quant
Fique ligado

Noticias

Porque a diversificação da carteira financeira é essencial

Publicado

em

O clima financeiro global tem estado num estado precário há mais de uma década, após a grande recessão de 2008, a tentativa de recuperação que se seguiu e o impacto mais recente da crise do coronavírus.

Alguns mercados têm sido mais adversamente afetados do que outros, com o aumento das taxas da dívida em relação ao PIB e taxas de juro de base mínimas, fazendo com que as divisas internacionais sejam negociadas numa faixa cada vez mais estreita.

Neste contexto, a diversificação da carteira é mais importante do que nunca. Mas o que significa isto exatamente, e como pode ser obtido?

O que é a diversificação de carteiras porque é importante?

Em suma, uma carteira diversificada inclui um conjunto de diferentes investimentos e classes de ativos, que podem ser combinados para minimizar a exposição e o perfil de risco global de um investidor.

Esta metodologia pode também manifestar-se de formas diferentes, desde possuir ações de países e indústrias variáveis até à combinação de uma série de diversas classes de ativos, tais como ações, obrigações, mercadorias e mesmo bens imobiliários.

Em ambos os casos, o investidor minimiza a exposição ao risco colocado por um único instrumento ou categoria de ativo, enquanto reduz a volatilidade geral da carteira subjacente.

Publicidade

No contexto atual do mercado, esta categoria de estratégia de investimento pode ajudar a criar uma carteira equilibrada, que naturalmente, nega o risco adicional e a volatilidade que existe na economia global.

Um dos tipos mais comuns de carteira diversificada combina ações e investimentos de rendimento fixo, tais como obrigações, normalmente com uma proporção de 60% a 40%. No entanto, a exposição a ações é suscetível de aumentar ligeiramente para investimentos mais jovens, para poderem maximizar os seus retornos potenciais sem incorrer grandes riscos.

Como Diversificar a Sua Carteira com Sucesso

Agora que a importância de diversificar a carteira foi abrangida, seguem alguns passos para o ajudar a fazê-lo com sucesso:

  • Possua Ações Diversas: Já falámos sobre a diferença entre ações e produtos de rendimento fixo, o que ajuda a criar uma carteira equilibrada e diversificada. Pode obter ainda mais equilíbrio se tiver uma variedade de ações das indústrias da sua escolha e a combinação de ações de pequena, média e grande capitalização. Isto ajudará a sustentar a sua carteira em tempos de tumulto económico e recessão a longo prazo.
  • Considere Negociar Índices: Similarmente, a negociação de índices também pode diversificar a sua carteira, visto que isto lhe oferece acesso imediato a ações de indústrias e países  diferentes. Isto permite-lhe diversificar os seus interesses através de um único investimento, quer vise índices nacionais tais como o DAX 30 (na Alemanha) ou o Nasdaq 100 (para ações premium tech).
  • Considere Investir no Mercado Imobiliário: Geralmente, o processo de diversificação leva um tempo considerável, permitindo-lhe aumentar a rentabilidade sem incorrer em riscos desproporcionados. Isto permite-lhe elevar os seus esforços de diversificação a outro nível, investindo em ativos de alto valor e assegurando novas fontes de riqueza, tais como bens imobiliários. Tradicionalmente, este ativo aumenta o retorno de uma carteira enquanto reduz a volatilidade geral.
Continuar a ler...
Publicidade

Edição 765

Memórias e Histórias da Trofa: A sina trofense: a dificuldade de concretizar investimentos públicos

No Diário do Governo, era já notícia, em 1879, de que o processo de construção desta ferrovia era complexo e sofria duros revezes, sendo inaugurado apenas o primeiro troço em 1883, que ligava Trofa a Vizela.

