A Junta de Freguesia de Covelas viu arquivadas as duas queixas apresentadas pelos elementos do PS sobre alegados “indícios de corrupção” e “irregularidades” na suposta obra de ampliação do cemitério.

 

A Procuradoria da República de Santo Tirso mandou arquivar o processo em que Paulo Maia e Domingos Faria, do Partido Socialista de Covelas, alegaram haver “indícios de corrupção”. Os dois membros do PS reprovaram o relatório de prestação de contas referente ao ano de 2006 e alegaram que o executivo “favoreceu um só empreiteiro” na “adjudicação de obras na freguesia”.

No despacho de arquivamento, pode ler-se que os dois membros afirmaram “que tais factos e outros que naquele acto não mencionam, consubstanciam fortes indícios de corrupção, referindo que a rubrica 06 do orçamento consistia numa espécie de ‘saco azul’ para despesas ilícitas, servindo para financiar viagens de autocarro, almoços, animações, folares a amigos, pretendendo ‘comprar’ votos à população de Covelas”.