O CAT venceu o Clube K e aproximou-se do líder Ribeirense, que perdeu este fim-de-semana. Equipa da Trofa segue também na Taça de Portugal, depois de bater o AA Coimbra pela margem máxima.

Ganhar era o objectivo; ver o adversário directo perder pontos era a cereja no topo do bolo. E foi mesmo o que aconteceu ao Clube Académico da Trofa, que este domingo venceu o Clube K, pela margem máxima, e aproximou-se do líder Ribeirense, que perdeu com o Gueifães, por 3-2.

No pavilhão desportivo de S. Romão do Coronado, o jogo foi fácil para o CAT. A equipa açoriana consentiu o domínio às actuais campeãs nacionais, que venceram o primeiro set.

O segundo parcial foi um espelho do anterior. Muitas facilidades consentidas por parte do Clube K e domínio avassalador do CAT. O emblema trofense venceu por 25-9.

Num jogo que não teria história, houve um acontecimento caricato. Quando o terceiro parcial já apontava para a vantagem do CAT, que somava 20 pontos, um erro da equipa que faz a contagem dos pontos obrigou à repetição do set.

A equipa da Trofa não “desarmou” e fixou o 3-0, vencendo por 25-23.

No final da partida, Manuel Barbosa, treinador do CAT, afirmou que esta vitória, conseguida através de “períodos de jogo muito bons”, é “uma mostra para as pessoas que estão distraídas, quer externamente, quer directores que deixaram de aparecer”. “Externamente, há um esquecimento geral de um clube que deu tantas alegrias, tantos trunfos e tanta visibilidade ao concelho da Trofa. Depois, o clube tem 15 directores, mas vive à custa de dois ou três. Os outros devem estar esquecidos da posição que têm”, frisou.

Já o técnico do Clube K, Rui Souza, considerou que “faltou atitude” e “aplicação” das jogadoras. “Quando não há interesse, corre mal”, acrescentou.

O CAT segue na 2ª posição, com 26 pontos, e no domingo recebe o SC Braga, numa partida marcada para as 17 horas, no pavilhão desportivo de S. Romão do Coronado.

CAT nos quartos-de-final da Taça

No sábado, o CAT defrontou a equipa do AA Coimbra, que milita na Divisão A2, nos oitavos-de-final da Taça de Portugal. O jogo não foi difícil para as atletas do emblema trofense, que venceram pela margem máxima, com os parciais de 25-11, 25-11 e 25-16.