Publicado

em

Por

exposicaoofotoscomboio

Os anos e gerações vão passando e costuma-se dizer que a identidade vai sendo construída com o passar dos anos. O referido processo de construção de identidades não é simples, nem instantâneo, mas o continuar de práticas transversais a gerações.
A região do Vale do Ave era cada vez mais industrializada, ninguém o podia negar e necessitava urgentemente de ver criada as acessibilidades para se abrir ao progresso. Numa fase em que o transporte rodoviário era uma miragem, restava obviamente apostar na rede ferroviária.
A Linha de Guimarães era um investimento prioritário, mas nem isso impediu que ficasse afastado dos tradicionais problemas de concretização que tanto nos caracteriza.
No Diário do Governo, era já notícia, em 1879, de que o processo de construção desta ferrovia era complexo e sofria duros revezes, sendo inaugurado apenas o primeiro troço em 1883, que ligava Trofa a Vizela.
Assistimos a, pelo menos, quatros anos de atrasos e constrangimentos, sendo que a construção da linha já tinha sido decretada em 1872, ou seja, 11 anos antes da inauguração do seu primeiro troço.
A empresa “Minho District Ralway Company Limitada” tinha recebido a concessão nesse ano de 1872, tendo sido previamente entregue por Simão Gattai, que tinha repassado essa concessão. A referida companhia apenas tinha construído seis quilómetros do caminho de ferro entre Bougado e Santo Tirso, pedindo ao tribunal comercial da cidade do Porto que fosse prolongado o prazo a seu pedido, até porque tinha terminado em 26 de março de 1879 a licença de construção. Na verdade, a companhia iria abrir falência e a situação tornar-se-ia ainda mais complexa, com a enorme carga burocrática a ser colocada em prática.
Seria apresentado um requerimento pelo Visconde da Ermida para que fosse constituída uma nova companhia para adquirir o caminho de ferro que tinha sido construído como aquele que faltava construir. António Ferreira da Silva tem aqui um rasgo de génio, percebendo que poderia continuar com um investimento que já tinha sido previamente construído e que era fundamental para o desenvolvimento do Vale do Ave e que teria uma grande aceitação, não só pela população, como também pelo tecido industrial.
O Vale do Ave era uma região que precisava, obviamente, destas infraestruturas, uma vez que era, cada vez mais, uma região apetecível pelos capitalistas para desenvolverem e fazerem surgir novos negócios.
Iria receber em 6 de maio de 1879 a autorização para ficar com a construção e exploração daquele caminho de ferro, que iria ligar Santo Tirso e Vizela para Guimarães.
A linha teria de ser em via larga, algo que não se iria concretizar, obrigatoriamente seria construído um telégrafo elétrico com vários correspondentes nas estações ao lado daquela linha, sendo de linha única, algo que se confirmaria no futuro. Um apontamento fundamental para a preocupação com o transporte de mercadorias, porque o concessionário deveria estabelecer para o serviço das localidades atravessadas pela linha férrea portos secos, destinados ao estacionamento de cargas e descargas das mercadorias.
Um projeto que em 1872 já tinha sido concessionado por uma pessoa a uma companhia que esteve a gerir esse mesmo processo durante sete anos e que apenas tinha construído uns míseros quilómetros a ligar a Trofa a Santo Tirso.
No ano de 1879, iria ser decretada a falência da companhia e entregue a concessão a outra figura com a expectativa de que ele continuasse a obra, sendo que o projeto acabaria por ser terminado de forma diferente do pretendido.
Assistimos a vários revezes que apenas iriam quatro anos depois, em 1883, culminar com a inauguração do caminho de ferro até Vizela, sendo que apenas iria chegar a Guimarães meses depois, já em 1884.
A construção seria concluída e respetivamente inaugurada 12 anos depois do que tinha sido projetada por lei, não deixando ser mais um exemplo da triste sina da Trofa que esperou mais de uma década pela conclusão de uma obra prioritária para o seu desenvolvimento.

foto: DR (arquivo)

Continuar a ler...

Desporto

Team Lantemil vence no Galo’s Coura MTB Challenge

A secção de ciclismo da Team Lantemil conquistou um dos pódios da 1.ª edição do Galo’s Coura MTB Challenge, uma prova de BTT, com navegação GPS, que ligou Barcelos a Paredes de Coura, com passagem pela vila de Ponte de Lima e final novamente em Barcelos.

Publicado

em

Por

A secção de ciclismo da Team Lantemil conquistou um dos pódios da 1.ª edição do Galo’s Coura MTB Challenge, uma prova de BTT, com navegação GPS, que ligou Barcelos a Paredes de Coura, com passagem pela vila de Ponte de Lima e final novamente em Barcelos.

Participando na vertente de tripla, os atletas da Team Lantemil percorreram cerca de 140 quilómetros com desnível positivo de mais de 3500m. Ricardo Cerqueira, Nuno Maia e Daniel Oliveira participaram em estafeta e conseguiram ser a tripla mais rápida a cruzar a linha da meta.

“Esta vitória é muito importante para a equipa e patrocinadores. Agora, apontamos baterias já para o próximo fim de semana, para o regional do Minho de XCM de maratonas.

Continuar a ler...

Edição Papel

Comer sem sair de casa?

Facebook

Farmácia de serviço

 

arquivo

Neste dia foi notícia...

Ver mais...

Covid-19

Pode ler também