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O presidente da Comissão Promotora da homenagem ao Reverendo Padre Armindo Gomes, Manuel Ramalho, estava satisfeito com o sucesso atingido com a comemoração dos 60 anos de actividade sacerdotal do pároco a quem ele apelida de “apóstolo de Deus” por todo o trabalho que dedicou à paróquia de Santiago de Bougado. Também Mário Torres manifestou alegria por ver na festa “pessoas que, aparentemente, estariam em oposição” com o sacerdote.

Cerca de mil pessoas encheram o salão da Quinta Nossa Senhora da Alegria para homenagear o pároco Armindo Gomes que daqui a poucos anos assinala outra data importante na sua vida e na de Santiago de Bougado: 50 anos de actividade sacerdotal na paróquia. Desta vez a festa era das seis décadas de sacerdócio, polvilhadas com muito trabalho e dedicação à comunidade.

Foram estes aspectos que moveram a Comissão Promotora a organizar a homenagem a Armindo Gomes que começou com uma missa solene e seguiu com um almoço-convívio que durou até à noite.

Foi “a realidade de Deus” que puxou Manuel Ramalho, presidente da Comissão, e os restantes elementos para a organização do “milagre” que se viveu, segundo Armindo Gomes. Em declarações ao NT/TrofaTv o responsável afirmou que “mesmo muito ocupado”, se entregou de corpo e alma a esta homenagem. “É por uma grande amizade que tenho ao meu pároco que fiz tudo isto”, garantiu.

E o sucesso da iniciativa espelhava outra certeza, para Manuel Ramalho: “as pessoas de Santiago de Bougado está com o padre Armindo”.

“São muitos anos numa paróquia e bem gerida por ele. Ele tem várias obras, desde capelas, cruzeiros, monumentos…o Padre Armindo é um apóstolo de Deus. Ninguém é perfeito, mas ele é um grande homem e um exemplo para Santiago”, afirmou.

Mas não é só em Santiago que Armindo Gomes é acarinhado. “Ele tem grandes amigos na cidade da Trofa e aqui se vê na festa, tanto de manhã na missa como agora na Quinta Nossa Senhora da Alegria. Ele merece”, continuou.

A opinião era partilhada por Mário Torres, que não deixou de frisar que “esta era uma homenagem que Santiago de Bougado devia fazer ao Padre Armindo”.

“Não é fácil encontrarmos padres com 61 anos de actividade sacerdotal e com este espírito de militância e com essa pujança que o Pároco Armindo manifesta”, referiu.

E “contra factos não há argumentos”, na opinião de Mário Torres. A presença das cerca de mil pessoas foi “mais uma conquista desta comemoração a planar alguns pedregulhos que havia no caminho do Padre Armindo”.

“Pessoas que, aparentemente, estariam de alguma forma em oposição com o senhor abade estão algumas delas aqui presentes. Fiquei de alguma forma feliz por ver e parece-me a mim que algumas dessas divergências foram esbatidas”, sublinhou.