quant
Fique ligado
tiago-vasconcelos tiago-vasconcelos

Ano 2011

Os sete pecados políticos de Joana Lima

Publicado

em

FALTA DE CREDIBILIDADE – Infelizmente, a Presidente de Câmara não tem credibilidade. Começou por não conhecer dossiês e fazer de conta que os conhecia. Não consegue ter capacidade negocial por falta de bom senso e conhecimento tardio dos assuntos. A Trofa perde e, infelizmente, continuará a perder pela falta de credibilidade que inspira na negociação de grandes projectos para a Trofa.

INDECISÃO – Anulou um concurso público internacional da Área de Localização Empresarial. De seguida, fez um ajuste directo de milhões. Perdeu dois anos nesta “troca e baldroca”. A crise instalou-se e dificilmente conseguirá que alguém construa alguma coisa. PERDEU tempo, PERDEU investimento de milhões para a Trofa, PERDEU emprego e PERDEU dinheiro em impostos que iriam beneficiar as receitas do município. 

MÁ GESTÃO – Despediu gente com a desculpa que a Câmara devia muito dinheiro. Acabou por admitir 70 pessoas e aumentou as chefias de duvidoso critério, isto sem contar com os empregos oferecidos nas empresas municipais – Casa farta! Hotéis de cinco estrelas, almoçaradas e jantaradas não se coadunam para quem corta subsídios a associações. Não comenta, Sr. Magalhães Moreira? A Câmara deve mais dinheiro e a obra da Câmara é nenhuma! Onde estão os 40 MILHÕES DE EUROS QUE GASTOU NOS DOIS ÚLTIMOS ANOS?

LEVIANDADE – Mal chegou à cadeira da presidência, propagandeou que a dívida era de sessenta e muitos milhões de euros, o que não corresponde à verdade. Foram páginas de jornais durante dois anos, a última em frente a uma obra de autoria da REFER e do PSD. Esqueceu-se que tanto alarmismo assusta a quem empresta ou adianta dinheiro para fazer obra. De uma assentada, perdeu crédito e obra! 

DIVISIONISTA – Ainda não tinha sido eleita e já dividia para reinar. Após a eleição, em que a Trofa saiu profundamente dividida, não apaziguou. Pelo contrário, acentuou a divisão. Arrasou quanto pôde com aldrabices políticas a quem venceu, imiscuiu-se em eleições da associação de pais da escola secundária, etc. O rancor não leva a lado nenhum. Não há quem lhe explique?

INCOMPETÊNCIA POLÍTICA – Nas comemorações do município, fez política pessoal e prejudicou a Trofa. Trouxe António José Seguro quando este era oposição ao Primeiro – Ministro José Sócrates. Com isso, conseguiu melhorar as relações políticas com o actual Secretário-Geral do PS para assegurar um lugarzito nas listas do PS Nacional, mas ele é oposição ao Governo e não pode ajudar a Trofa. Traz Rui Rio, quando este não tem as melhores relações políticas com o Governo e não pode ajudar a Trofa com o Metro. Qualquer criança de seis anos sabe que não se apanha moscas com vinagre. Quem perde? A Trofa. É claro!

INCUMPRIDORA – Prometeu mundos e fundos aos trofenses. Emprego, protecção da economia e do comércio local, investimento a rodos e tudo quanto havia para prometer. Passados dois anos, anuncia com pompa e circunstância a vinda do MCDonald´s para a Trofa, com a desculpa esfarrapada da criação de emprego e mais receitas. E, o comércio local a quem tanto prometeu? Quanto vai perder?

Publicidade

{fcomment}

Continuar a ler...
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de email não será publicado.

Ano 2011

O ano de 2012 não será uma hecatombe, mas…

Publicado

em

Por

A passagem de mais um ano, obriga-nos a meditar sobre o ano que passou e o ano que está a chegar. Não é que se viva de recordações, mas elas são muito úteis para se poder fazer um balanço da nossa vida; de onde viemos, para onde vamos. É o tradicional «reveillon», talvez o mais triste dos últimos anos.

O ano que agora finda é provavelmente, aquele que mais afetou a vida de quase todos nós, que ainda por cá andamos. O ano que virá, não será uma hecatombe, mas será um ano de muitas falências, de desemprego, de recessão e de depressão. Será a continuação da crise, ainda mais agravada com o passar do tempo.

Não vai ser possível escapar a mais um ano de recessão e caos económico, uma situação que não vivemos desde a segunda guerra mundial. O ano que agora festejamos o seu fim, brindou os portugueses com algumas medidas de carácter económico, que fizeram abalar a “carteira” de muitos, a começar com os cortes, para alguns, nos subsídios de férias e de natal, no fim das borlas nas SCUT, o fim do passe social para todos e os diversos e sucessivos aumentos em produtos necessários ao nosso dia-a-dia.

