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Edição 679

Os pneus do seu automóvel são os mais adequados para o inverno?

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Embora a lei portuguesa não obrigue o uso de pneus de inverno no automóvel, a verdade é que é aconselhável fazer a troca dos pneus de verão para os de inverno para proporcionar uma condução mais segura.

No Inverno, as condições das estradas mudam, logo, também devemos mudar os nossos pneus.

É fundamental preparar o seu automóvel para a estação do frio, em especial os pneus que são o que está em maior contacto com a estrada. No inverno, as estradas são mais perigosas, devido ao gelo e à água da chuva, o que confere uma menor aderência.


Os pneus de inverno têm um formato específico, que permite a evacuação da água que passa sob o pneu, diminuindo os riscos de aquaplanagem. As ranhuras mais profundas permitem uma maior aderência à estrada.
Quando a temperatura desce, especialmente abaixo de 7ºC, um pneu standard perde eficácia na aderência devido ao endurecimento da borracha. Os pneus de neve permitem-lhe fazer frente às condições de circulação adversas como temperaturas baixas, estradas molhadas, com gelo ou neve… oferecendo-lhe melhores prestações e maior segurança.

Maior conforto com pneus de inverno?

Os pneus de neve são uma alternativa às correntes de neve. As correntes são d positivos de uso temporário que só servem para passar zonas difíceis. A sua montagem e desmontagem pressupõe um esforço incómodo e por vezes em situações de risco. Os pneus de Inverno permitem-lhe superar essas zonas de neve sem ter que recorrer às correntes. Mais de oitenta por cento dos condutores afirmam não saber montar as correntes ou nunca as montou.

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Basta equipar o meu carro com 2 pneus de inverno?

Recomenda-se equipar o veículo com 4 pneus de Inverno para uma maior segurança e eficácia. Se se montam 2 pneus de Inverno no eixo motriz só se garante a motricidade no arranque. Um carro para ter um bom comportamento tem que estar equilibrado, ou seja, que o nível de aderência nos dois eixos seja similar, caso contrário terá um comportamento sobre-virador (sai de traseira) ou sub-virador (sai de frente). Isto é, só montando 4 pneus de Inverno é assegurado um bom comportamento do carro, sem saídas de trajetórias em curvas.

Sabia que com pneus de Inverno o pneu é o único ponto de contacto entre o veículo e o solo? A parte de contato do pneu com a estrada é equivalente ao tamanho da palma da mão. Com chuva, neve ou gelo as rodas standard tornam-se mais vulneráveis, perdem eficácia na aderência e tracção.

É importante também que verifique a pressão dos pneus. Tenha em atenção que no inverno, com a temperatura baixa, a pressão constatada no manómetro pode não ser a real, por isso, não encha demais. Verifique a pressão regularmente, com os pneus frios, pois um pneu com pressão do ar abaixo do indicado dura menos tempo e consome mais combustível, sem esquecer que compromete a condução.

Na hora de voltar a trocar os pneus para os de verão tenha em atenção à posição em que estavam no automóvel para assim, no próximo inverno, trocar os da frente para trás e equilibrar o desgaste. Depois de removidos devem ser limpos e bem secos e se forem guardados montados em jantes devem ficar deitados ou suspensos, se forem guardados sem jantes devem ficar de pé ou deitados.

Confira também se os pneus do seu automóvel não apresentam um desgaste irregular, cortes, rasgos ou outros danos que comprometam a sua segurança. Para evitar ter de trocar com alguma frequência os pneus do carro tenha uma condução mais suave, evite os arranques bruscos e tenha cuidado quando circula em estradas com buracos.

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Edição 679

José Malhoa e Adelaide Ferreira nas festas de S. Romão

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As festas em honra de S. Romão realizam-se a 17 e 18 de novembro e levam ao Largo do Seixinho nomes sonantes da música popular portuguesa.

