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Edição 657

Paroquianos satisfeitos com o padre José Ramos

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“Não é normal que um padre seja frequentemente triste, nervoso ou duro de caráter; não está bem e não faz bem, nem ao padre, nem ao seu povo. Nós, sacerdotes, somos apóstolos da alegria”. As palavras são do Papa Francisco, mas podem ser aplicadas ao sacerdote que há dez anos chegou a Guidões. José Ramos está há uma década na paróquia que ajudou a reconstruir. As coisas nem sempre foram fáceis, mas a sua persistência em querer deixar a paróquia melhor do que a encontrou acabou por ligá-los de uma forma muito peculiar. Os diferentes grupos, e paroquianos em geral, olham para trás e reconhecem o trabalho que o sacerdote fez por Guidões. Por isso, também eles quiseram deixar a sua marca nestes dez anos de paroquialidade, deixando uma mensagem ao padre José Ramos

“Quando Deus quer, o Homem sonha, a obra nasce”

Carla Pinto, porta-voz do grupo, diz que “apesar de no início terem surgido alguns atritos”, José Ramos era “um pároco cheio de ideias e a querer melhorar tudo”. “Nem todos estavam abertos a mudanças, mas penso que quando é para o bem da paróquia então é para o bem das pessoas. E os guidoenses perceberam isso”, recordou. Apesar de lhe reconhecerem “defeitos como todo o comum mortal” tem, o grupo considera-o “muito ativo”. “Dá a sua opinião, ouve, volta a dar opinião se for necessário e, no final, o que o grupo, como um, decidir, está decidido. Tenta sempre unificar e não separar”, frisou. “Continue a unificar e a conservar, pois penso que é disso que uma paróquia precisa. Agradar a todos não é possível, nem nunca será, mas se as nossas atitudes e atos forem feitos com o coração, então ninguém nos pode julgar. ‘Quando Deus quer, o Homem sonha, a obra nasce’. Muitas felicidades em nome do grupo da catequese”. É a mensagem que este grupo deixa ao sacerdote. Grupo da catequese

“Pessoa excecional e acessível”

“É uma pessoa excecional e acessível”, frisou Raquel Oliveira, responsável por um dos grupos corais. Diz o grupo coral, que o padre José Ramos “não se intromete no trabalho” que fazem e reconhecem-lhe o esforço, “dado que tem três paróquias e, às vezes, torna-se um bocadinho complicado conseguir gerir, nunca disse que não a nada”. “Gostamos bastante dele”, afirmou Raquel. E como uma década é uma data memorável, o grupo coral quis deixar uma mensagem ao pároco: “Continue como tem sido até agora: amigo, a ajudar-nos nas necessidades que temos, a dar-nos a sua opinião”. Coro Litúrgico da Paróquia de S. João Baptista de Guidões

“É uma pessoa muito culta e bom contador de histórias”

O grupo vê o pároco como uma “pessoa muito culta, bom contador de histórias, despertando a sensibilidade de quem ouve, uma pessoa com uma vida simples e essencial, que o faz aproximar dos mais humildes numa caridade pastoral”. “Foi sempre um pastor atento à sua comunidade, como ouvinte e como crítico. Tem construído uma comunidade, apesar do tempo ‘pobre’ em fazer amizades”, disseram. Não esquecendo os dez anos de dedicação à paróquia, o grupo quis deixar uma mensagem: “A sua grande missão na nossa paróquia tem sido restaurar a igreja, com a sua grande sabedoria em arte sacra, missão essa que continua a lutar com grande empenho. O Grupo Coral Juvenil agradece a sua disponibilidade pessoal em prol do bem da nossa comunidade durante estes dez anos” Grupo Coral Juvenil de Guidões

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“Foi uma mais-valia para a paróquia”

Um dos elementos da Comissão de Fábrica, José Sousa, confidenciou ao NT que José Ramos “deu toda a liberdade à Comissão de Fábrica para que pudesse trabalhar e fazer as obras que fez”. Com um percurso em Guidões que consideram “bom”, a Comissão de Fábrica caracteriza o sacerdote como “uma pessoa afável e com uma boa ligação aos paroquianos”. “Que continue assim, que nos vá aturando a todos. Foi uma mais-valia para a paróquia de Guidões porque, anterior à vinda dele, não tínhamos absolutamente nada. Ele deixou-nos trabalhar, daí termos conseguido o feito. Que continue a ser como é”, desejou José Sousa em nome da Comissão. Comissão de Fábrica da Igreja

“Está sempre disponível”

