com as normas definidas pelo Instituto Nacional do Desporto e construído em duas fases. Uma primeira fase que consistiu na execução de movimentos de terras e betão armado (434 mil euros) e uma segunda, denominada a dos acabamentos (1 025 mil euros). 

No que diz respeito ao edifício propriamente dito, considerando a optimização do seu funcionamento, este foi dividido em três sectores:  

     1 – O sector central, e que corresponde à nave principal de todo o conjunto edificado, destina-se unicamente à prática e evolução desportiva, suportada por um campo de jogos de 44m x 22m, existindo uma galeria superior no seu sentido longitudinal destinado à permanência "informal" de espectadores.  

     2 – Outro sector é definido pelo volume anterior, que se intercepta com a nave principal, e pelo qual se faz a entrada no recinto, recebendo ainda aquelas funções de apoio ao publico, designadamente as áreas destinadas a informação e secretariado, a cafetaria ou as instalações sanitárias, e a que se junta um gabinete médico/enfermaria e o vestiário do árbitro.  

     3 – O terceiro sector diz respeito ao volume que agrega os balneários para os atletas, a arrecadação de material desportivo bem como áreas técnicas necessárias, estando implantado na parte mais interior do terreno, e a uma cota semienterrada (com um alinhamento e cércea em correspondência com o anterior) em articulação directa com o campo de jogos, embora possua acesso autónomo a partir do exterior. 

A empreitada de construção deste novo pavilhão incluiu, ainda, a rede de drenagem de águas residuais, de águas pluviais, rede de saneamento, rede de gás, redes de iluminação, rede de incêndio, ventilação mecânica e arranjos exteriores.