Rancho Folclórico da Trofa reuniu-se numa ceia de Reis, depois de mais de 20 dias a cantar as janeiras de porta a porta.

Já é apanágio do Rancho Folclórico da Trofa de promover uma ceia de reis, depois das janeiras cantadas porta a porta. O jantar não se realizou a 6 de janeiro, mas a data é o que menos importa.

Após mais de 20 dias a levar a tradição à população trofense, com “muito trabalho e dificuldades”, o grupo uniu-se para “um momento de lazer e alegria” na sede, onde não faltou um jantar “à maneira” e uma noite longa com convívio e fado à mistura.

No jantar, que se realizou no sábado, 14 de janeiro, marcaram presença 70 pessoas, entre elementos, familiares e amigos do Rancho Folclórico da Trofa. Este ano, Alcino Paixão, presidente do Rancho, faz um balanço positivo das janeiras. A nível de receitas, foi “melhor que o ano passado”, mesmo contra a palavra do ano: austeridade. “Também houve mais empenho de toda a gente em falar mais com o coração e as pessoas acabaram por aderir mais”, explicou.

Projetar o amanhã “é difícil”, tendo em conta “a situação atual”. Mesmo assim, o grupo não baixa os braços: “Vamos tentar manter a instituição de pé, com sacrifício, para ver se conseguimos levar a bom porto. Temos que ganhar, pelo menos, para as despesas e isto é muito dispendioso”.

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