A crise que estamos a atravessar é uma crise quase generalizada a todo o mundo: o Ocidente debate-se com uma grave crise económica, que dura há mais de três anos; a África continua com as suas tradicionais crises humanitárias, económicas e políticas; a Ásia está a viver um conjunto de problemas originados pelo crescimento económico muito rápido de diversos países. A crise – financeira, económica e social -, alastrou-se a todo o mundo e o ano de 2012 vai exigir um combate em todas as frentes, vai exigir soluções globais.

Os decisores políticos mundiais deverão ter em atenção algumas premissas para que o combate tenha o êxito desejado. Em primeiro lugar, deve ser dada a primazia da economia sobre as finanças, mas antes de tudo devem dar a primazia ao ser humano. Não se quer uma economia baseada no «capitalismo selvagem», mas uma economia centrada no homem. É no homem e para o homem e nos princípios da solidariedade, que a economia deve estar focada. Só assim é que faz sentido.

Vai ser preciso um combate eficaz à miséria, à fome, ao desemprego, que grassa por todo o mundo. Seguramente, o ano que se avizinha terá de ser um ano de grandes transformações, pois os desafios são tremendos. Vai ser preciso suster o descalabro das finanças públicas, deter o galopante crescendo da dívida soberana dos Estados e fazer crescer a economia.

A crise que o mundo está a atravessar interpela todos, pessoas e povos, homens e mulheres, jovens e menos jovens, empregadores e empregados, partidos políticos e grupos de reflexão a um profundo discernimento dos princípios e dos valores que estão na base da convivência social. A crise obriga a um empenhamento geral, numa séria reflexão sobre as causas e soluções de natureza política e económica não deixando de ter o homem como epicentro. Para o bem-estar da humanidade. Sempre!

José Maria Moreira da Silva

Publicidade

moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

{fcomment}

(mais…)

Continuar a ler...

Ano 2011

Grupo de Jovens de Guidões recria presépio

Publicado

em

Por

O Grupo de jovens S. João Baptista de Guidões deu vida ao presépio, numa iniciativa que é já tradição na freguesia.

Para muitos o dia de Natal é sinónimo de descanso e convívio familiar, mas em Guidões cerca de duas dezenas de jovens abdicam do conforto do lar para dar vida ao nascimento de Jesus, recriando o Presépio ao Vivo.

O último domingo, 25 de dezembro, começou bem cedo para o grupo. Ainda o relógio da Igreja Paroquial, onde é encenado o presépio, não assinalava as 7 horas e já os primeiros elementos chegavam para ultimar os preparativos. “Há certas coisas que apenas podemos fazer no dia, como colocar decorações e trazer os animais”, explicou o presidente do grupo de jovens, José Pedro Campos. Depois de tudo colocado no devido sítio, os animais acomodados nas suas cercas e dos jovens vestirem os trajes da época, era altura de ensaiar a encenação que deveriam levar a cabo durante a eucaristia de Natal. “Este ano, para além do presépio, também fizemos uma pequena atuação no momento de Ação de Graças”, esclareceu o responsável.

Esta é uma iniciativa que o Grupo de Jovens S. João Baptista de Guidões desenvolve há já vários anos: “Naturalmente que dá bastante trabalho”. “Toda a estrutura foi criada de raiz e é da responsabilidade dos elementos do grupo que soldam, pregam, serram e fazem o que for necessário para que tudo esteja pronto no dia de Natal”, acrescentou José Pedro Campos.

Neste presépio existem anjos, pastores, reis, José, Maria e muitas outras personagens que recriam os relatos da Bíblia, como a aparição do anjo a Maria, a falta de lugar na hospedaria em Belém para José e Maria pernoitarem ou a fuga para o Egito, depois de Herodes ordenar a morte de todos os bebés.

O objetivo é “diversificar as cenas todos os anos para não se tornar monótono”. Se ainda não teve a oportunidade de visitar o Presépio ao Vivo, pode fazê-lo no dia 1 de janeiro entre as 14 e as 17.30 horas.

{fcomment}

Publicidade
Continuar a ler...

Edição Papel

Comer sem sair de casa?

Facebook

Farmácia de serviço

 

arquivo

Neste dia foi notícia...

Ver mais...

Covid-19

Pode ler também

} a || (a = document.getElementsByTagName("head")[0] || document.getElementsByTagName("body")[0]); a.parentNode.insertBefore(c, a); })(document, window);