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População do Muro pretende não votar nas presidenciais a 23 de Janeiro. Foi colocado um cartaz junto à Igreja do Muro, onde está patente o descontentamento dos trofenses.

“O Muro está farto de ser enganado”, dizia Joaquim Nogueira à porta do café da Estação na mesma freguesia. A situação já se arrasta “há oito anos”, avançou Abel Araújo, que recorda as promessas dos governantes em relação à vinda do metro para o concelho. “É-nos feita a promessa de que na primeira fase somos beneficiados com o projecto do Metro, que entretanto é adiado para uma segunda fase e, posteriormente, vai para as calendas, eu penso que ninguém pode ficar indiferente perante uma injustiça destas”, frisou.

Por todas estas razões, a população do Muro decidiu passar das palavras aos actos e a 23 de Janeiro,  data marcada para as eleições presidenciais, não vai votar, como forma de protesto.

Veja a reportagem completa na edição 304 do NT, que já está nas bancas.