Voleibol, patinagem, basquetebol e até mesmo algo mais invulgar como o corfebol estarão na rua. Não esquecer ainda os jogos tradicionais, como a malha, corrida de sacos e andas. Estas modalidades vão estar ao alcance dos trofenses, a partir do próximo sábado, em regime itinerante. O evento "Desporto na rua" passará pelas freguesias de Alvarelhos, de S. Martinho de Bougado e de São Romão do Coronado durante os fins-de-semana até Junho.

 

Tendo como missão "alertar a população p ara a importância da actividade desportiva como forma de vida saudável", a iniciativa, organizada pela Autarquia, pretende ajudar a "combater o sedentarismo e a obesidade". Aliado a este desafio surge o "TrofaBus", essencialmente dedicado aos mais novos. Durante os dias em que decorrer o evento, este autocarro multifunções vai disponibilizar jogos lúdicos e permitir o acesso à Internet. São outras formas de distracção que preencherão os intervalos exigidos pela actividade física.

Para todas as idades

O apelo do computador não diminuirá o empenho dos participantes. "Tal não tem acontecido", assegura o assessor para o desporto da Câmara, Sérgio Humberto. Este ano, não deverá ser diferente, crê o responsável, que perspectiva uma adesão superior à da edição anterior, em que participaram entre "600 a 700 pessoas".

S. Martinho de Bougado terá dado a maior contribuição. A explicação não é difícil de encontrar. Além de ser a freguesia mais populosa, é também a mais central. "Alvarelhos, que não é das que tem mais população, tem aderido de forma significativa", revela Sérgio Humberto.

A organização espera "mais pessoas, pois aumentaram o número de modalidades". Há, pelo menos, três estreias patinagem, jogos de raquetes e corfebol. Todas as práticas vão ser acompanhadas por "monitores especializados" e podem ser experimentadas por todos. Sendo certo, porém, que "a maioria dos participantes inclui-se nas faixas etárias mais baixas. Normalmente, entre os 14 e os 24 anos", elucida o interlocutor do JN. No entanto, o Tai Chi Chuan, outra modalidade que irá estar nas ruas, reúne consenso entre os mais velhos. "Há gente de 60 e de 70 anos a participar, mas a maioria tem entre 40 e 60".  

Ana Correia Costa/ jn