quant
Fique ligado

Ano 2011

Protecção Civil explicada aos mais pequenos (c/ vídeo)

Publicado

em

 Mais de 350 crianças assinalaram o Dia da Protecção Civil. Entidades explicaram a importância do trabalho feito junto da comunidade.

João Fonseca aprendeu que os sapadores florestais são muito importantes, porque “limpam o mato e apagam fogos”. O aluno do 3º ano da Escola Básica (EB) 1 de Feira Nova, de S. Mamede do Coronado, ficou a saber que nesta profissão pode ver-se um sem número de animais: “Raposas, esquilos, sardaniscas, sardões…”.

Mas também os bombeiros têm um papel importante para garantir o bem-estar da comunidade, considera o colega Luís Fernandes. São eles que “apagam os fogos” e “até ajudam as grávidas que têm os bebés dentro das ambulâncias”.

E o André Moreira tem medo da polícia? “Não, porque não faz mal a ninguém”, responde. E completa: “Prende os ladrões e faz a vigilância na rua”. A lição ficou bem estudada na quinta-feira, numa “aula” que teve como pano de fundo o monte de S. Gens. O Dia da Protecção Civil (1 de Março) foi comemorado com algum atraso, devido ao Carnaval, mas nem por isso ficou esquecida a importância das entidades que trabalham todos os dias para garantir a segurança das pessoas e a preservação do ambiente.

A esta turma do 3º ano juntaram-se outras da EB 1/JI de Portela, EB 2/3 de S. Romão do Coronado, EB1/JI de Quereledo, APPACDM (Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental) da Trofa, EB 2/3 de Alvarelhos, EB1/JI de Vila, Colégio da Trofa e EB2/3 Professor Napoleão Sousa Marques. Foram mais de 350 os alunos que conheceram de perto a actividade dos sapadores florestais, através de uma acção de demonstração da Associação de Silvicultores do Vale do Ave e da Brigada Municipal de Intervenção Florestal da Trofa, e dos bombeiros, com o testemunho e algumas explicações dos elementos da corporação trofense. A protecção do ambiente também esteve em destaque e, através de jogos lúdicos, as crianças aprenderam a separar os resíduos.

Publicidade

E se uns ficaram surpreendidos com o trabalho dos sapadores florestais e dos bombeiros, já o pequeno André Ferreira, do Jardim-de-infância de Feira Nova, aprendeu como “se deve atravessar a estrada” depois de ver um filme do projecto “Escola Segura”.

A presidente da Câmara Municipal da Trofa, Joana Lima, detém o pelouro da Protecção Civil e considera que a campanha de sensibilização “é uma aposta no futuro”. “É muito mais fácil implementar-lhes uma nova mentalidade através desta acção, que está a ser feita neste monte tão importante, pois é um dos pulmões verdes do nosso concelho”, explicou.

 A autarca considera que as crianças “são veículos de transmissão de mensagens”, pelo que “chegam a casa e passam-na aos pais, avós e irmãos”. “É muito importante termos uma consciência ambiental e de protecção civil”, sustentou.

O 2º comandante distrital da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) esteve na Trofa e elogiou a realização desta iniciativa. Alberto Costa elogiou a realização desta campanha de sensibilização, que vai de encontro à necessidade de “levar a imagem de prevenção e cultura de segurança aos mais novos”. Considerou ainda que a Câmara Municipal da Trofa “tem feito um bom trabalho” no capítulo da Protecção Civil. “Tem dado passos consistentes, devagar, mas tem feito um bom trabalho nesta área e esta iniciativa é um exemplo disso”, acrescentou.

Publicidade

Lançado Concurso “Mascote”

Paralelamente à iniciativa, foi apresentado o Concurso “Mascote”, dirigido a todas as escolas do concelho, que desafia à criação de uma mascote que será “o rosto” dos clubes de Protecção Civil da Trofa.

Para Joana Lima, esta é mais uma forma de “mobilizar as crianças a participar activamente no futuro do concelho”.

Este concurso está previsto na Candidatura ON 2 denominada “Sistema de Prevenção e Gestão de Riscos Naturais e Tecnológicos do Concelho da Trofa” e inserido no Programa Educativo – Clubes de Protecção Civil do ano 2011.

O Sistema tem como objectivos “a avaliação da probabilidade de ocorrência de fenómenos perigosos, a avaliação da vulnerabilidade a perigos e a criação de instrumentos de âmbito municipal, destinados a suprir as lacunas existentes tanto na área da protecção civil como do ordenamento do território”.

Publicidade
Continuar a ler...
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de email não será publicado.

Ano 2011

O ano de 2012 não será uma hecatombe, mas…

Publicado

em

Por

A passagem de mais um ano, obriga-nos a meditar sobre o ano que passou e o ano que está a chegar. Não é que se viva de recordações, mas elas são muito úteis para se poder fazer um balanço da nossa vida; de onde viemos, para onde vamos. É o tradicional «reveillon», talvez o mais triste dos últimos anos.