Virgílio Silva, da Conferência S. Vicente de Paulo de Guidões, disse ao NT que o grupo “só pode avaliar positivamente” o percurso do padre Ramos ao longo da última década. “Temos boas relações com ele. Está sempre disponível e até nos encaminha em determinadas situações. De uma certa forma, é o nosso líder espiritual”, afirmou. Para os Vicentinos, o pároco é “uma pessoa aberta, com uma personalidade forte e determinada, com muita cultura e de muito estudo e com muita credibilidade naquilo que diz”. “É um padre moderno”, reforçou Virgílio Silva . Desta forma, os Vicentinos dedicam umas breves palavras a José Ramos: “Esperamos que continue a paroquiar Guidões. Os Vicentinos precisam dos seus trabalhos e de si e a paróquia também. Esperamos que continue a trabalhar como tem trabalhado em prol da paróquia. Tem feito um ótimo serviço”.
Vicentinos de Guidões

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Edição 657

A desresponsabilização do passado

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O primeiro-ministro, que é também secretário-geral do partido socialista tem sido bafejado pela sorte por estar a haver uma ligeira retoma económica provocada pela baixa significativa das taxas de juro e pela pujança do comércio internacional. Tudo isto conjugado com uma imprensa muito suave e uma oposição fragilizada tem ajudado António Costa a passar por entre os pingos da chuva nas muitas situações graves que o país tem vivido.
Costa que perdeu as eleições, com uma das mais baixas votações de sempre do partido socialista e que será recordado pela sede desmedida de ser governo a todo o custo continua a estar obcecado pelo poder e a alimentar a sua vaidade desmedida ficando cego, autista e um político perigoso, na pior linha do «socratismo». Exemplo disso é o seu comentário à vitória de Rui Rio nas eleições internas do PSD afirmando que «não será muito difícil ser melhor» que Passos Coelho.
Os políticos que originaram a bancarrota do nosso país em 2011 pertenciam a uma equipa comandada por José Sócrates (o pior primeiro-ministro que Portugal teve em democracia), que tinha como seu número dois o atual primeiro-ministro, António Costa, mas também Augusto Santos Silva e Vieira da Silva, atuais ministros do governo de Portugal. Quando olhamos para a televisão também encontramos diversos membros dessa equipa de políticos incompetentes a comentar a atualidade política, como se fossem os arautos da verdade.
Estes socialistas com o seu «cabotismo» e vaidade, todos eles emproados como pavões falam de ética e moral como se fossem os arautos da honestidade e da verdade, mas esquecem-se que foram eles que nos deixaram um presente envenenado e um futuro hipotecado. António Costa e os seus camaradas de então e de agora desempenharam um papel importante naquilo que aconteceu a Portugal e aos portugueses, mas têm a desfaçatez de tentar ignorar que foram eles que fizeram um apelo à «troika», para nos vir salvar.
A desresponsabilização pelo passado tem sido uma das mais graves debilidades do nosso país e António Costa tem sido um dos principais obreiros, quando ataca sistematicamente o seu antecessor, com o intuito de branquear um passado que deve ser recordado, para que não volte a acontecer o mesmo descalabro das contas públicas, como aconteceu no malfadado «socratismo». Infelizmente!
António Costa tem demonstrado, para além da falta de ética, uma falta de sentido patriótico, ao assinar a posição favorável do partido socialista a listas transnacionais nas eleições europeias. Se assim acontecer haverá uma redução do número de deputados eleitos em cada país, incluindo Portugal. Com esta posição, Costa atraiçoou os países médios e pequenos demonstrando ser um joguete dos poderosos alemães e franceses. É António Costa no seu melhor!

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Edição 657

30 universidades apresentaram cursos na Escola Secundária (C/Vídeo)

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Escolher por vocação ou por mais oferta de emprego? Esta é uma das questões que mais ocupam os estudantes quando têm de decidir que caminho optar no Ensino Superior. Para ajudar os jovens no processo de escolha, a Escola Secundária da Trofa promoveu a 20.ª edição da feira formativa com a presença de cerca de 30 instituições. Segundo Fernanda Silva, psicóloga do Agrupamento de Escolas da Trofa, “o objetivo da feira é permitir a exploração das diversas alternativas que os jovens têm depois do 12.º ano, juntando no mesmo espaço as instituições de Ensino Superior da zona Norte, de modo a possibilitar-lhes terem acesso a toda a informação que existe e terem um contacto pessoal com representantes dessas escolas”.
A iniciativa possibilita que os estudantes conheçam de perto as ofertas existentes e tenham um contacto direto com as instituições. E não é só importante para quem está a terminar o Ensino Secundário, mas também para quem está no 9.º ano, porque, sublinhou a psicóloga, “nessa fase os jovens já têm de fazer uma escolha mais concreta sobre o curso onde vão passar o Ensino Secundário, que determina algumas das ofertas a que têm acesso no Ensino Superior”.
Segundo Fernanda Silva, o impacto deste tipo de iniciativas junto dos alunos vai variando ao longo dos anos, pois “depende da capacidade de questionarem” e de “aproveitarem a presença dos representantes das instituições”.
A Universidade do Porto é a instituição que os estudantes da Secundária da Trofa mais procuram no momento de decidirem o futuro académico

 

 

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