O departamento de formação do Trofense promoveu uma atividade para assinalar o Dia do Pai.

 Foi especial a manhã de 23 de março no Complexo Desportivo do Trofense, em Paradela. No campo, duas gerações juntaram-se para assinalar o Dia do Pai.

Desengane-se quem pense que o duelo era pera doce para os mais crescidos. É que a altura podia ser uma desvantagem para os pequenos jogadores, mas havia outras armas que se podiam utilizar, como a força no remate… não na bola, mas essencialmente nas canelas dos adversários.

Enquanto alguns pais suavam para não fazer má figura, outros preferiam registar momentos para mais tarde recordar. De máquina fotográfica ao peito, um dos progenitores lá regressava à sua posição no campo, mas acabava traído pelos laços que o ligavam ao filho. A disputa dava assim lugar à partilha…

No campo, houve quem despisse o fato de presidente e envergasse a camisola de progenitor. Paulo Melro deixou a secretária do clube e também calçou as sapatilhas para se divertir com o filho.

“Assim como no Natal e noutras alturas, tentamos sempre aproximar os pais daquilo que se passa aqui no departamento de formação, porque isto sem eles não faz sentido. Aliás é também nessa qualidade que eu hoje estou aqui, partilhando com o meu filho um bocadinho desta alegria que é jogar futebol”, frisou o presidente do Trofense.

 

Paulo Melro considera que estes são “momentos importantes” em que os pais “param com a rotina da semana e estão presentes com os filhos, para os ver crescer e crescer com eles”.

Pedro e António Silva, pai e filho, também estiveram na atividade que o primeiro considera “boa” por fomentar o “convívio são entre pais e filhos”. Já António considera que a sua equipa “foi a melhor”, porque fez “bons passes e jogadas”. “Gostamos de nos divertir e eu gostei de jogar. Gostei quando o meu pai me passou a bola, porque ele queria que eu marcasse um golo”, concluiu.