José Malhoa, Adelaide Ferreira, Tozé, Nelo Silva, Paulo Ribeiro e Zé Cabra cabem todos no cartaz das festas em honra de S. Romão.

Leia a notícia completa na edição 679 do NT, nas bancas.

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Concelho da Trofa: Valeu a pena!

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A memória é uma história que se escreve com as palavras arrojadas, que o presente nos sugere. A história é uma viagem através do tempo; é testemunha do passado, luz da verdade, vida da memória, mestre da vida, anunciadora dos tempos antigos. A história é a ciência dos homens no tempo.

Na história da Trofa, o período que antecedeu a criação do Concelho foi um tempo de luta por uma emancipação mais que justa. Talvez tenha sido o período mais profícuo da história da Trofa, mas também foi o período em que o «trofismo» esteve mais arreigado nas nobres gentes, do mais novel Concelho do país, o Concelho da Trofa!

A luta muito antiga, com mais de 150 anos, pela criação do Concelho da Trofa, nunca obedeceu a interesses menores, nem a critérios financeiros ou à falta “disto e daquilo”, muito menos a questões de “quintal ou vizinhança”. A criação do Concelho da Trofa foi a reconquista de uma realidade homogénea, em termos geográficos, sociológicos, históricos e culturais.

O sonho dos trofenses, pela criação do seu concelho, o Concelho da Trofa, durou mais de século e meio, passou de geração em geração, nunca morreu, nunca chegou a “enferrujar” e raramente esmoreceu. Demorou muitos anos, mas a “carta de alforria” foi conseguida, eram 17h 55m, do famoso dia 19 de novembro de 1998, para gáudio da grande maioria dos trofenses.
Nós, os membros da Comissão Promotora do Concelho da Trofa, sempre acreditamos, sempre lutamos com um vigoroso empenhamento, pela materialização dessa esperança, por isso concretizamos aquilo para que tínhamos sido mandatados pelo povo trofense: a criação do Concelho da Trofa. Conseguimos. O sonho realizou-se!

Os elementos da Comissão Promotora do Concelho da Trofa não foram os “Defensores da Barca”, nem os “Bravos do Mindelo”, muito menos os “Capitães de Abril”, mas foram os “verdadeiros” pais do Concelho da Trofa. Foi com os nossos lábios denodados que ousamos primeiro entoar o doce nome LIBERDADE, com o grito que se ouviu bem longe: VIVA O CONCELHO DA TROFA.

É verdade que nestes 20 anos de autonomia, muito há ainda por fazer e muito mal nos fizeram, pois surripiaram, a uma parte significativa dos trofenses, o comboio da via estreita, com a promessa do metro de superfície e até à data nem comboio nem metro. Mas também foi anunciada, pelo poder central, a obra da variante à EN14, tão necessária ao desenvolvimento do concelho, só que nunca foi iniciada a sua construção. Até parece termos voltado ao tempo, em que existia uma máxima: “para a Trofa, quanto pior, melhor!”,

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Só que agora são os trofenses a gerir o seu próprio destino. Também por isso, a sociedade civil mobilizou-se e fortaleceu o associativismo, principalmente na área social, com a criação da Misericórdia, Lares e Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), que trabalham afincadamente de modo abnegado a favor dos mais carenciados, a favor dos mais frágeis da sociedade, mostrando ao mundo de que têmpera são feitos os trofenses. Por isso é que não baixaram os braços e continuam a lutar para que a Trofa se transforme no melhor Concelho do país. Os trofenses merecem!

Por tudo isto, mesmo parecendo pouco, digo sem qualquer tipo de hesitação, que a criação do Concelho da Trofa VALEU A PENA! O nosso sonho realizou-se, mas outros sonhos nasceram! Que nunca nos falte um sonho para lutar pela sua concretização. Vale a pena nunca desistir dos nossos sonhos, para que a Trofa possa caminhar na direção da pujança económica e social, que teve num passado bem recente.
moreira.da.silva@sapo.pt
www.moreiradasilva.pt

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