O ano que agora finda é provavelmente, aquele que mais afetou a vida de quase todos nós, que ainda por cá andamos. O ano que virá, não será uma hecatombe, mas será um ano de muitas falências, de desemprego, de recessão e de depressão. Será a continuação da crise, ainda mais agravada com o passar do tempo.

Não vai ser possível escapar a mais um ano de recessão e caos económico, uma situação que não vivemos desde a segunda guerra mundial. O ano que agora festejamos o seu fim, brindou os portugueses com algumas medidas de carácter económico, que fizeram abalar a “carteira” de muitos, a começar com os cortes, para alguns, nos subsídios de férias e de natal, no fim das borlas nas SCUT, o fim do passe social para todos e os diversos e sucessivos aumentos em produtos necessários ao nosso dia-a-dia.

A crise que estamos a atravessar é uma crise quase generalizada a todo o mundo: o Ocidente debate-se com uma grave crise económica, que dura há mais de três anos; a África continua com as suas tradicionais crises humanitárias, económicas e políticas; a Ásia está a viver um conjunto de problemas originados pelo crescimento económico muito rápido de diversos países. A crise – financeira, económica e social -, alastrou-se a todo o mundo e o ano de 2012 vai exigir um combate em todas as frentes, vai exigir soluções globais.

Os decisores políticos mundiais deverão ter em atenção algumas premissas para que o combate tenha o êxito desejado. Em primeiro lugar, deve ser dada a primazia da economia sobre as finanças, mas antes de tudo devem dar a primazia ao ser humano. Não se quer uma economia baseada no «capitalismo selvagem», mas uma economia centrada no homem. É no homem e para o homem e nos princípios da solidariedade, que a economia deve estar focada. Só assim é que faz sentido.

Vai ser preciso um combate eficaz à miséria, à fome, ao desemprego, que grassa por todo o mundo. Seguramente, o ano que se avizinha terá de ser um ano de grandes transformações, pois os desafios são tremendos. Vai ser preciso suster o descalabro das finanças públicas, deter o galopante crescendo da dívida soberana dos Estados e fazer crescer a economia.

A crise que o mundo está a atravessar interpela todos, pessoas e povos, homens e mulheres, jovens e menos jovens, empregadores e empregados, partidos políticos e grupos de reflexão a um profundo discernimento dos princípios e dos valores que estão na base da convivência social. A crise obriga a um empenhamento geral, numa séria reflexão sobre as causas e soluções de natureza política e económica não deixando de ter o homem como epicentro. Para o bem-estar da humanidade. Sempre!

José Maria Moreira da Silva

Publicidade

moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

{fcomment}

(mais…)

Continuar a ler...

Ano 2011

Grupo de Jovens de Guidões recria presépio

Publicado

em

Por

O Grupo de jovens S. João Baptista de Guidões deu vida ao presépio, numa iniciativa que é já tradição na freguesia.

Para muitos o dia de Natal é sinónimo de descanso e convívio familiar, mas em Guidões cerca de duas dezenas de jovens abdicam do conforto do lar para dar vida ao nascimento de Jesus, recriando o Presépio ao Vivo.

O último domingo, 25 de dezembro, começou bem cedo para o grupo. Ainda o relógio da Igreja Paroquial, onde é encenado o presépio, não assinalava as 7 horas e já os primeiros elementos chegavam para ultimar os preparativos. “Há certas coisas que apenas podemos fazer no dia, como colocar decorações e trazer os animais”, explicou o presidente do grupo de jovens, José Pedro Campos. Depois de tudo colocado no devido sítio, os animais acomodados nas suas cercas e dos jovens vestirem os trajes da época, era altura de ensaiar a encenação que deveriam levar a cabo durante a eucaristia de Natal. “Este ano, para além do presépio, também fizemos uma pequena atuação no momento de Ação de Graças”, esclareceu o responsável.

Esta é uma iniciativa que o Grupo de Jovens S. João Baptista de Guidões desenvolve há já vários anos: “Naturalmente que dá bastante trabalho”. “Toda a estrutura foi criada de raiz e é da responsabilidade dos elementos do grupo que soldam, pregam, serram e fazem o que for necessário para que tudo esteja pronto no dia de Natal”, acrescentou José Pedro Campos.

Neste presépio existem anjos, pastores, reis, José, Maria e muitas outras personagens que recriam os relatos da Bíblia, como a aparição do anjo a Maria, a falta de lugar na hospedaria em Belém para José e Maria pernoitarem ou a fuga para o Egito, depois de Herodes ordenar a morte de todos os bebés.

O objetivo é “diversificar as cenas todos os anos para não se tornar monótono”. Se ainda não teve a oportunidade de visitar o Presépio ao Vivo, pode fazê-lo no dia 1 de janeiro entre as 14 e as 17.30 horas.

{fcomment}

Publicidade
Continuar a ler...

Edição Papel

Comer sem sair de casa?

Facebook

Farmácia de serviço

 

arquivo

Neste dia foi notícia...

Ver mais...

Covid-19

Pode ler também

} a || (a = document.getElementsByTagName("head")[0] || document.getElementsByTagName("body")[0]); a.parentNode.insertBefore(c, a); })(document, window);