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Edição 657

Preocupação sobre segurança das pontes mantém-se no Muro

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“É a segurança das pessoas que está em causa”. O alerta é dado por Dolores Ribeiro, moradora na freguesia do Muro, que teme um dia “ver uma tragédia” junto a uma das pontes sobre a antiga linha de comboio que ligava Guimarães ao Porto.
Na que está situada junto ao cemitério da freguesia, notam-se fissuras e infiltrações de água nos pilares, sinais de que o estado de conservação das estruturas pede uma intervenção. Assim como esta, outras pontes denunciam desgaste, tendo já levado à criação de uma petição a exigir a intervenção do Estado para evitar danos futuros.
Álvaro Neves, atualmente a trabalhar na Agência Europeia para a Segurança na Aviação, é o primeiro subscritor do abaixo-assinado, que foi criado em 2016, e que ainda não atingiu o número suficiente de assinaturas para ir à Assembleia da República.
O documento exige uma intervenção urgente no canal, com enfoque especial para as pontes – entre as quais as que estão na Nacional 14 e 318 junto aos semáforos da Carriça. “Uma vez que nunca houve qualquer intervenção de fundo, foram-se agravando as condições estruturais das duas pontes que cruzam o canal da linha na zona do lugar da Carriça e da que cruza a linha na zona do cemitério do Muro”, pode ler-se na petição, que também pode ser encontrada na internet (www.peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT82282).
A petição coloca a nu ainda um problema de saúde pública: “Há imensos anos que se convive com a escorrência, ao longo do canal da linha que passa junto a habitações, de águas residuais compostas por dejetos humanos e animais de vacarias que existem nas imediações”.
Em 2016, Álvaro Neves afirmou ao NT que “se a Metro do Porto considera que não deve avançar com o metro, pelo menos tem de se responsabilizar pelas infraestruturas do antigo canal”, incluindo “a estação”.

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Edição 657

A desresponsabilização do passado

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O primeiro-ministro, que é também secretário-geral do partido socialista tem sido bafejado pela sorte por estar a haver uma ligeira retoma económica provocada pela baixa significativa das taxas de juro e pela pujança do comércio internacional. Tudo isto conjugado com uma imprensa muito suave e uma oposição fragilizada tem ajudado António Costa a passar por entre os pingos da chuva nas muitas situações graves que o país tem vivido.
Costa que perdeu as eleições, com uma das mais baixas votações de sempre do partido socialista e que será recordado pela sede desmedida de ser governo a todo o custo continua a estar obcecado pelo poder e a alimentar a sua vaidade desmedida ficando cego, autista e um político perigoso, na pior linha do «socratismo». Exemplo disso é o seu comentário à vitória de Rui Rio nas eleições internas do PSD afirmando que «não será muito difícil ser melhor» que Passos Coelho.
Os políticos que originaram a bancarrota do nosso país em 2011 pertenciam a uma equipa comandada por José Sócrates (o pior primeiro-ministro que Portugal teve em democracia), que tinha como seu número dois o atual primeiro-ministro, António Costa, mas também Augusto Santos Silva e Vieira da Silva, atuais ministros do governo de Portugal. Quando olhamos para a televisão também encontramos diversos membros dessa equipa de políticos incompetentes a comentar a atualidade política, como se fossem os arautos da verdade.
Estes socialistas com o seu «cabotismo» e vaidade, todos eles emproados como pavões falam de ética e moral como se fossem os arautos da honestidade e da verdade, mas esquecem-se que foram eles que nos deixaram um presente envenenado e um futuro hipotecado. António Costa e os seus camaradas de então e de agora desempenharam um papel importante naquilo que aconteceu a Portugal e aos portugueses, mas têm a desfaçatez de tentar ignorar que foram eles que fizeram um apelo à «troika», para nos vir salvar.
A desresponsabilização pelo passado tem sido uma das mais graves debilidades do nosso país e António Costa tem sido um dos principais obreiros, quando ataca sistematicamente o seu antecessor, com o intuito de branquear um passado que deve ser recordado, para que não volte a acontecer o mesmo descalabro das contas públicas, como aconteceu no malfadado «socratismo». Infelizmente!
António Costa tem demonstrado, para além da falta de ética, uma falta de sentido patriótico, ao assinar a posição favorável do partido socialista a listas transnacionais nas eleições europeias. Se assim acontecer haverá uma redução do número de deputados eleitos em cada país, incluindo Portugal. Com esta posição, Costa atraiçoou os países médios e pequenos demonstrando ser um joguete dos poderosos alemães e franceses. É António Costa no seu melhor!

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Edição 657

30 universidades apresentaram cursos na Escola Secundária (C/Vídeo)

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Escolher por vocação ou por mais oferta de emprego? Esta é uma das questões que mais ocupam os estudantes quando têm de decidir que caminho optar no Ensino Superior. Para ajudar os jovens no processo de escolha, a Escola Secundária da Trofa promoveu a 20.ª edição da feira formativa com a presença de cerca de 30 instituições. Segundo Fernanda Silva, psicóloga do Agrupamento de Escolas da Trofa, “o objetivo da feira é permitir a exploração das diversas alternativas que os jovens têm depois do 12.º ano, juntando no mesmo espaço as instituições de Ensino Superior da zona Norte, de modo a possibilitar-lhes terem acesso a toda a informação que existe e terem um contacto pessoal com representantes dessas escolas”.
A iniciativa possibilita que os estudantes conheçam de perto as ofertas existentes e tenham um contacto direto com as instituições. E não é só importante para quem está a terminar o Ensino Secundário, mas também para quem está no 9.º ano, porque, sublinhou a psicóloga, “nessa fase os jovens já têm de fazer uma escolha mais concreta sobre o curso onde vão passar o Ensino Secundário, que determina algumas das ofertas a que têm acesso no Ensino Superior”.
Segundo Fernanda Silva, o impacto deste tipo de iniciativas junto dos alunos vai variando ao longo dos anos, pois “depende da capacidade de questionarem” e de “aproveitarem a presença dos representantes das instituições”.
A Universidade do Porto é a instituição que os estudantes da Secundária da Trofa mais procuram no momento de decidirem o futuro académico

 

 

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